Foi publicado no Diário Oficial do Município (Diogrande) desta sexta-feira (3), a contratação da empresa que ficará responsável pela revitalização da Avenida Calógeras, entre o trecho da Avenida Mato Grosso até a Eduardo Elias Zahran.
A empresa de engenharia GTA Projetos e Construções LTDA será a executora da implantação da segunda etapa do Corredor exclusivo do transporte coletivo Sul.
O valor da obra é de R$ 13,3 milhões, com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O projeto faz parte do Reviva Campo Grande e tem previsão para ser iniciado em outubro, com prazo de encerramento de um ano.
Atualmente, a Calógeras já funciona como corredor de ônibus, com faixa demarcada, mas não exclusiva, da Avenida Mato Grosso até a Fernando Corrêa da Costa, a partir de onde a faixa preferencial é substituída por estacionamento.
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O projeto prevê 1.540 metros de ciclovia, corredor exclusivo para ônibus, cinco estações de embarque e desembarque, além de novas instalações na sinalização de trânsito.
Outros 2.631 metros de drenagem ainda são planejados para captar a enxurrada que desce das transversais, eliminando pontos de alagamento.
Corredor
Conforme o titular da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep), Rudi Fiorese, disse ao Correio do Estado anteriormente, a expectativa é de que a obra fique pronta em setembro de 2022.
Será necessária a execução de asfaltos novos nos alargamentos de vias além da restauração do pavimento nos demais trechos.
Como padrão, as estações de embarque serão locadas em ilhas, em trechos em linha reta, sendo cinco estações no trecho:
- Entre as ruas Cândido Mariano e Dom Aquino;
- Entre as ruas 15 de Novembro e 7 de Setembro;
- Entre a rua 11 de Fevereiro e Avenida das Bandeiras (Praça José Francisco de Paula Brito);
- Entre as ruas Dr. Cavalcanti e das Hortências;
- Entre as avenidas da Consolação e Eduardo Elias Zahran.
Quanto a ciclovia, o traçado será na margem direita da Avenida Calógeras, a partir da Avenida Afonso Pena até alcançar a Avenida da Consolação, com extensão de 1.540 km.
As estações de embarques são concebidas em material metálico e cobertura de telha de aço, fechamento lateral em painel fixo de vidro temperado e bancos de alvenaria.
Deverão ser instaladas gradis metálicos nas laterais da plataforma, com a função de proteção dos usuários, além direcioná-los ao local correto de saída ou entrada nas plataformas.