Chegamos ao século 21 do 3º milênio! Passados já mais de 195 anos de independência do Brasil, e ainda o povo brasileiro não fulgura na nata social do 1º Mundo, por não viver num modelo de democracia sério.
Não bastam eleições livres para caracterização da democracia sem a prática do respeito às instituições nacionais, ao trabalho produtivo, à liberdade de investimentos necessários ao desenvolvimento social e, sobretudo, o respeito à lei.
Sem cumprimento a esses princípios pétreos, não há democracia, o que existe na verdade no Brasil atual é libertinagem e esculhambação. Tudo com um só culpado: o fim do governo militar, que deu margem à rapinagem perpetrada por políticos corruptos, que venceram eleições embevecendo o eleitorado ignorante, constituído na maioria por analfabetos, semianalfabetos e menores de idade, cujos eleitores sucumbiram docilmente à cantilena enganosa dos corruptos de terem “lutado contra a ditadura militar”.
Pasma que os políticos brasileiros de todos os tempos nunca se alinharam ao exemplo de democracia praticado nos países ricos, como França e Estados Unidos, por exemplo, cujos políticos jamais se afastaram do dever de respeito aos eleitores e honra à Pátria sobretudo.
Esses países, em conjunto com os demais do 1° Mundo, certamente não sucumbem à corrupção e ao vandalismo dos traidores políticos amantes da corrupção, porque seus eleitores votam conscientemente e assim jamais colocarão no poder os algozes da democracia, como sempre fez o incauto povo brasileiro – presa fácil à gula dos corruptos, que não cochilam na rapinagem do erário público e importantes empresas nacionais, como a Petrobras, que quase foi à falência nos governos de Lula e Dilma.
Aliás, no segundo governo da latrocida Dilma, a Petrobras quase foi vendida aos americanos a preço de banana. Não fosse o clamor da imprensa e do povo, a nossa pujante Petrobras não seria mais brasileira.
Com efeito, não há democracia neste País tão rico e grandioso, o qual, malgrado suas riquezas naturais e humanas, sofre as mazelas de uma democracia aparente, sob o pálio da Constituição de 1988, que foi escrita por bandidos travestidos de constituintes, egressos dos presídios do governo militar, os quais, depois de receberem o governo pacificamente das mãos dos militares, inseriram na Carta Magna muitos direitos e poucas obrigações, tornando o País ingovernável.
O resultado é a inaceitável bandalheira à que assistimos impotentes de norte a sul, que joga nosso amado Brasil no lixo do 3º Mundo! Democracia é sistema sério de governo, que não permite desrespeito à lei, que surgiu na Grécia antiga e se aperfeiçoou na Europa pela filosofia do Iluminismo, inspirado no dístico “Liberdade e Justiça”, notadamente quando vigia o feudalismo, que motivou na França a Revolução Francesa sob a trilogia “Igualdade, Liberdade e Fraternidade”.
O monarca Frederico II da Prússia, um dos “déspotas esclarecidos” do Iluminismo, tinha por lema a metáfora “A espada vence, mas não convence”.
Em 1924, no Brasil, os revoltosos da Revolução Tenentista lutaram sob o lema “Se as urnas mentem, que falem as armas”. Nosso saudoso déspota esclarecido, Getúlio Vargas, vencedor da Revolução de 1930, implementou muitos benefícios ao povo brasileiro, entre eles a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), derrotando os coronéis escravagistas ao conceder na marra ao trabalhador brasileiro os benefícios da Lei Trabalhista.
Outro período de grande avanço social foi a ditadura militar, que impôs no Brasil austeridade e prosperidade, levando à imensidão do interior brasileiro grandes realizações econômicas e sociais, entre eles o colossal sistema da casa própria, em favor dos brasileiros mais humildes.
Conclui-se que em ambos os sistemas “autoritários” – getulista e militar – existiu no Brasil democracia séria, calcada no respeito à lei e nas instituições nacionais.