Um dia depois de revelar que haverá nova reforma administrativa no Governo do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB) não quis detalhar como o corte de gastos será executado porque segundo ele o processo ainda está indefinido. A expectativa é que o plano seja finalizado neste mês e vá para votação dos deputados no início de novembro.
Em agenda nesta manhã, Reinaldo afirmou que a diminuição de secretarias e cortes de cargos será feita para que o Estado “caiba” nas receitas. “Vamos enxugar para continuar fazendo as entregas, mas não tem ainda uma decisão e não vou adiantar o que seria porque não está definido”, disse.
Os maiores impactos na conta do Estado continuam sendo a previdência e a ascensão funcional dos servidores. Para Azambuja, os cortes têm papel preventivo para evitar crise vivenciada por 19 estados que enfrentam dificuldades em pagar salários de pessoal.
“Intenção é que cortes são para melhorar eficiência dos gastos sem penalizar nenhum segmento e também investimentos em saúde, segurança e educação”.
Uma das possibilidades cogitada nos bastidores do Governo é que as secretarias da Casa Civil e Governo se fundam. Questionado, Azambuja preferiu não comentar a possível mudança.