Os equatorianos amanheceram assustados nesse domingo (17) após o tremor de magnitude 7.8 que atingiu o país na noite anterior. Depois de uma madrugada movimentada, as ruas do Equador amanheceram vazias. O último balanço divulgado nesta tarde indica 235 mortos e mais 1,5 mil feridos.
O terremoto, o mais forte ocorrido no país desde 1979, foi registrado pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla original). As equipes de resgate ainda trabalham intensamente na busca de sobreviventes sob os destroços dos imóvel que desabaram.
Na parte sul de Guayaquil, na região central do país, algumas casas mais velhas não resistiram ao tremor. A professora de inglês Daniela Marin, de 37 anos, no centro sul da cidade e não chegou a ver destruição provocada pelo tremor, que durou cerca de um minuto.
Ela tinha acabado de chegar em casa, quando a terra começou a tremer. “Depois de me encontrar com uma amiga no centro comercial e eu voltei para casa onde estavam meu irmão estava com meus dois sobrinhos, de três e quatro anos, meu filho, de 5, e minha mãe. Pouco depois, começou a tremer toda a estrutura”, contou.