A Contribuição para Custeio da Iluminação Pública (Cosip), cuja cobrança permanece suspensa, tem fama de ser um tributo caro e sem eficiência.
A tarifa proporciona a Campo Grande aproximadamente R$ 7 milhões mensais. Deste montante, os gastos com a iluminação somavam, no máximo, R$ 4 milhões. Com isso, a prefeitura teria folga de R$ 3 milhões todos os meses.
Ou seja, há dinheiro em caixa para manutenção, mesmo com a suspensão da cobrança da Cosip. No entanto, as ruas escuras na Capital ainda são problemas frequentes que atormentam moradores de todas as partes da cidade.
Além da má qualidade do serviço, há, também, má distribuição do recurso, de acordo com os vereadores da Capital. Alguns campo-grandenses acabam pagando mais caro que outros.
Questionamentos estariam na própria elaboração da tabela de preços contida na lei, feita na gestão de André Pucinelli, em 2003, mais de dez anos atrás.
*Leia reportagem, de Bárbara Cavalcanti, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.