“Preservação do meio ambiente” é tema que ganhou força a partir do fim da 2ª Guerra Mundial, quando países industrializados, preocupados com a rápida ascensão dos emergentes, e a consequente concorrência no comércio mundial, financiaram fundamentalistas ambientais a divulgarem pelo mundo afora teorias sensacionalistas sobre o meio ambiente, pregando a preservação do ecossistema como meio de “salvação do planeta”. É o caso da organização ativista “Greenpeace”, dotada de arquibilionário orçamento patrocinado por capitalistas do primeiro mundo, com a incumbência de infernizar a vida de comunidades pelo mundo afora, com a justificativa de “proteção do ambiente”, como assim fez no Brasil tempos atrás, ao invadir o Rio Amazonas e incitar populações ribeirinhas a compartilharem com suas atuações anarquistas.
Governantes de países ricos e emergentes se reuniram na Europa e no Japão, a fim de estabelecem acordo sobre o meio ambiente, ocorrendo o último desses encontros em Paris, em 2016, tendo os Estados Unidos surpreendido o mundo com adesão ao protocolo de “preservação do meio-ambiente”, firmado pelo então Presidente Obama. Recentemente, sob a égide de Trump, os americanos voltaram atrás e cancelaram o compromisso. Justificaram que, para cumprir as normas de conduta impostas no documento, os Estados Unidos teriam de extinguir indústrias, que hoje são o motor econômico de regiões importantes do país e, embasados em pesquisa da consultoria National Economic Research Associates (Nera), argumentaram que “as restrições impostas pelo acordo poderiam significar o desaparecimento de dois milhões e setecentos mil postos de trabalho gerados pelas indústrias daquelas regiões”.
O Brasil foi um dos primeiros países a assinar o acordo de Paris, o que veio a engrossar em nosso País o “terror ambiental”, supostamente provocado pela indústria. Assim, a submissão às teorias ambientalistas tem provocado restrições à industrialização em volumoso acervo de leis ambientalistas, o que vem impedindo importantes empresas interessadas a se estabelecerem em todo País. O resultado é o marasmo produtivo, que tem afetado drasticamente a economia nacional, levando ao infortúnio do desemprego milhões de brasileiros. Pasme: no período de novembro de 2017 a janeiro de 2018, o Brasil tinha doze milhões e setecentos mil desempregados, segundo o IBGE (!), número alarmante, que só não assusta políticos falastrões ávidos de prestígio pessoal perante o eleitorado, a pregarem hipocritamente a “expansão de emprego”, entretanto, chegam ao paradoxo de atacarem empreendimentos indispensáveis ao desenvolvimento socioeconômico.
Graças a Deus, instala-se em MS um parque industrial de grande porte, a dinamizar a economia estadual e dar emprego a milhares de pessoas. Providencialmente, aproveita o eucalipto que apodrecia no sul do Estado, produzindo em 2017 mais de cinco milhões de toneladas de papel-celulose, que renderam aos cofres públicos oito bilhões de dólares, conforme ainda o IBGE, contribuindo assim com excelente e providencial arrecadação de tributos federais e estaduais. Outros empreendimentos de suma importância aguardam pacientemente a boa vontade dos esbirros governamentais do meio ambiente estadual, para assinatura das “licenças ambientais”.
Outros importantíssimos empreendimentos na área do agronegócio enriqueceram, no mesmo período, a economia brasileira, destacando-se em MS as ricas culturas da agropecuária nas regiões de Dourados e Chapadão do Sul, encantando-nos o sublime panorama dos girassóis balançando graciosamente suas copas amarelas à luz do sol na imensa planície, como uma dádiva de Deus a nos mostrar um futuro de prosperidade. Desentoada com a beleza desse cenário de gala, a falácia do “meio ambiente” de políticos hipócritas em campanha eleitoral, em desrespeito a treze milhões de infelizes brasileiros desempregados.