Técnicos da Infraero planejam cruzar os braços durante as Olimpíadas do Rio, em represália à tentativa do governo de Michel Temer em alterar a configuração da estatal e substituir parte da diretoria.
A disputa de poder acontece no momento em que o governo abrirá o capital dos aeroportos Santos Dumont e Congonhas; uma das dez pontes aéreas mais frequentadas do mundo. Pelos planos, a Infraero poderá se desfazer de até 49% da participação nesses dois aeroportos.