Cidades

Cidades

Fazer 2011 inova com estilo mais radical

Fazer 2011 inova com estilo mais radical

Redação

12/02/2010 - 07h53
Continue lendo...

A nova Yamaha YS 250 Fazer modelo 2011 chega para tentar solucionar um problema que se agravou com chegada da Honda CB 300R: o desen ho defasado que acompanha o modelo desde seu lançamento em 2005. A nova versão radicalizou no design, inspirado nos produtos de alto desempenho da marca dos três diapasões. Manteve o motor de 250cc e o conjunto ciclístico equilibrado com uma boa novidade: o freio a disco traseiro. Ponto para a nova Yamaha, já que o modelo básico da CB 300R tem freio a tambor. Além disso, a Yamaha tem outra boa notícia ao consumidor. Manteve o preço do produto em R$ 10.950, mesmo com as significativas mudanças adotadas no modelo 2011. A produção inicial será de 3.000 unidades por mês e o início das vendas está previsto para a segunda quinzena de fevereiro. Nesta revolução visual, a Yamaha pretende fazer bastante barulho com a nova Fazer 250, que a partir de agora vai encarar de igual para igual sua principal concorrente, a CBzinha, que tem preço sugerido de R$ 11.490,00. De cara o que chama a atenção na mini naked foi a adoção de um conjunto óptico muito similar ao utilizado pela XJ6 N, naked de 600cc que também acaba de desembarcar no Brasil. O novo farol utiliza lâmpada de 60 watts, que ajudará na pilotagem noturna. Em sua primeira grande mudança estética, a moto ganhou ainda um novo painel de instrumentos, com visor de cristal líquido, rabeta ascendente com lanterna triangular em LEDs (muito parecida com a da superesportiva YZF-R1). A moto adotou nova alça para a garupa e rodas de liga leve com desenho mais moderno e, diga-se, mais bonito. Ciclística e conforto A Fazer 250cc reúne cinco pontos-chave para ser um sucesso de vendas: qualidade, confiabilidade, conforto, economia e agilidade, principalmente para encarar o trânsito dos grandes centros. Neste primeiro contato com a nova versão ficou claro o compromisso da Yamaha em investir na evolução natural de um produto já consagrado pelo motociclista. Bastante versátil para o dia a dia, a Fazer 2011 também pode encarar viagens curtas, já que o banco em dois níveis, com novo revestimento, garante o máximo de conforto. Na parte ciclística, além das novas rodas, a grande novidade é o freio a disco (220 mm de diâmetro) na traseira. Na dianteira, o mesmo disco de 282 mm de diâmetro e pinça com dois pistões da versão anterior. No conjunto de suspensões, garfo telescópico convencional, na dianteira, e balança monoamortecida, na traseira. Ambas com 120 mm de curso. Porém, na versão 2011, a Fazer ganhou novo link com rolete entre o amortecedor e a balança traseira. Segundo a marca, para deixar o conjunto mais macio e estável. Confiável motor O motor monocilíndrico de 249 cm³, comando de válvula no cabeçote (OHC), que gera 20,7 cv de a 8.000 rpm e 2,10 kgf.m a 6.500 rpm de torque máximo pode ser considerado um belo projeto da Yamaha do Brasil, afinal está também fazendo sucesso na América Latina e Europa. Ao subir na moto, acionar a partida elétrica e girar o acelerador, o propulsor oferece respostas rápidas e também um bom rendimento em baixos e médios regimes de rotações. O que representa mais agilidade para deslocamentos urbanos. Para quem não sabe, a Fazer 250 foi a primeira motocicleta de média cilindrada fabricada no Brasil alimentada por sistema de injeção eletrônica de combustível. Tot a lmente de acordo com as normas ambientais de emissão de gases poluentes (Promot 3), o motor da Fazer 250 trabalha de forma linear e sem engasgos. Como diferencial, o pistão desta Yamaha é forjado e o cilindro conta com revestimento cerâmico, que dispersa o calor com mais propriedade. Esta tecnologia é a mesma usada em modelos de maior cilindrada da marca como, por exemplo, a superesportiva YZF R1 e a trail XT660R. O câmbio de cinco velocidades continua oferecendo engates rápidos e bastante precisos. Não houve mudanças nas relações de marcha e nem da transmissão final. Segundo Alexandre Hernandes, instrutor técnico da Yamaha, a Fazer 250 2011 está completa. “É um projeto com excelente pilotagem e que agora melhorou significativamente seu apelo visual”, conclui o responsável pelo pós-venda da marca dos três diapasões, dizendo que a moto será vendida em três opções de cores: preta, vermelha e roxa.

CONTROLE

MPF instaura processo administrativo para fiscalizar "emendas pix" em municípios do MS

Em 2025, os municípios de MS receberam R$ 89,424 milhões das emendas individuais por transferências especiais. O Estado ocupou a 4ª colocação no ranking dos que mais tiveram acesso a este recurso

17/03/2026 19h15

Entre as cidades de MS, Dourados foi a que mais recebeu as chamadas

Entre as cidades de MS, Dourados foi a que mais recebeu as chamadas "Emendas PIX", em 2025 Divulgação / Governo do Estado

Continue Lendo...

