Cidades

Justiça

STF forma maioria para exigir combate à discriminação de gênero e sexual em escolas

Ação em julgamento foi protocolada em 2014 pelo PSOL

Nesta sexta-feira (28), o Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para reconhecer que escolas públicas e privadas têm a obrigação de coibir discriminações relacionadas a gênero, orientação sexual, bullying e manifestações machistas e transfóbicas.

A decisão ocorre durante julgamento virtual de uma ação protocolada pelo PSOL em 2014, que defende o cumprimento do Plano Nacional de Educação.

Até o momento, seis dos 11 ministros do STF votaram favoravelmente à inclusão explícita dessa obrigação no contexto educacional. Entre os ministros que proferiram votos favoráveis estão Edson Fachin, relator do processo, Dias Toffoli, Alexandre de Moraes, Luiz Fux, Cristiano Zanin e Flávio Dino.

Edson Fachin, em seu voto, concordou com o argumento do PSOL de que é fundamental especificar a proteção contra discriminações nas escolas. "Uma restrição a direitos fundamentais desta natureza não apenas deveria estar posta expressamente, senão também haveria de ser acompanhada de argumentos dotados de extraordinário peso que a justificassem", afirmou o ministro.

O julgamento virtual do caso foi encerrado às 23h59 desta sexta-feira.

Em caso de  pedido de vista, o julgamento pode ser interrompido por até 90 dias. Em casos de pedido de destaque, a votação deve ser transferida para o plenário físico.

 

Oportunidade de Emprego

Prefeitura abre seleção sem prova com salário de R$ 2,5 mil em Campo Grande

Inscrições gratuitas começam na segunda-feira (9); seleção exige formação em Magistério ou Normal Médio e será feita por análise de títulos.

06/11/2026 19h32

Prefeitura de Campo Grande abre processo seletivo com salário de R$ 2,5 mil e inscrições gratuitas a partir de segunda-feira (9).

Prefeitura de Campo Grande abre processo seletivo com salário de R$ 2,5 mil e inscrições gratuitas a partir de segunda-feira (9). Foto: Divulgação Prefeitura de Campo Grande

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Previdência Social

INSS muda auxílio-doença e dá 10 dias para nova análise em MS

Nova regra já está em vigor e permite que segurados que tiveram o benefício negado pela análise de documentos apresentem novos laudos antes de recorrer

06/11/2026 18h31

Segurados aguardam atendimento em setor de perícia médica do INSS; novas regras permitem pedir reanálise do auxílio-doença negado em até dez dias.

Segurados aguardam atendimento em setor de perícia médica do INSS; novas regras permitem pedir reanálise do auxílio-doença negado em até dez dias. Foto: Agência Brasil

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