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'É preciso esclarecer para o mundo a situação da Amazônia', diz Mourão

'É preciso esclarecer para o mundo a situação da Amazônia', diz Mourão

ESTADÃO CONTEÚDO

31/08/2019 - 05h30
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Assim como o presidente Jair Bolsonaro, o vice-presidente Hamilton Mourão culpou interesses comerciais pelas críticas feitas pelo presidente da França, Emannuel Macron, à gestão do Brasil na Amazônia.

"O presidente francês enfrenta problemas internos, o acordo Mercosul-UE atinge produtores franceses, é a nossa agricultura chegando na União Europeia. É um gigante avançando", afirmou Mourão.

Na semana passada, Macron convocou na reunião do G7 uma discussão sobre as queimadas na floresta brasileira. O francês propôs uma ajuda econômica para minimizar os danos da tragédia, o que foi considerado pelo governo brasileiro como uma afronta à soberania do País.

Segundo Mourão, o Brasil não vai aceitar ingerências como essas, mas vai buscar o equilíbrio nas relações.

Ainda segundo o vice-presidente, que participou de almoço na Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ) e se recusou a falar com a imprensa, é preciso esclarecer para o mundo a situação da Amazônia. "É praticamente toda uma área indígena ou de proteção ambiental", disse.

Expectativa era que economia do Brasil crescesse 2,5% este ano

Um dia depois da divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre do ano, com uma variação positiva de 0,4%, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, admitiu que a expectativa do governo era de que a economia do Brasil crescesse 2,5% este ano e que com o fraco desempenho estão arrecadando menos. 

"Estamos no agiota, pagando R$ 400 bilhões de juros por ano, um déficit de R$ 139 bilhões, com um Orçamento que tinha sido calculado para crescer 2,5%, mas estamos crescendo menos", ressaltou, durante discurso na Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), onde evitou falar com a imprensa. 

Segundo ele, o ministro da Economia, Paulo Guedes, "está raspando o tacho da Caixa Econômica Federal e do BNDES" para tentar fechar a conta do governo este ano e atender ao pedido de dinheiro para os ministérios. 

De acordo com Mourão, todos os ministérios estão em dificuldade, "com as gargantas sedentas", e incluiu nessa lista as Forças Armadas, "que estão enfrentando uma situação complicadíssima", afirmou, sem dar detalhes, dizendo que "é preciso colocar o Brasil nos trilhos".

ABERTA

Após reforma, DEPAC Cepol reabre ao público nesta quinta-feira (30)

Unidade passou dois dias em reforma

30/04/2026 07h20

Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário do Centro Especializado de Polícia Integrada (Depac-Cepol), em Campo Grande

Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário do Centro Especializado de Polícia Integrada (Depac-Cepol), em Campo Grande Bruno Rezende/Comunicação do Governo de MS

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Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário do Centro Especializado de Polícia Integrada (DEPAC-CEPOL) reabre atendimento ao público nesta quinta-feira (30), às 8h, após dois dias fechada para reforma.

A Cepol está localizada na rua soldado PM Reinaldo de Andrade, número 167, Bairro Tiradentes, em Campo Grande.

De terça-feira (28) a quinta-feira (30), a unidade permaneceu fechada para reforma. A População teve que procurar a DEPAC Centro para registrar boletins de ocorrência, localizada na rua Padre João Crippa, número 1581, centro, em Campo Grande.

As forças policiais continuaram sendo atendidas normalmente, utilizando a entrada dos fundos da unidade.

Imunização

Ministério da Saúde lança campanha de vacinação para brasileiros que vão à Copa do Mundo

Vacinação é a principal forma de prevenção contra o sarampo e é ofertada de forma gratuita pelo SUS

29/04/2026 22h00

Foto: Divulgação

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O Ministério da Saúde (MS) lançou nesta quarta-feira, 29, uma campanha de vacinação contra o sarampo para brasileiros que pretendem acompanhar a Copa do Mundo, que será realizada nos Estados Unidos, no México e no Canadá, entre junho e julho deste ano.

"Hoje, Estados Unidos, Canadá e México vivem uma explosão de casos de sarampo. A OMS emitiu um comunicado que traz uma preocupação: 70% dos casos das Américas estão nesses três países", destacou Alexandre Padilha, ministro da Saúde, durante o evento de lançamento.

Em 2025, foram registrados 2.144 casos nos Estados Unidos e a transmissão segue ativa, com mais 1.792 neste ano. No Canadá, foram 5.062 casos em 2025 e o país perdeu o status de livre da doença - em 2026, já foram registrados 907 casos. No México, após apenas sete casos em 2024, houve um salto para 6.152 em 2025. Em 2026, já são 10.002.

A campanha foca na divulgação da vacinação. A veiculação será feita em canais de mídia digital, em parceria com instituições como Embratur, Associação Brasileira de Empresas Aéreas, Confederação Brasileira de Futebol e Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.

Na semana passada, a pasta havia publicado uma nota técnica alertando sobre o risco de contaminação durante o evento, e Estados e municípios foram incentivados a intensificar a vacinação, a vigilância e a notificação rápida de casos suspeitos.

A vacinação é a principal forma de prevenção contra o sarampo e é ofertada de forma gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O ministério reforça que todos aqueles com viagem marcada para os países da Copa do Mundo devem atualizar a vacinação contra o sarampo.

Mas a recomendação também vale para quem não pretende viajar, já que a maioria dos casos confirmados no Brasil ocorreu entre pessoas sem imunização.

Quem deve se vacinar?

Crianças de 6 a 11 meses devem receber uma dose da vacina, com aplicação ao menos 15 dias antes do embarque. A partir de 1 ano até os 29 anos, o esquema prevê duas doses do imunizante. Quem ainda não completou a imunização precisa iniciar o processo cerca de 45 dias antes da viagem, já que há um intervalo entre as doses e o tempo para resposta do organismo.

Adultos de 30 a 59 anos precisam ter ao menos uma dose registrada, e aplicada com antecedência mínima de 15 dias. Mesmo fora do prazo ideal, a orientação é tomar a vacina antes do embarque.

Sarampo

A doença é causada por um vírus do gênero Morbillivirus. A transmissão ocorre por via respiratória, assim como a gripe e outras infecções virais.

Os sintomas iniciais costumam, inclusive, ser parecidos com os da gripe: febre alta, tosse, coriza, conjuntivite e mal-estar. Depois de alguns dias, porém, surgem manchas vermelhas pelo corpo, a principal marca da doença.

Algumas das complicações da infecção são pneumonia, infecção no ouvido e inflamação no cérebro. Especialmente entre crianças, a doença pode levar à morte.

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