Uma ponte localizada na rua Panambi Vera, esquina com avenida Dr. Nasri Siufi (extensão da avenida Prefeito Lúdio Martins Coelho) na região do São Conrado e Santa Emília, está interditada desde janeiro por conta das chuvas de verão.
A Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) interditou uma mão da via com placas sinalizadoras e pedras amontoadas; a outra mão está liberada. A ponte cedeu após um temporal.
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Com a liberação de um dos lados da pista, o comércio na região melhorou, de acordo com a gerente de loja de materiais de construção, Lysania Batista Barbosa.
Por outro lado, com abertura de apenas uma mão da via, já ocorreram acidentes no local. “Colocaram manilha e placa ali mas o pessoal continua entrando na contramão. Já vi gente tirar a placa e fita para poder passar”.
“Ficam com preguiça de dar a volta, e vão cortando, principalmente moto. O pessoal não respeita a sinalização. Os acidentes não foram graves, mas acho que ainda pode acontecer algo grave”, acrescenta a comerciante.
Comerciante da região, Valdirene Alves, conta que o desvio chega a ser de um quilômetro. “É péssimo ter que dar a volta para desviar dessa intedição, gasolina cara do jeito que está, um quilômetro é muita coisa para mim”, critica.
Moradora da região, Maria Cristina, demonstra insatisfação em relação à demora para conserto da ponte. “Faz tempo que essa ponte está desse jeito e até agora não arrumaram. Ela vai fazer aniversário interditada aí se continuar do jeito que está”, manifesta.
A Secretaria Municipal de Infraestrutura informa ao Correio do Estado que o projeto de conserto da ponte ainda está em fase de elaboração e que posteriormente a obra será licitada.
“Será preciso fazer a construção de uma parede de concreto para proteger as margens e evitar que o barranco desmorone”, certifica a secretaria do que ainda será feito.
Outros problemas
Além da ponte cedida e interditada na região, moradores contam que também há problemas como buracos, ruas sem asfalto, alagamentos, formação de valetas e enxurradas após temporais.
Lysania diz que quando chove, há alagamentos e a “ água chega até quase alcançar o canteiro”.
Borracheiro, Adriano Ossuna Penha, conta que só tem asfalto na linha do ônibus. No restante do bairro não tem.
Aposentado e morador da regição, Pedro se demonstra indignado com a situação das vias do bairro. “As ruas estão acabadas, não tem asfalto. Não é só pedir e ganhar voto e depois ficar na prefeitura só sentado”, critica.