Mesmo com início de atividades programadas ao longo dos 900 metros da Orla Ferroviária na última segunda-feira, quem convive no local ainda reclama do abandono e a situação continua precária principalmente para os comerciantes. O espaço com trailers e áreas de descanso e lazer entre as avenidas Afonso Pena (na Morada dos Baís) até a avenida Mato Grosso, não consegue, desde que foi inaugurado em dezembro de 2012, deixar de ser considerado perigoso e reduto de usuários de droga.
Chamado de Corredor Cultural Waldir dos Santos Pereira, ficou conhecido como Orla Ferroviária e foi construído no trajeto que era feito pelas locomotivas que cortavam o centro de Campo Grande. Lá deveria ser lugar onde as famílias pudessem usufruir como área de lazer nos finais de semana, além de ter sido também projetado como ponto gastronômico para quem trabalha ou para quem passa pela região central e palco para atrações culturais. Mas até agora, pouca coisa mudou e o local continua como ponto de consumo e comercialização de drogas.
(*) A reportagem, de Gildo Tavares, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.