O pedreiro Cleber de Souza Carvalho, 45 anos, foi condenado pela terceira vez em júri popular por um dos sete assassinatos que confessou ter cometido.
Nesta terça-feira, 23, o Cleber, que ficou conhecido como o Pedreiro Serial Killer, pegou mais de 18 anos de prisão pela morte do primo Flávio Pereira Cecé, morto aos 34 anos.
Flávio foi assassinado em 2015 depois de brigar com o suspeito devido a um terreno que pertencia à vítima.
pós o crime, o pedreiro vendeu a propriedade para um barbeiro, de 53 anos, por R$ 50 mil.
Até agora, o pedreiro tem três sentenças que somadas chegam a 48 anos de prisão.
Na sentença de hoje, ele foi condenado a 14 anos pelo crime e um ano por ocultação de cadáver.
Esta é a mesma condenação recebida no caso do homicídio de Roberto Geraldo Clariano, primeiro julgamento enfrentado por Cleber no primeiro dia deste mês.
No dia 16, pelo assassinato de Timótio Pontes Roman, de 62 anos, o pedreiro pegou mais 18 anos de reclusão e 30 dias-multa pela.
Casos
Os crimes foram descobertos em maio de 2020. Todas as vítimas eram homens e possuíam bens em seus nomes e todos foram mortos com pauladas na cabeça.
Além dos três julgamentos neste mês, Cléber ainda será julgado por mias quatro assassinatos.
Entre eles, José Leonel Ferreira dos Santos, de 61 anos, que foi morto dia 2 de maio de 2020 na própria casa.
No dia seguinte ao crime, a família de Cléber se mudou para a residência, fato que fez um vizinho da vítima desconfiar e registrar boletim de ocorrência
Outro caso é o de Claudionor Longo Xavier, de 48 anos, que conheceu Cléber como caseiro em uma chácara, e resolveram fazer juntos um investimento em imóvel, mas acabaram brigando.
O suspeito matou e levou o cadáver ao terreno de uma casa no bairro Sírio Libanês e vendeu a motocicleta da vítima.
José de Jesus de Souza, 45 anos, foi com o o pedreiro até um terreno no Zé Pereira com a intenção de limpar e invadir o local.
Lá, se desentenderam e o criminoso golpeou a vítima na cabeça com o cabo de uma picareta. O assassino enterrou o corpo e arma do crime no mesmo lugar.
por fim, o idoso Taíra, 74 anos, fazia bicos de jardinagem e foi contratado pelo pedreiro para capinar um lote, na Vila Planalto.
Eles também se desentenderam e o assassino o matou e enterrou o corpo no local. O idoso estava desaparecido desde novembro de 2016.