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SAÚDE PÚBLICA

Dengue faz Hemosul abrir em horário especial no fim de semana

Ação deve se repetir no próximo sábado e na segunda-feira de Carnaval
15/02/2020 12:50 - Camila Andrade Zanin


 

O Hemocentro Coordenador de Mato Grosso do Sul (Hemosul), em Campo Grande, abre neste sábado em horário especial.  O motivo é o aumento do número de casos de dengue. 

A coleta que costuma ser das 7h às 12h, será estendida até as 17h.  A ação se repetirá nopróximo sábado (21) e na segunda-feira de carnaval (24). A coordenadora da rede Hemosul, Marli Vavas, explica que além da dengue, outras doenças exigem um consumo grande de sangue. “Uma dessas patologias, por exemplo, é a área da oncologia, principalmente a leucemia. Atender os pacientes diagnosticados já é uma tarefa difícil.” Ela conta que a população também pediu que o Hemosul atendesse no período da tarde. “Algumas pessoas demonstraram aprovação pelo horário especial, e vão voltar na parte da tarde”.

O Hemosul atende a todos os hospitais do Estado. Marli explica que o balanço para ver se o resultado da ação foi positivo será feito ao final do dia. Mas que, só na parte da manhã de hoje, 172 pessoas foram atendidas. E o fluxo cresce. “O fluxo está intenso hoje. Estamos explicando e pedindo paciência aos doadores pela demora, porque nós temos um limite de atendimento. Mas esperamos que esse número dobre na parte da tarde”.

ALTRUÍSMO

A coordenadora explica que a doação é um ato altruísta. ”Nós somos um elo entre o doador e um receptor. Quando eles vem doar sangue aqui, não é para o Hemosul que eles estão doando. É para outra pessoa. Um paciente que está precisando de sangue”. 

Caso ocorra de um doador estar bem de saúde, doar, e nas semanas posteriores apresentar sintomas de alguma patologia, é necessário avisar o Hemosul imediatamente, para que a bolsa seja localizada, recolhida e não transferida a outro paciente.

Felpuda


Alguns pré-candidatos que estão de olho em uma cadeira de vereador vêm apostando apenas nas redes sociais, esperançosos na conquistados votos suficientes para se elegerem. A maioria pede apoio financeiro para continuar mantendo suas respectivas páginas, frisando que não aceita dinheiro público ou de político, fazendo com que alguns se lembrem daquela famosa marchinha de carnaval: “Ei, você aí, me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí...”. Como diria vovó: “Essa gente perdeu o rumo e o prumo”.