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se a moda pega

Buraqueira causa acidente com 4 veículos e seguradora aciona a Agesul

Acidente aconeceu em outubro de 2024 na MS-377, próximo a Inocência. Rodovia está sendo recuperada, mas obras ainda estão no começo

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A falta de manutenção na MS-377, rodovia que liga Água Clara a Inocência, pode sair caro aos cofres estaduais. É que uma seguradora entreou na Justiça, na última terça-feira, com um pedido de indenização exigindo que a Agesul seja resposabilizada pela prejuízos sofridos por um caminhoneiro que se envolveu em um acidente que ocorreu em decorrência da buraqueia. 

Na ação judicial, a Conecta Trck, uma espécie de cooperativa que de caminhoneiros, alega que o acidente envolvendo seu associado ocorreu única e exclusivamente por conta dos burados e da falta de acostamento na rodovia. 

O acidente ocorreu no dia 18 de outubro de 2024 e conforme o boletim de ocorrência anexado ao processo, os pneus de uma caminhonete Ford Ranger estouraram quando ele passou por um buraco. Por conta disso, o motorista perdeu o controle da direção e bateu na lateral de uma carreta. 

Na sequência, a caminhonete bateu de frente com outra carreta. No mesmo instante, um terceiro caminhão acabou batendo na traseira desta carreta. Os caminhoneiros saíram ilesos, mas o condutor da caminhonete foi inicialmente levado ao hospital de Inocência e depois transferido para a Santa Casa de Campo Grande por conta da gravidade dos ferimentos. 

Agora, pouco mais de um ano depois do acidente, a seguradora exige que a Agesul seja obrigada a pagar os reparos da última carreta que se envolveu no acidente, no valor de R$ 159.019,87, além de juros, correção monetária e custas processuais. Marcas ne frenagem no asfalto mostram que ele tentou parar o veículo a mais de 50 metros antes de colidir, mas não conseguiu. 

Parte frontal da carreta sofreu série de avarias e agora a seguradora exige quase R$ 160 mil da Agesul

A colisão aconteceu na altura do km-123, entre a cidade de Inocência e o local onde está sendo construída a fábrica de celulose da Arauco, região onde o fluxo de veículos disparou em decorrência da obra. Em meados de 2024 o Govendo do Estado chegou a anunciar que cerca de 50 quilômetros da rodovia naquela região seriam refeitos, com a substituição do asfalto tradicional por pavimento de concreto. 

Porém, como a Arauco definiu que transportaria as 3,5 milhões de toneladas anuais de celulose por ferrovia, a proposta de usar concreto acabou sendo engavetada.

Mas, em julho do ano passado a Agesul concluiu licitação destinando R$ 23,98 milhões para recapeamento de 48 quilômetros na região onde ocorreu o acidente. As obras, porém, estão longe de acabar. 

Pela rodovia trafegam todos os caminhões que levam equipamentos ao canteiro de obras da fábrica da Arauco e todos os trabalhadores que atuam no canteiro de obras. Atualmente são em torno de dez mil que chegam e saem diariamente do local.

Além disso, pela rodovia também passa toda a celulose despachada fa fábrica da Suzano de Ribas do Rio Parado, em torno 180 caminhões diariamente. 

No pedido de indenização, a seguradora alega que "a referida rodovia encontrava-se em estadoabsolutamente precário de conservação, apresentando diversos buracos na pista de rolamento, além da total ausência de acostamento, circunstância esta que, por si só, já representa grave violação ao dever estatal de manutenção e segurança viária"

"O veículo protegido pela Autora, conduzido de forma regular e prudente, acabou por colidir na parte traseira do último veículo da composição à sua frente, não por imprudência ou culpa de seu condutor, mas pela impossibilidade material de evitar o impacto, diante da cadeia de eventos provocada pela deficiente conservação da via pública e pela ausência de acostamento que permitisse qualquer alternativa segura", diz a seguradora.

Apesar de o acidente ter acontecido no município de Inocência, a ação deu entrada na Vara de de Fazenda Pública de Campo Grande, já que a sede da Agesul está na Capital.

Motorista da caminhonete sofreu ferimentos graves e teve de ser transferido de Inocência para a Santa Casa de Campo Grande

Investimento

Jogos Abertos de MS custarão cerca de R$ 2,8 milhões

Desse montante, R$ 2,6 milhões serão destinados para uma Organização de Sociedade Civil, e outros R$ 200 mil para camisetas, arbitragem e ambulância

13/03/2026 12h15

Com calendário de abril a setembro, JAMS já tem data para acontecer

Com calendário de abril a setembro, JAMS já tem data para acontecer Arquivo/Fundesporte

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Com seis etapas regionais e duração de abril a setembro, os Jogos Abertos de Mato Grosso do Sul (JAMS) tiveram suas cidades-sedes definidas. As cidades selecionadas foram Maracajú, Antônio João, Nova Andradina, Brasilândia, Rochedo e Jardim.

A edição de 2026 contará com um total de 49 municípios que aderiram à competição, resultando na inscrição de 215 equipes, somando atletas e comissão técnica, podendo chegar a aproximadamente 4 mil membros, distribuídos nas seguintes competições: vôlei, basquete, futsal e handebol.

Para a definição das sedes, foi feita uma vistoria e cada uma tinha que cumprir alguns requisitos para serem aceitas. O critério de avaliação foi definido em estrutura física disponibilizada pelos municípios, capacidade de apoio logístico, além do rodízio entre as cidades.

As fases já têm data para acontecer. A divisão foi feita da seguinte maneira: a cidade de Maracajú receberá a primeira fase nos dias 24, 25 e 26 de abril. A segunda fase será sediada em Antônio João e recebe a competição entre os dias 15 e 17 de maio.

