Moradores de favelas de Campo Grande enfrentam, diariamente, batalha para ter acesso a itens considerados básicos. A luta principal é para conseguir acesso a água.
Nessa busca, vale tudo: pedir aos vizinhos, armazenar em galões ou tambores onde eram guardados produtos agrícolas, tentar construir um poço ou aproveitar cada chuva, tentando encher caixas d’água, compradas para guardar o máximo do líquido que for possível obter.
A energia elétrica vem das ligações clandestinas, com fios que se espalham pelo chão ou são amparados por galhos de árvores. Uma rotina de improvisos que já dura anos.
Os poços têm sido alternativa para tentar facilitar a vida, mas poucas famílias conseguiram fazer o investimento.
*Leia reportagem, de Milena Crestani, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.