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Dezembro começa chuvoso na Capital
e mais 35 cidades de Mato Grosso do Sul

Chuva tem sido constante no Estado nos últimos dias

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Dezembro começa chuvoso em Campo Grande e outras 35 cidades de Mato Grosso do Sul. Uma área de instabilidade vem ganhando força, devido ao calor e umidade elevada, e pode causar tempestades na maior parte do Estado, neste sábado (1º). Na Capital, o dia poderá ficar nublado a parcialmente nublado e temperatura máxima marca em torno de 28°C.

De acordo com o meteorologista Natálio Abrahão, a instabilidade forma nuvens de trovoadas em Aparecida do Taboado, Paranaíba, Miranda, Bonito, Bandeirantes, Porto Murtinho, além da Capital. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), emitiu alerta de tempestade para essas cidades, e também para Coxim, Anastácio, Aquidauana, Corumbá e outros 24 municípios.

Segundo o Inmet, as chuvas serão até 50 mm no dia e ventos de até 60 km/h e queda de granizos. Ainda com informações de Abrahão, o domingo (2) será de sol com algumas nuvens e chuvas isoladas no norte e nordeste.

CHUVAS PELO ESTADO

Em Corumbá, na tarde desta sexta-feira (30), a chuva passou os 44 mm e causou alagamentos em alguns pontos da cidade. De acordo com o site Diário Corumbaense, em uma das vias na parte alta da cidade, a água inundou da rua e também as residências por conta de uma valeta que transbordou. Galerias pluviais não suportaram a vazão da água e transbordaram. Em boa parte dos locais afetados, o problema é recorrente.

Alagamento em Corumbá atrapalhou trânsito - Foto: Diário Corumbaense 

No final da tarde de quinta-feira (29), em Campo Grande, o curto temporal deixou pelo menos quatro pontos de alagamento, a maioria na região norte.Leitores enviaram registros de alagamento na rotatória das avenidas Ernesto Geisel com a Euler de Azevedo. O volume de água era tamanho que chegou a cobrir o capô da caminhonete do nosso leitor.

Outra rotatória da região, no bairro São Francisco, da Rua Rachid Neder com as avenidas Monte Castelo e Doutor Arthur Jorge também teve inundação, com veiculos ilhados em meio ao 'rio' formado pela enchente.

A chuva voltou por volta das 18h, após aparecer com toda a força no início da tarde, só que na região sul da cidade principalmente. Bairros como Piratininga e Jóquei Clube sofreram com a intensa tempestade que durou quase uma hora.

Amambai

Defron prende suspeito em caso que já apreendeu 1,5 tonelada de maconha

Investigação começou após o DOF apreender 601 quilos de maconha em um trator que seguiria de MS para São Paulo

07/10/2026 11h00

Suspeito foi preso na tarde desta terça-feira (6) e polícia segue atrás de outros envolvidos no esquema

Suspeito foi preso na tarde desta terça-feira (6) e polícia segue atrás de outros envolvidos no esquema Foto: Divulgação

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Em ação conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira, a Defron, a Polícia Civil de Mato Grosso do Sul prendeu em Amambai, um homem investigado por participação no transporte interestadual de maconha, que estava escondido em pneus de tratores agrícolas.

Foi emitido e cumprido um mandado prisão temporária contra o suspeito. Além de um mandado de busca e apreensão, que buscava reunir provas sobre os fatos investigados.

O caso teve início quando o Departamento de Operações de Fronteiras, o DOF, apreendeu 601 quilos de maconha, escondidos nos pneus traseiros de um trator. O maquinário seria levado de Mato Grosso do Sul para o estado de São Paulo. 

A partir dessa apreensão, a Defron passou a investigar outros transportes de máquinas agrícolas com características semelhantes, a fim de identificar casos parecidos. 

Até o momento, a polícia identificou cinco transportes de tratores ligados à mesma linha de investigação. Em dois deles, que tinham como provável destino o estado de São Paulo, os equipamentos foram apreendidos com maconha nos pneus. 

Em um dos tratores, foram apreendidos 601 quilos, enquanto no outro trator foram apreendidos cerca de 890 quilos. Somadas, as duas apreensões chegam a aproximadamente 1,5 toneladas. 

As informações reunidas durante as investigações permitiram à polícia identificar pessoas ligadas à movimentação dos tratores, o que fundamentou os pedidos de prisão e de busca e apreensão. 
As informações reunidas durante as diligências permitiram à polícia identificar pessoas ligadas à movimentação dos tratores, o que fundamentou os pedidos de prisão e de busca e apreensão. 
 

Operação Dirty Pix

Três são presos por desviar mais de R$ 18 milhões de hospital em MS

Outros 25 mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Campo Grande, Sidrolândia, Maracaju e Selvíria

07/10/2026 10h30

Hospital Elmíria Silvério Barbosa, em Sidrolândia, é alvo de investigação por desvio de verba pública

Hospital Elmíria Silvério Barbosa, em Sidrolândia, é alvo de investigação por desvio de verba pública Divulgação: MPMS

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Equipes do Grupo Especial de Combate à Corrupção (Gecoc) e do Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), deflagraram, na manhã desta quarta-feira (7), a 2ª fase da Operação Dirty Pix, destinada ao cumprimento de mandados de prisão preventiva contra Jacob Meeuvis Breure, diretor-presidente do Hospital de Sidrolândia, a policial civil Cristina Rosa Gomes de Carvalho e o assessor político Júlio César Alves da Silva.

Além dos mandados de prisão, outros 25 de busca e apreensão foram cumpridos nos municípios de Campo Grande, Sidrolândia, Maracaju e Selvíria.

A investigação teve início a partir da identificação de desvio de recursos públicos destinados à aquisição de um aparelho de ressonância magnética e de autoclave hospitalar, oriundos de convênio firmado entre o Governo do Estado e a Sociedade Beneficente Dona Elmíria Silvério Barbosa, responsável pela gestão do Hospital de Sidrolândia.

Segundo o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), o esquema atingiu recursos públicos destinados à aquisição de equipamentos e materiais hospitalares, de unidade de terapia intensiva (UTI) móvel, bem como à execução de obras de reforma do Hospital Beneficente Dona Elmíria Silvério Barbosa, cujos valores ultrapassam R$ 18 milhões.

Ainda segundo o MPMS, planos de trabalho eram elaborados contendo informações fraudulentas, com superfaturamento de bens e serviços, e direcionamento das contratações para empresas previamente alinhadas ao núcleo investigado.

As apurações identificaram desvios de recursos provenientes de outros convênios celebrados pela entidade, mediante a reprodução de um modus operandi estruturado e reiterado.

Após os recursos públicos entrarem nas contas da entidade hospitalar, parte dos valores era desviada das finalidades previstas nos respectivos convênios e posteriormente redistribuída por meio de sucessivas movimentações financeiras, envolvendo repasses diretos e indiretos a agentes políticos, articuladores e intermediários.

As provas obtidas também revelaram o abuso do poder financeiro da organização, utilizado para fins de impor práticas de obstrução às investigações em curso. 

A ação foi deflagrada pelo MPMS, por intermédio da 3ª Promotoria de Justiça de Sidrolândia. A operação contou com o apoio do Batalhão de Choque da Polícia Militar e da Corregedoria-Geral da Polícia Civil.

 

 

 

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