Já a terceira fase está prevista para acontecer em Nova Andradina, nos dias 22, 23 e 24 de maio. A quarta etapa será em Brasilândia, entre os dias 29 e 31 de maio. A quinta fase acontecerá em Rochedo, nas datas de 26 a 28 de junho.

Por fim, recebendo a última etapa regional, tem a cidade de Jardim como sede. As disputas vão de 11 a 13 de setembro. Vale ressaltar que cada regional abrange de 13 a 14 cidades em suas sedes.

Em contato com a Fundação de Desporto e Lazer de MS (Fundesporte), foi revelado que serão investidos mais de R$ 2,8 milhões, que serão distribuídos da seguinte forma: uma Organização de Sociedade Civil (OSC) irá receber um apoio financeiro de até R$ 2,6 milhões para realização das fases regionais, finais e paralímpica.

Os outros R$ 200 mil serão custeados pela Fundesporte para compra de camisetas, contratação de arbitragem e custeio da ambulância, totalizando, assim, um investimento de R$ 2,8 milhões.
 

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"Tô de Olho"

Fiscalização do Inmetro reprova 34% dos bicos de abastecimento investigados em MS

Ação com apoio da Agência Nacional do Petróleo (ANP) inspecionou mais de 3,6 mil bicos de abastecimento no País, visitando 32 postos em Mato Grosso do Sul

13/03/2026 11h59

Em Mato Grosso do Sul foram fiscalizados um total de 180 bicos de abastecimento, durante visitas feitas em 32 postos

Em Mato Grosso do Sul foram fiscalizados um total de 180 bicos de abastecimento, durante visitas feitas em 32 postos Reprodução/ASCOM/AEM/MS

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Através de ação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), em parceria com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, a fiscalização nacional que vistoriou 340 postos no País reprovou 34% dos bicos de abastecimento investigados em Mato Grosso do Sul. 

Entre os dias 10 e 12 de março, a ação integrada  coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) foi batizada de "Tô de Olho no Abastecimento Seguro e na Medida Certa", com as ações realizadas em postos de combustíveis sendo feita pelo Inmetro, que além disso investigou também produtos da cesta básica. 

No caso dos postos, o foco dessa investigação foram possíveis fraudes eletrônicas nas bombas medidoras e através da verificação do volume de combustível líquido efetivamente entregue ao consumidor, inspecionando 3.651 bicos de abastecimento em todo o País. 

Conforme o Inmetro em nota, as irregularidades mais recorrentes encontradas foram: 

  • Indícios de adulteração nas placas eletrônicas das bombas, 
  • Mau estado de conservação dos equipamentos,
  • Vazamento de combustível, 
  • Erros de medição em prejuízo do consumidor e 
  • Lacres de segurança rompidos.

Além do Mato Grosso do Sul e do Distrito Federal (DF), a fiscalização sempre com apoio das polícias locais aconteceu também nas seguintes localidades: 

  1. Acre,
  2. Alagoas,
  3. Ceará,
  4. Paraíba,
  5. Rio Grande do Norte,
  6. Roraima,
  7. Santa Catarina e
  8. São Paulo,

MS

Conforme o ranking da Operação Tô de Olho no Abastecimento Seguro, de março de 2026, divulgada pelo Inmetro, nacionalmente houve a reprovação de 831 bicos de abastecimento em todo o País. 

Em Mato Grosso do Sul foram fiscalizados um total de 180 bicos de abastecimento, durante visitas feitas em 32 postos sul-mato-grossenses. Nesse caso, houve uma reprovação de 62 desses itens fiscalizados. 

Em números locais, isso representa um índice de 34% de reprovação em Mato Grosso do Sul, o terceiro pior registrado nos locais de pesquisa, abaixo apenas do do Ceará, onde 179 dos 416 bicos fiscalizados foram reprovados (43%), que perde apenas para o Rio Grande do Norte, em que a reprovação bateu 100% diante de 225 dos 226 itens não passando no teste. 

Localmente, as principais irregularidades constatadas consistem em: mau estado de conservação das bombas e mangueiras; segmentos de dígitos danificados nos mostradores e medidas de volume apresentando vazamentos.

Além de irregularidades ligadas ao plano de selagem, houveram ainda autuações por:  

  • Erros de vazão,
  • Eliminador de ar e gases inoperante,
  • Fiação exposta,
  • Lacre violado e
  • Erros de medição acima do limite admissível.

Com isso, a ANP destaca o trabalho de fiscalização da qualidade dos combustíveis que estão sendo comercializados nos postos em todo o território nacional, avaliando padrões técnicos, origem e armazenamento dos produtos. 

Além disso, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia lembra que certos indicativos, como preço muito abaixo do praticado, bombas sem o selo do Inmetro ou postos sem bandeiras de identificação por si só já devem acender um alerta aos consumidores. Além disso, o órgão deixa uma série de dicas que podem ser seguidas para evitar possíveis prejuízos na hora de abastecer: 

  1. Verifique se as bombas de combustíveis têm o selo do Inmetro;
  2. Confira se os mostradores estão em bom estado, sem rachaduras, dígitos danificados, ou falhas de leitura, e boa iluminação para ver claramente, inclusive à noite, o volume e preço a pagar.
  3. Mangueiras e conexões também precisam estar em perfeito estado, sem vazamentos ou deformações.
  4. Confirme se o posto possui a medida-padrão de 20 litros, verificada pelo Inmetro. Caso seja diferente da indicada no painel, o consumidor pode solicitar para verificar o volume abastecido.


 

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