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DENGUE

Campo Grande tem 45 mil imóveis fechados que são risco à saude

Campo Grande tem 45 mil imóveis fechados que são risco à saude

ANAHI ZURUTUZA

21/01/2012 - 00h02
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Imóveis abandonados e residências cujos donos nunca são encontrados continuam sendo uma das principais dificuldades do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) no combate à dengue. De acordo com o chefe do Serviço de Controle de Vetores do município, Alcides Ferreira, no último ciclo de vistorias (novembro e dezembro de 2011), os agentes de saúde depararam-se com 45.653 domicílios fechados em Campo Grande. Todos estes imóveis, destaca Ferreira, representam risco à população, já que podem abrigar focos do mosquito transmissor da doença.

Segundo o chefe do controle de vetores, a cada ciclo (a cada dois meses) os agentes de combate à dengue percorrem todos os domicílios da Capital à procura depósitos propícios para a proliferação do mosquito Aedes aegypti e o índice de domicílios nos quais não é possível fazer as visitas gira entorno de 12%. “O que mais preocupa a gente são os imóveis abanadonados. Os que estão fechados para alugar ou vender, o CCZ consegue entrar, porque temos uma parceria com as imobiliárias, mas os que o dono nunca é encontrado e os que estão abandonados interferem no bom resultado do nosso trabalho. Todo o nosso esforço, não vale nada se existem imóveis que são focos de dengue e que a gente não consegue entrar para combater”.

No Bairro São Francisco, uma casa localizada na Rua Antonina de Castro Farias tem “tirado o sono” dos vizinhos. O proprietário e a família, segundo um morador das proximidades que pediu para ter a identidade preservada, mudaram-se em novembro do ano passado e desde então, a piscina não recebeu manutenção. Ao lado do imóvel, uma casa está em construção e um dos funcionários da obra afirma que teve dengue recentemente. “Em residências onde não mora ninguém, o problema nem sempre são as piscinas, ralos e sanitários também podem ser focos o Aedes aegypti”, explica Alcides Ferreira.

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Cidades

Turistas são resgatados após ficarem perdidos na mata em Bonito

Quatro homens decidiram iniciar o ano descendo o rio Formoso a nado, mas acabaram se perdendo em meio à mata

02/01/2025 18h34

Arquivo Correio do Estado

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No dia 1º de janeiro, para comemorar o início do ano, quatro turistas decidiram descer o rio Formoso a nado no início da tarde. Contudo, acabaram se perdendo em meio à mata em Bonito.

Segundo informações da assessoria do Corpo de Bombeiros repassadas ao Correio do Estado, desde o acionamento, o resgate durou cerca de três horas.

Os turistas relataram que estavam nadando próximo às margens do rio, saindo de uma propriedade rural, quando a mata ficou fechada. Nesse ponto, entraram em contato com plantas conhecidas como arranha-gato e capim-navalha.

Ainda que a vegetação causasse desconforto, o grupo só decidiu parar ao avistar uma cachoeira e optou por não seguir em frente. Como não retornaram, e as horas foram passando, os familiares acionaram o Corpo de Bombeiros.

A equipe realizou o trajeto durante a noite e, após percorrer alguns quilômetros, começou a ouvir gritos de socorro das vítimas. Conforme os bombeiros, o grupo revezava os gritos em intervalos regulares para facilitar a localização.

Dessa forma, os bombeiros conseguiram localizar os quatro homens, que estavam bem. O resgate emocionou um deles, que chorou muito e, segundo relatos, sofreu uma crise nervosa.

Mesmo na escuridão e em uma região de mata fechada, a equipe conseguiu realizar o resgate com sucesso. Eles desceram o rio utilizando técnicas de segurança e cuidado, garantindo que todos saíssem da área até uma estrada vicinal. Os turistas foram encaminhados ao hospital local e liberados após receberem atendimento.

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Cidades

Corumbá inicia mutirão de limpeza mudando visual para o Carnaval

Além de preparar a cidade para receber turistas, preocupação é também com a incidência de casos de dengue, zika vírus e Chikungunya

02/01/2025 17h45

Mutirão de limpeza já se iniciou no primeiro dia útil em Corumbá

Mutirão de limpeza já se iniciou no primeiro dia útil em Corumbá Foto: Divulgação

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O primeiro dia de trabalho do prefeito corumbaense Gabriel Oliveira foi pelas ruas da cidade, tomada pelo lixo e mato reflexos do abandono da gestão anterior. A preocupação não é apenas com a incidência de casos de dengue, zika vírus e Chikungunya, mas em preparar a cidade para receber os milhares de turistas em março, quando ocorrerá o carnaval.

Logo pela manhã, Gabriel lançou as ações da campanha "Feliz Cidade, Cidade Limpa, Povo Feliz", na rua Pedro de Medeiros, bairro Popular Velha. Conversou com moradores e se reuniu com seu secretariado e técnicos, oportunidade em que pediu o empenho de todos. "Será uma campanha de longo prazo e vamos envolver as escolas e empresas", disse.

Novo visual

O foco central é a prevenção às doenças em um período de muita chuva, porém o aspecto de abandono da cidade preocupa o novo gestor. "É uma limpeza do ambiente que a gente vê na cidade, que, infelizmente, está tomada pela sujeira. Acredito que até o carnaval vamos fazer uma boa conscientização e conseguir transformar o visual da cidade", comentou.

Logo cedo, trabalhadores e máquinas "invadiram" o bairro Popular Velha com serviços de em roçada, pintura de meio-fio, coleta de lixo, varrição e controle de endemias nas ruas, terrenos baldios, prédios públicos e residências. A entrada da cidade, pelas BRs 262 e 359, também receberão atenção especial.

O deputado Paulo Duarte acompanhou o início do mutirão e afirmou que a cidade vive um novo momento. "De fato, Corumbá vai viver novos tempos. Tenho certeza que o doutor Gabriel será, junto com a Bia (vice-prefeita), o grande condutor dessa mudança. Estarei sempre aqui para apoiar toda e qualquer ação da prefeitura", destacou.

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