Duas empresas disputam uma concorrência pública para reformas dos terminais Aero Rancho, General Osório, Morenão e Nova Bahia, além dos pontos de integração Moreninhas e Hércules Maymone. O aviso de resultado foi publicado na edição desta sexta-feira (17) do Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande).
Foram habilitadas a LT Construções e Comércio e a Trevo Engenharia, enquanto a Vale Engenharia e Construções ficou fora da disputa. Recursos podem ser interpostos em até cinco dias úteis. O valor total do certame é de R$ 3,1 milhões, dividido em dois lotes: um de R$ 2,2 milhões e outro de R$ 875,1 mil.
ETAPAS
Esta é a segunda etapa que visa reestruturar os sete terminais e os dois pontos de integração. No dia 8 de janeiro, foi iniciada a reforma do terminal Júlio de Castilho e na última segunda-feira (13) o serviço chegou aos terminais Bandeirantes e Guaicurus.
As reformas, que custarão R$ 2 milhões abrangerão banheiros, bebedouros, revisão das instalações elétricas e hidráulicas; plano de segurança contra incêndio e pânico; cobertura; reforço do piso rígido do pátio; pintura geral; troca dos bancos; sala para descanso dos funcionários; guarita dos guardas municipais ou seguranças e grades móveis para o fechamento dos terminais durante a madrugada, quando não há circulação de ônibus.
Outra novidade é a instalação de bicicletários. Os usuários poderão se deslocar de bicicleta até os terminais, onde poderão deixar suas bicicletas com segurança. Ainda estão previstas intervenções para adequar os terminais às normas de acessibilidade, com banheiros para pessoas com necessidades especiais, rampas e piso tátil.
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Em agosto de 2019, o prefeito Marcos Trad (PSD) anunciou que as nove plataformas passariam uma grande reforma. Segundo Trad, a vida útil dos terminais é de 4 a 7 anos e os da cidade já estão há 27 anos sem grandes reformas. “Ia numa loja e trocava de roupa. Só mudava o externo, o interno continuava igual. Nós vamos fazer uma reforma profunda”, disse na época.
A reforma previa na ocasião um investimento de cerca de R$ 14 milhões aos cofres públicos, de acordo com Secretaria Municipal De Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep).