Cidades

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Comitê religioso é empossado na Santa Casa

Comitê religioso é empossado na Santa Casa

Redação

25/03/2010 - 08h06
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A Santa Casa de Campo Grande deu posse, na noite de terça-feira, ao Comitê de Assistência Religiosa, colegiado que vai coordenar as atividades de capelania na instituição, beneficiando pacientes, familiares e servidores. Criado pela Portaria nº 03, de fevereiro deste ano, o comitê facilitará o cumprimento da Constituição Federal, que assegura a prestação de assistência religiosa nos estabelecimentos de internação coletiva, incluindo as unidades hospitalares. A solen idade de posse aconteceu no auditório do hospital e contou com a presença do presidente do estabelecimento, Pedro Chaves, e do diretor-administrativo, Salim Cheade. Foram empossados Adão José Pereira (coordenador do comitê), Marco Antônio Gonçalves, Adailton José Miorin, Marcelo Moura da Silva, Zely Reynaud D’Ávila e Waldomiro Santos Pancini. De acordo com a Santa Casa, essa coordenadoriaadministrativa está composta por representantes da Igreja Católica Apostólica Romana, da Igreja Evangélica, outros credos e uma representante da administração da própria Santa Casa, no caso a assistente social Alvina de Oliveira. O serviço de capelania vai oferecer solidariedade, conforto humano e espiritual, respeitando a individualidade e crenças religiosas de cada um, servindo de apoio aos familiares de pacientes em situações críticas e de sofrimento, além de desenvolver ações de ajuda espiritual. O colegiado também estabelecerá critérios para cadastramento de voluntários religiosos, oferecendo-lhes cursos, seminários e outros. Desde que chamado diretamente por um paciente ou familiar, o visitante religioso não integrante da equipe voluntária deverá, obrigatoriamente, apresentar sua identificação eclesiástica nas portarias do hospital.

LUTO

Ex-jornalista do Correio do Estado, Celso Bejarano, morre aos 63 anos

Ele foi vítima de uma insuficiência cardíaca e teve que ser submetido a uma cirurgia, da qual saiu intubado por complicações pulmonares

04/03/2026 08h05

Jornalista, Celso Bejarano Júnior

Jornalista, Celso Bejarano Júnior Divulgação

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Jornalista, Celso Bejarano Júnior, morreu na madrugada desta quarta-feira (4), no Hospital Cassems, localizado na avenida Mato Grosso, número 5151, em Campo Grande. Ele tinha 63 anos e deixou três filhos.

Ele foi vítima de uma insuficiência cardíaca e teve que ser submetido a uma cirurgia na tarde desta terça-feira (4), da qual saiu intubado por complicações pulmonares.

Em seguida, foi encaminhado a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em estado grave, mas, o quadro clínico se agravou e ele faleceu às 1h da madrugada nesta quarta-feira (4).

Pedido de ajuda financeiro, para custear despesas de hospital e remédio, circularam nos grupos de jornalismo na tarde desta terça-feira (3).

Celso foi repórter de política no Correio do Estado entre 2021-2024 e também na década de 90.

Atuou no Diário da Serra durante sua carreira. Trabalhou como repórter em Brasília (DF) e Cuiabá (MT) na década de 2000. Também foi correspondente de veículos de imprensa nacionais, como Folha de S. Paulo e UOL.

Atualmente, era jornalista investigativo no Jornal Midiamax, de Campo Grande (MS).

Bejarano fazia parte da Comissão de Ética do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul (Sindjor-MS).

Informações sobre velório e sepultamento ainda não foram repassadas pela família.

guerra do petróleo

Ministro de Israel ameaça matar quem for escolhido como líder supremo do Irã

As declarações foram feitas pelo ministro da defesa de Israel, que comandou os ataques que resultaram no morte do líder anterior, no sábado

04/03/2026 07h19

Um dos comandantes das forças militares dos EUA disse que os bombardeios estão somente no começo no Irã

Um dos comandantes das forças militares dos EUA disse que os bombardeios estão somente no começo no Irã

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O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, ameaçou nesta quarta-feira (4) matar o próximo líder supremo do Irã, independentemente de quem seja escolhido para o cargo.

"Qualquer líder nomeado pelo regime terrorista iraniano para dar continuidade e comandar o plano de destruir Israel, ameaçar os Estados Unidos e o mundo livre e os países da região e reprimir o povo iraniano será um alvo para eliminação", disse Katz, em publicação no X.

No sábado, 28, o ataque lançado pelos Estados Unidos e por Israel matou o aiatolá Ali Khamenei, que até então era o líder supremo do Irã. Na terça-feira, 3, as forças israelenses bombardearam um prédio que costuma abrigar reuniões da Assembleia de Especialistas, responsável pela escolha do novo líder supremo.

O regime iraniano informou, no entanto, que o imóvel estava vazio e que a reunião dos 88 aiatolás que fazem parte da Assembleia de Especialistas seria realizada virtualmente. 

SÓ O COMEÇO

Enquanto isso, o almirante Brad Cooper, chefe do Comando Central dos Estados Unidos (Centcom), disse nesta terça-feira que as forças americanas já atingiram quase 2 mil alvos desde o início da ofensiva contra o Irã, no sábado, 28.

Em vídeo publicado no X, Cooper afirmou que os bombardeios "danificaram severamente as defesas aéreas do Irã" e eliminaram centenas de mísseis balísticos, lançadores e drones.

Em retaliação, as forças iranianas lançaram 500 mísseis e mais de 2 mil drones desde o início do conflito, segundo o almirante.

Cooper afirmou ainda que a operação já mobilizou 50 mil soldados, 200 caças e dois porta-aviões e que "mais capacidade está a caminho".

"Nós acabamos de começar", enfatizou o comandante do Centcom. 

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