Com a continuidade da falta de controle e fiscalização pela Prefeitura de Campo Grande, as empresas que fazem os serviços de tapa-buracos apresentam mesmo problema já veiculado pelo Correio do Estado: a escolha de buracos a serem fechados.
Desta vez o problema foi verificado na rua Clevelândia, no bairro Guanandi II. A via está cheia de buracos e apenas alguns deles foram tampados. O serviço entregue pelas empreiteiras ou mesmo por equipes da Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Habitação (Seintrha), estão longe de ser considerado aceitável, ou pela má qualidade ou pelo serviço feito pela metade, segundo avaliação de moradores.
A escolha de qual buraco será tampado vem acontecendo há algum tempo, mesmo nos locais de fluxo intenso de veículos. Esta situação, conforme já noticiou o Correio do Estado, ocorre em vias diversas, como a Avenida Eduardo Elias Zahran. Agora, o problema foi constatado na Rua Clevelândia, no Bairro Guanandi II, na lateral do Parque Anhanduí. Esta via está tomada por buracos e a empresa que fez o serviço tampou apenas alguns deles e suspendeu o serviço.
Quem passa pelo local frequentemente não entende o método de trabalho, uma vez que a rua está toda cheia de buracos e apenas alguns recebem a manutenção. “Moro no Aero Rancho, mas sempre passo por aqui. Este tipo de serviço que fazem pela metade é horrível. Tem que fazer direito, não pela metade. O que adianta eles tamparem apenas uns buracos e o resto não?”, questiona Pleiton Tavares, de 37 anos, que trabalho como frentista.
Outro problema é a reabertura de buracos com poucos dias de conserto. Isso foi verificado na Rua Alto da Serra esquina com a Macambira, no bairro Moreninha II. Em menos de 40 dias do serviço, os buracos já estão de volta. Este cenário é percebido em diversos outros pontos da Capital.