Quase seis meses depois da morte do vigilante Celso de Jesus Gomes, de 40 anos, a Polícia Civil faz nesta quinta-feira a reprodução simulada do caso, na agência bancária do Itaú, na Avenida Coronel Antonino, em Campo Grande.
Responsável pela apuração, o delegado Miguel Said afirmou que o objetivo do trabalho e reconstituir o dia da morte. Outro vigilante de 40 anos que estava com Celso na mesma sala onde ele foi atingido pelo tiro na cabeça e uma outra testemunha participam da simulação.
Desde o início das apurações, o colega de trabalho do vigilante afirmou que a arma de Celso enroscou em um elástico, caiu no chão e disparou sozinha. Laudo pericial apontou que a trajetória do projétil foi perpendicular, ou seja, entrou em linha reta.
Mesmo assim o colega do vigilante é considerado suspeito pelo crime, ele responde em liberdade.
Para que os trabalhos sejam concluídos, peritos e policiais interditaram a agência, que já não tinha circulação de clientes por conta da greve dos bancários.