Cidades

Reflexos da greve

Em Campo Grande, 85% das revendedoras estão sem gás de cozinha

Não há previsão para regularização do abastecimento

A greve dos caminhoneiros continua a afetar a distribuição de gás de cozinha em Campo Grande. Das 1,2 mil revendedoras que operam na Capital, cerca de 85% já estão desabastecidas e o restante opera, desta sexta-feira, com estoque reduzido ou próximo do mínimo. As informações são do presidente do Sindicato do Gás de Mato Grosso do Sul, Vilson de Lima.

De acordo com ele, não há previsão para a regularização do abastecimento. “Estamos operando hoje com 15% do mercado, tanto no Estado quanto na Capital. Já temos áreas que não tem gás. Nós dependemos do fim dos bloqueios e também desse acordo que foi feito entre governo e os movimentos”, explica Lima. “Estamos sem gás desde quinta-feira, e não sabemos quando teremos”.

PREÇO

Até mesmo para o gás de cozinha, que não depende do abastecimento em postos de combustível, o levantamento de preços da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) constatou alta nos preços máximos na Capital sul-mato-grossense. O valor cobrado por botijão nas revendedoras de Campo Grande teve elevação de 6,8% e passou de R$ 73 para R$ 78. Já a média de preço comercializada no Estado se manteve em R$ 90 no mesmo intervalo.

Oportunidade de Emprego

Prefeitura abre seleção sem prova com salário de R$ 2,5 mil em Campo Grande

Inscrições gratuitas começam na segunda-feira (9); seleção exige formação em Magistério ou Normal Médio e será feita por análise de títulos.

06/11/2026 19h32

Prefeitura de Campo Grande abre processo seletivo com salário de R$ 2,5 mil e inscrições gratuitas a partir de segunda-feira (9).

Prefeitura de Campo Grande abre processo seletivo com salário de R$ 2,5 mil e inscrições gratuitas a partir de segunda-feira (9). Foto: Divulgação Prefeitura de Campo Grande

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Previdência Social

INSS muda auxílio-doença e dá 10 dias para nova análise em MS

Nova regra já está em vigor e permite que segurados que tiveram o benefício negado pela análise de documentos apresentem novos laudos antes de recorrer

06/11/2026 18h31

Segurados aguardam atendimento em setor de perícia médica do INSS; novas regras permitem pedir reanálise do auxílio-doença negado em até dez dias.

Segurados aguardam atendimento em setor de perícia médica do INSS; novas regras permitem pedir reanálise do auxílio-doença negado em até dez dias. Foto: Agência Brasil

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