O Ministério Público Federal (MPF) instaurou procedimento administrativo para fiscalizar a aplicação dos recursos públicos federais oriundos das "emendas pix", aquelas referentes a emendas parlamentares individuais impositivas sem finalidade definida, transferidas aos municípios. A ação foi vinculada à 5ª Câmara de Coordenação e Revisão (CCR), que é o órgão dedicado ao combate à corrupção, improbidade administrativa e crimes contra a administração pública. 

A proposta de trabalho encaminhada pela 5ª CCR do MPF é saber onde e como os recursos são aplicados e coibir atos de corrupção. As transferências especiais, ou "emendas PIX", devem atender aos requisitos constitucionais de transparência e rastreabilidade, de acordo com o artigo 163-A da Constituição.

Em 2025, Mato Grosso do Sul ocupou a 4ª colocação no ranking de estados que mais receberam recursos das "Emendas PIX". Ao todo, foram repassados R$ 33,53 milhões, segundo o site de transparência do Tesouro Nacional.

O Estado só ficou atrás da Bahia, que recebeu R$121,70 milhões; São Paulo, R$40,70 mi; e Amapá, com R$36,33 mi recebidos pelo Governo Federal através da emenda individual por meio das transferências especiais.

Além disso, os municípios de MS receberam, no total, R$ 89,424 milhões destas emendas individuais especiais.

Entre os municípios que mais receberam os recursos estão:

  1. Dourados - R$ 9,90 milhões
  2. Sidrolândia - R$ 4,16 milhões
  3. Maracaju - R$ 3,96 milhões
  4. Ponta Porã - R$ 3,20 milhões
  5. Caarapó - R$ 3,16 milhões

Campo Grande recebeu apenas R$ 500 mil durante o ano de 2025, segundo o site do Tesouro Nacional.

Emenda PIX

As "Emendas Pix" são uma modalidade de emenda parlamentar individual impositiva, ou seja, recursos destinados pelos parlamentares diretamente para ações em sua cidade.

O diferencial destas emendas é que elas são liberadas de forma rápida, sem precisar estar vinculadas a projetos ou convênios específicos. Isso torna ainda mais importante o acompanhamento e controle social sobre o uso desses recursos.

"O artigo 166-A, I, e §§ 2º, 3º e 5º, da Constituição Federal, dispositivos acrescidos pela Emenda Constitucional n° 105/2019, instituíram as transferências especiais conhecidas como "emendas PIX", as quais, nos termos da Constituição, serão repassadas diretamente ao ente federado beneficiado, independentemente de celebração de convênio ou de instrumento congênere, pertencerão ao ente federado no ato da efetiva transferência financeira e serão aplicadas em programações finalísticas das áreas de competência do Poder Executivo do ente federado beneficiado", é o que considera o MPF na análise que instaurou o procedimento administrativo de acompanhamento.

Assine o Correio do Estado

Travamento

INSS suspende empréstimos consignados do banco C6 e cobra devolução de R$ 300 mi a aposentados

Controladoria-Geral da União identificou pelo menos 320 mil contratos de consignados com seguros e pacotes de serviços embutidos

17/03/2026 19h00

Foto: Divulgação / INSS

Continue Lendo...

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) suspendeu novos empréstimos consignados do banco C6 em razão de irregularidades nos contratos da instituição financeira com aposentados pela Previdência Social. O órgão quer que o banco devolva R$ 300 milhões a segurados.

A decisão foi tomada após a Controladoria-Geral da União (CGU) identificar pelo menos 320 mil contratos de consignados com seguros e pacotes de serviços embutidos, em uma espécie de venda casada.

Auditores concluíram que a irregularidade é grave porque reduz o valor líquido disponibilizado pelo banco a aposentados. O INSS proíbe a inclusão de custos extras, como taxas, prêmios e seguros que não tenham a ver com os empréstimos.

O banco só poderá voltar a fazer novos empréstimos consignados quando restituir os valores cobrados indevidamente.

Para poder vender o produto e descontar as parcelas de consignados diretamente na conta dos aposentados pelo INSS, o banco mantinha um acordo de cooperação técnica com o órgão. Este foi o termo rescindido pelo órgão como parte da penalidade.

A decisão do INSS foi tomada com base em uma apuração da CGU, que identificou irregularidades em milhares de contratos de empréstimos entre o C6 e aposentados.

Entre os achados, auditores entenderam que o banco embutiu indevidamente um seguro de R$ 500 em meio ao contrato de consignados. O serviço é fornecido por uma seguradora do JP Morgan, que é acionista de pouco menos da metade do C6.

Dados obtidos pela Lei de Acesso à Informação mostram que, entre 2020 e 2025, o C6 faturou R$ 20 bilhões com créditos consignados No primeiro ano, quando entrou para esse mercado criando o C6 Consig, tinha 514 clientes. Em 2025, já tinha uma carteira de 3,3 milhões de consignados.

O banco chegou a ser condenado judicialmente a indenizar aposentados que afirmaram ter sofrido descontos sem terem contratado empréstimos consignados. Também já firmou acordo com o Ministério Público Federal para cessar fraudes nesses contratos.

Assine o Correio do Estado

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).