Os semáforos de pedestres do Centro de Campo Grande, que deveriam orientar e organizar a passagem de quem está à pé, causam, na verdade, grande confusão.
Todos estão apagados e nos cruzamentos mais perigosos, como os da Afonso Pena, entre Calógeras e 13 de maio, carros e outros veículos concorrem com os pedestres, gerando conflitos durante a travessia e, em alguns casos, acidentes.
Para o psicólogo especialista em trânsito, Renan Cunha, o fato destes sinais luminosos de trânsito estarem desligados gera um grande problema pelo fato de impedir o comportamento mais adequado no trânsito.
“A sinalização existe para promover o comportamento mais correto. Se ela não existe, há mais risco”, afirma, ao enfatizar que locais com grande fluxo de pedestres e veículos, como o centro de Campo Grande, geram concorrência entre ambos. “Ambos dividem o mesmo espaço”, enfatiza.
*Leia reportagem, de Lucia Morel, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.