Reconhecido pela sua importância e pela sua relevância em Mato Grosso do Sul, o Correio do Estado completa 71 anos de história mantendo o seu dever de informar o leitor de forma fidedigna.
Muito em breve, os compromissos que temos com a informação – e que os nossos leitores assíduos sempre tiveram – também aparecerão na forma de um selo do Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo (Projor), que contabiliza boas práticas de integridade de apuração da notícia e que conta com apoio do Google News Initiative, segmento do gigante da tecnologia, um dos maiores distribuidores de informações do mundo.
O reconhecimento não vem só de parceiros nacionais e globais, mas também do público que, de diferentes gerações, acompanharam e acompanham o Correio do Estado.
A empresa, que hoje está presente na internet, em redes sociais e também na tradicional versão impressa, foi fundada em 7 de fevereiro de 1954. Ao longo das décadas, foi se tornando um dos jornais mais conceituados de Mato Grosso do Sul, sendo referência jornalística nas editorias de política e economia no Estado.
Informando com seriedade e confiabilidade, o jornal impresso do Correio do Estado segue em circulação de maneira ininterrupta, com exemplares entregues em todas as regiões do Estado, em cidades importantes como Amambai, Anastácio, Aquidauana, Aparecida do Taboado, Camapuã, Corumbá, Coxim, Dourados, Jardim, Miranda, Naviraí, Paranaíba, Ponta Porã, Rio Brilhante, Rio Verde de Mato Grosso, São Gabriel do Oeste e Três Lagoas.
Se adaptando ao ambiente digital, o Correio do Estado também está presente na internet, por meio do seu portal on-line, o qual, desde 2010, mantém o leitor atualizado com as principais notícias do dia no âmbito regional e nacional.
ATLAS DA NOTÍCIA
Para demonstrar o seu compromisso ético e de credibilidade de líder com o público leitor, o Correio do Estado aderiu ao projeto Atlas da Notícia, realizado pelo Projor, com o apoio do Google News Initiative.
A partir de uma cartilha informativa de melhores práticas do jornalismo, o Correio do Estado se compromete em executar os indicadores de compromissos com o público elencados pelo Projor, a fim de obter a emissão de um selo de identificação do veículo que atesta o trabalho jornalístico realizado com precisão e transparência para o interesse público.
Ao todo, são 11 indicadores de compromisso descritos pelo Projor para a obtenção do selo, os quais tratam sobre expediente, princípios editoriais, política de correção de erros, afiliação a associações setoriais de jornalismo, acesso aos profissionais da redação, propriedade do veículo, identificação clara de conteúdos patrocinados, transparência de financiamento, identificação de autoria, política de privacidade e acessibilidade.
O Correio do Estado tem o compromisso de atender a estes indicadores e também treina constantemente sua equipe em princípios e temas como ética, transparência e independência jornalística.
ÉTICA NO JORNALISMO
Conforme informa o Projor, o trabalho ético de um veículo de imprensa ocorre quando o mesmo assume compromissos de forma transparente com o público, criando, assim, elos de confiança.
Isso permite que a sua audiência avalie criticamente a informação publicada, saiba como foi produzida e tenha canais para se manifestar a respeito.
“Entendemos que esses elos de confiança são uma base sólida para a sustentabilidade das organizações jornalísticas a longo prazo, permitindo que seus veículos mantenham os compromissos com suas comunidades de leitores e com as melhores práticas jornalísticas”, afirma o Projor.
Para Marcos Paulo da Silva, professor de Jornalismo da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e pós-graduado em Comunicação e Estudos de Linguagens, o jornalismo na contemporaneidade passa por um período de desconfiança da sociedade como papel mediador, necessitando de um processo de fortalecimento e recuperação.
“O jornalismo precisa, nesse período, desses processos [de fortalecimento e recuperação], que passam por modelos de transparência, qualificação e, acima de tudo, de defesa de pressupostos caros ao pensamento crítico e ao estado democrático de direito”, declara.
Sobre o manual qualificador criado pelo Projor, o professor Marcos Paulo acredita que esse processo é pertinente, levando em consideração pesquisas que apontam o Brasil como um dos países onde há mais desconfiança da população na apuração de notícias.
“Qualificar os seus procedimentos de apuração, transparência e condições de trabalho com base em um manual como o do Projor mostra-se bastante salutar. Qualquer iniciativa de qualificação do jornalismo regional de relevância sobre o papel dos veículos de imprensa como mediadores da vida cotidiana deve ser saudada”, finaliza Silva.
Segundo o Projor, a missão do jornalismo é produzir informações que ajudem as pessoas a saber o que acontece em setores como a política, a economia, a educação, a saúde e o meio ambiente. É por meio do jornalismo de qualidade que os cidadãos podem decidir, por exemplo, em quem votar nas eleições.
O jornalismo também cobre outros temas importantes para a vida cotidiana, como esportes, gastronomia, música, cinema e literatura.