Fabrício Junior Alves Silva, 21 anos, Thiago de Campos Gonçalves, 18 anos, Renan Ruan Paiva Figueiredo, 19 anos, Vitor Matheus de Moraes Pinheiro, 18 anos, Natanael Batista do Nascimento Junior, 20 anos, e Thaís Dias Alves da Silva, 18 anos, foram presos apontados como envolvidos no caso do arquiteto de 31 anos, que caiu no golpe do boa noite cinderela e teve a caminhonete roubada durante ação criminosa. Adolescente que participou do crime também foi apreendida.
De acordo com autoridade policial, Gustavo Ferraris, da Delegacia Especializada de Furtos e Roubos de Veículos (Defurv), depois de consumir bebida alcoólica e lanchar, arquiteto passou pela Praça Ary Coelho, em Campo Grande, onde contratou duas garotas de programa, sendo Thais e a adolescente.
Os três foram a bares e boates juntos e, durante a madrugada do dia 7 de outubro, as duas misturaram medicamento de uso controlado na bebida da vítima. Depois de dopar o arquiteto, elas então ligaram para os comparsas.
Ao chegar no local previamente combinado pelo grupo, bandidos roubaram celular, dinheiro, tênis, documentos, carteira da vítima e fugiram com a caminhonete, modelo Hilux.
Conforme o delegado, Thais é namorada de Vitor, e a adolescente namora Fabrício. Ambas foram usadas como isca para atrair a vítima e ficaram de três a quatro horas com ela, até que conseguiram dopá-la.
Arquiteto foi amarrado e abandonado próximo a um frigorífico, na região da saída para Sidrolândia, onde pediu ajuda na portaria. Ele apresentava marcas de arranhões e hematomas pelo corpo, decorrentes de agressões.
PRISÕES
No mesmo dia, momentos depois do crime, Fabrício e Thiago foram presos por equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF), na cidade de Guia Lopes da Laguna. Na ocasião, estavam com a caminhonete da vítima.
Na Defurv, os dois confessaram o crime e Fabrício disse que uma das envolvidas era sua namorada. Ao ser encontrada, a adolescente contou detalhes da ação e indicou a participação de cada um dos comparsas.
Fabrício havia recebido encomenda do roubo de uma caminhonete e a finalidade do bando era levar o veículo até o Paraguai.
Diante das confissões de Renan, Vitor e da adolescente, delegado Gustavo pediu pela prisão preventiva dos demais integrantes da quadrilha, que foi concedida pela Justiça.