Artigos e Opinião

ARTIGO

Tiago Alves: "Espaços coletivos crescem e se diversificam no Brasil"

CEO da Regus e Spaces no Brasil

Aline Oliveira

25/02/2019 - 02h00
Notícia sem imagem

Nos últimos anos, temos mudado a forma como pensamos setores inteiros: o entretenimento audiovisual passou pela transformação on demand, músicas podem ser acessadas via streaming de inúmeras plataformas, o deslocamento urbano vive o conceito de “carona remunerada”, entre outros serviços que chegam a todo momento para modificar o nosso dia a dia. A tecnologia é a protagonista dessas mudanças e tem revolucionado as nossas vidas em diversos aspectos.

O ambiente de trabalho é um deles. Os escritórios estão mudando e os resultados disso têm transformado a experiência de trabalho de muitas pessoas. Para empresas que estiverem dispostas e suas atividades permitirem operar em novos modelos, essa é uma alternativa que pode gerar vantagem competitiva, reduzir custos e ajudar na atração e retenção de talentos. 

Exemplo disso são os espaços compartilhados, que chegaram no Brasil após se popularizarem nos Estados Unidos e na Europa – cidades como Barcelona e Nova York são expoentes dessa tendência.

De acordo com o Censo Coworking Brasil, em 2016, foram registrados 378 escritórios operando no modelo de espaço compartilhado de trabalho. Em 2017, o número subiu para 810 e, em 2018, para 1.194.
Entre os benefícios desses espaços estão maior produtividade, menores despesas gerais e horas economizadas em deslocamento.

De acordo com um modelo de crescimento acelerado, que estabelece um cenário que faz uso do trabalho flexível em maior grau que o atual, o corte no deslocamento proporcionado pelo trabalho remoto pode economizar 3,53 bilhões de horas até 2030.

O país também registou crescimento em outras áreas da chamada economia compartilhada, como os coliving. A modalidade permite que os moradores aluguem quartos com banheiros privativos, mas dividam as áreas comuns com os outros habitantes do local, incentivando o convívio, a aproximação entre as pessoas e a troca de experiências.

No Japão, por exemplo, o conceito de moradia compartilhada já é bastante comum. Criado em Nagoya, pela empresa Naruse Inokuma Architects, o projeto LT Josai possui 13 quartos individuais de 12m² e áreas de convivência como cozinha, banheiros e salas de estar e jantar.

No Brasil, outra forma de partilha que vem ganhando força é a da multipropriedade, que se caracteriza pela aquisição de um imóvel de forma compartilhada, dividindo-o com outros coproprietários. Assim, cada comprador usa sua cota de tempo para usufruir da propriedade durante determinado período do mês ou do ano, em rodízio.

O texto da Lei 13.777/18 que trata sobre o tema já foi aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pelo então presidente Michel Temer.

Artigo

A vingança da natureza promete ser terrível!

As florestas tropicais, como a Amazônia, as florestas da África Central e as do Sudeste Asiático, desempenham papel fundamental para o equilíbrio climático do planeta

06/11/2026 07h30

A vingança da natureza promete ser terrível!

A vingança da natureza promete ser terrível! Foto: Arquivo Correio do Estado

Continue Lendo...

Editorial

Aversão à vigilância da atividade policial

Se não existe procedimento padrão seguro dentro das delegacias, que dirá fora delas

06/11/2026 07h20

Aversão à vigilância da atividade policial

Aversão à vigilância da atividade policial Foto: Arquivo Correio do Estado

Continue Lendo...

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).