Cidades

Força-tarefa

Equipe de Fachin terá reforço em ações da Lava Jato

Devem participar juízes e assessores do tribunal especializados em processos penais

Redação

18/04/2017 - 08h06
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A equipe do gabinete do ministro Edson Fachin, relator da Lava-Jato, irá contar com o apoio de um grupo especializado para dar celeridade e prioridade aos processos da Lava-Jato — que já somam 113 inquéritos e cinco ações penais no tribunal. A ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a criação de um “grupo de assessoria especializada” para reforçar a equipe do gabinete do relator. Os integrantes do grupo ainda não estão definidos, mas devem ser incluídos juízes e assessores do tribunal especializados em processos penais.

A criação de uma força-tarefa era cogitada por integrantes do STF, tendo em vista o volume de trabalho que chegou à corte depois da delação premiada da Odebrecht. Fachin já deu o primeiro andamento aos 76 novos inquéritos abertos no STF com a delação da Odebrecht: encaminhou todos de volta para a Procuradoria-Geral da República, que deverá agora informar quais diligências precisam ser realizadas para iniciar as investigações. Entre as diligências, podem estar incluídas quebras de sigilos fiscais, telefônicos e bancários, depoimentos ou perícias em documentos apresentados pelos delatores. A decisão mostra que o relator da Lava-Jato quer dar celeridade à tramitação dos casos.

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