Campo Grande é a sétima capital do País com maior índice de comprometimento da receita corrente líquida com pagamento de pessoal. O ranking integra o boletim elaborado pelo Tesouro Nacional em que detalha as contas dos 146 municípios brasileiros com mais de 200 mil habitantes.
De acordo com o relatório, divulgado ontem, os gastos com a folha da capital de Mato Grosso do Sul chegaram a 65% em 2015 (ano base do estudo), superando a média nacional (58%) e ao limite de gastos, 60%.
O estudo apontou que houve um crescimento de 16% na despesa corrente com pessoal entre os anos de 2014 e 2015, saltando de R$ 1,33 bilhão para R$ 1,54 bi neste período. O maior aumento foi com a folha de servidores municipais ativos (16%), cujos valores saltaram de R$ 952 milhões para R$ 1,1 bilhão no período analisado. Além disso, os gastos com inativos cresceram 13% (de R$ 177 milhões para R$ 199 milhões) e os pensionistas em 14% (de R$ 19 milhões para R$ 21 milhões).
(*) A reportagem, de Renata Prandini, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.