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Concurso do Imasul reprova metade dos concorrentes

Além dos reprovados, mais de 1.850 candidatos estavam ausentes; resultado foi divulgado nesta terça-feira

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O resultado preliminar do Concurso do Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), realizado em Campo Grande no dia 9 de junho, foi publicado nesta terça-feira (25) no Diário Oficial do Estado (DOE). Juntamente com a lista de aprovados, está disponível o resultado dos recursos e também os gabaritos finais (acesse aqui).

Dos 7.500 candidatos inscritos, mais de 1.850 se ausentaram da prova.

Dentre os 5.650 que realizaram a prova, metade foram reprovados, já que 2.810 não cumpriram os requisitos de corte.

Os 2.840 aprovados podem consultar individualmente a folha de respostas, bem como o desempenho na prova objetiva, através da aba "boletim de desempenho", disponível no site www.avalia.org.br pelos próximos 60 dias.

O recurso quanto ao resultado preliminar da Prova Escrita Objetiva, por desconformidade da marcação do gabarito com o resultado preliminar apresentado, pode ser interposto até as 23 horas e 59 minutos do dia 26 de junho. Ele deverá ser protocolado em formulário próprio, através do www.avalia.org.br.

Confira o edital completo aqui.

Concurso

Após 18 anos sem ser realizado, o concurso do Imasul tem 99 vagas, distribuídas em nível superior para fiscais e analistas ambientais com o salário inicial de R$ 7.501,48, já o nível médio, o piso salarial varia. Para técnicos em serviços ambientais é de R$ 2.886,32. Por fim, guarda-parques e técnicos ambientais receberão R$ 3.693,50.

Das 99 vagas que serão preenchidas, 61 requisitam a conclusão do nível superior, as outras 38 com nível médio. As vagas são: 

  • 40 para fiscais ambientais (29 de ampla concorrência e 13 para cotistas);
  • 21 para analistas ambientais (15 de ampla concorrência e 6 para cotistas);
  • 10 para técnicos ambientais (7 de ampla concorrência e 3 para cotistas);
  • 23 para técnicos em serviços ambientais (16 de ampla concorrência e 7 para cotistas);
  • 5 para guarda-parques (4 de ampla concorrência e 1 para cotistas).

As cidades de Aquidauana, Bonito, Campo Grande, Corumbá, Costa Rica, Coxim, Dourados e Três Lagoas serão contempladas com as vagas oferecidas.

Os candidatos devem ser graduados em um desses cursos superiores: Engenharias Ambiental, Ambiental e Sanitária, Química, Florestal, Civil, Elétrica, Agronômica, Agrimensura e Cartográfica; Medicina Veterinária, Geologia, Zootecnia, Biologia, Química, Administração, Ciências Contábeis, Análise de Sistema, Geografia, Direito, Pedagogia, Turismo e Assistência Social.

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Peão sofre grave acidente ao cair de touro durante rodeio em MS

Acidente aconteceu na noite desta sexta-feira (4); homem teve fratura facial e está internado

05/04/2025 16h00

Peão sofre grave acidente ao cair de touro durante rodeio em MS

Peão sofre grave acidente ao cair de touro durante rodeio em MS Reprodução - TL Notícias

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Um peão identificado como Johanderson Britto, representante da cidade de Teodoro Sampaio (SP), sofreu um grave acidente durante uma montaria na noite desta sexta-feira (4), na Festa do Peão de Inocência, município localizado a 337 km de Campo Grande. As informações são do portal TL Notícias.

Durante a apresentação, Johanderson foi violentamente atingido pela cabeça do touro e caiu já desacordado dentro da arena. O competidor foi socorrido imediatamente pela equipe de emergência do rodeio.

Ainda inconsciente, foi encaminhado inicialmente ao hospital de Inocência. Porém, devido à gravidade do impacto, precisou ser transferido com urgência ao Hospital Auxiliadora, em Três Lagoas.

Segundo informações preliminares obtidas pelo TL Notícias, Johanderson sofreu fratura facial e foi sedado por recomendação médica. Apesar da gravidade, ele passou a noite estável, sem alterações clínicas.

Em uma publicação nas redes sociais, a mãe de Johanderson pediu orações e agradeceu o apoio que tem recebido:

"Estamos em orações para sua rápida recuperação. Que Deus esteja com ele e com toda a equipe médica."

Veja o vídeo: 

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Construtora é suspeita de extrair basalto sem licença ambiental em MS

Caso sejam confirmadas as infrações, a empresa poderá ser responsabilizada pela extração ilegal e por eventuais danos ao meio ambiente

05/04/2025 14h30

Construtora é suspeita de extrair basalto sem licença ambiental em MS

Construtora é suspeita de extrair basalto sem licença ambiental em MS Divulgação

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Uma construtora é suspeita de realizar a extração e pesquisa de basalto sem as devidas licenças ambientais no município de Deodápolis - localizado a 264km de Campo Grande. Diante da possível irregularidade, o Ministério Público do Estado (MPMS) instaurou um inquérito civil para apurar o caso e investigar se houve dano ambiental.

Segundo a portaria que deu origem ao procedimento, a empresa possui alvará da Agência Nacional de Mineração (ANM) para a pesquisa e exploração do minério. No entanto, a legislação ambiental brasileira exige, além da autorização da ANM, o licenciamento ambiental específico para esse tipo de atividade o que pode não ter sido obtido pela construtora.

Diante destes fatos, o MPMS encaminhou ofícios à Coordenadoria Municipal de Defesa Civil e à Polícia Civil de Deodápolis, solicitando diligências no local da extração. As equipes devem verificar se a atividade está sendo realizada de forma irregular, sem a documentação ambiental necessária.

Após a conclusão das diligências e a análise dos documentos reunidos, o Ministério Público decidirá quais medidas tomar. Caso sejam confirmadas as infrações, a empresa poderá ser responsabilizada pela extração ilegal de basalto e por eventuais danos ao meio ambiente.

O que diz a lei ?

De acordo com o art.10 da Lei nº 6.938/1981 Política Nacional do Meio Ambiente, 'atividades modificadoras do meio ambiente estão sujeitas a licenciamento ambiental prévio'. Esse licenciamento deve ser feito junto ao órgão ambiental competente (municipal, estadual ou federal, dependendo do impacto).

Já o Código de Mineração (Decreto-Lei nº 227/1967) e normas da Agência Nacional de Mineração (ANM) diz que a instituição pode conceder alvarás de pesquisa e autorizações de lavra, mas isso não substitui o licenciamento ambiental.

O empreendedor precisa da licença ambiental emitida pelo órgão ambiental estadual - como é o caso do IMASUL, em MS - antes de iniciar a operação.

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