Tive um encontro rápido, mas muito cordial, com o general de exército Menandro, atual Comandante Militar do Oeste. Ele sentou praça um ano antes de mim sendo, atualmente, um dos oficiais mais qualificados do Exército brasileiro.
Assisti com grande interesse a sua palestra na audiência pública Segurança das Fronteiras: Responsabilidade da União, realizado agora na Assembleia Legislativa, por iniciativa dos deputados Coronel David e Junior Mochi, atual Presidente.
Antes, ele estivera no Ministério da Defesa, tendo como auxiliar direto o General de Divisão Cesar Augusto Nardi de Souza meu fraterno colega de turma na 2ª Companhia do Curso Básico da Academia Militar das Agulhas Negras, em 1976.
Com certeza, Nardi muito aprendeu com o General Menandro. Neste momento, o general Nardi está trabalhando no Comando de Operações Terrestres, em Brasília, que tem como Comandante o General de Exército Paulo Humberto, predecessor do general Menandro no Comando Militar do Oeste. Mais uma vez, Nardi tem a sua frente outro comandante de alto nível.
Quero, aqui, corrigir um equívoco publicado no artigo “Presidenta e generais” (Correio do Estado, 21/05/2016). É, na verdade, agora, em dezembro, que o General de Divisão Cesar Augusto Nardi de Souza está concorrendo na lista para tentar adquirir a sua quarta estrela.
Tendo o Exército um comandante da estirpe do general Villas Boas e sendo uma instituição que “nunca foi a generalização de arbítrios”, acredito que não existe a menor possibilidade para golpes ou rasteiras.
No Exército que conheci por dentro, o nome do General de Divisão Cesar Augusto Nardi de Souza é uma legenda de cultivo de virtudes militares, respeito à lei e valorização dos Direitos Humanos.
Ao mesmo tempo, com um Alto Comando como o atual que respeita “a opção democrática que o Brasil fez e que os homens de bem estão decididos a confirmar”, o nome do meu colega de turma é um dos mais respeitáveis, e se não me engano foi tríplice coroado, tirando o primeiro lugar em todos os cursos que realizou.
Como um simples cidadão, vou acompanhar o processo de escolha, torcendo para que a decisão suprema recaia sobre o nome do meu colega.
Desejo também afirmar que se ele não for escolhido jamais irá reclamar e colocará, com a humildade que lhe é peculiar, o pijama como um digno e exemplar chefe militar que foi até agora, mas confesso, publicamente, que, como seu colega, ficarei com uma “pulga atrás da orelha”. Vamos aguardar o resultado. Tenho informações de que a turma Juarez Távora (1976-1979) já iniciou a vigília...