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Governo inclui parques na lista de serviços essenciais durante a pandemia

Com a determinação, locais podem funcionar desde que observadas normas de biossegurança

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O governo de Mato Grosso do Sul incluiu parques públicos na lista de atividades e serviços considerados essenciais durante a pandemia do coronavírus.

Deliberação do Comitê Gestor do Programa de Saúde e Segurança da Economia (Prosseguir), com a alteração, foi publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial do Estado.

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Atividades consideradas essenciais são aquelas que podem funcionar e permanecer abertas durante o período, observando as medidas de biossegurança.

Até então, os parques públicos constavam como atividades e serviços não recomendados.

O Parque das Nações Indígenas, que foi fechado em março como medida de enfrentamento à Covid-19, reabriu no dia 8 de outubro, em Campo Grande. 

Parques municipais da Capital também já estão reabertos desde o dia 14 de setembro. 

Todos os locais têm medidas de biossegurança, como uso obrigatório de máscara, sendo permitida a retirada para a prática de esportes.

Com a inclusão, o Estado passa a ter 61 atividades e serviços essenciais. 

Confira atividades e serviços considerados essenciais:

Atividades e serviços considerados essenciais:

  • Assistência à saúde, incluídos serviços médicos, odontológicos (somente urgência e emergência), fisioterapêuticos e terapeutas ocupacionais e hospitalares;
  • Assistência social a vulneráveis;
  • Segurança pública e privada;
  • Defesa civil;
  • Transporte e entrega de cargas;
  • Transporte coletivo intermunicipal de passageiros;
  • Transporte de passageiros por táxi ou aplicativo;
  • Coleta de lixo;
  • Transporte coletivo;
  • Telecomunicações e internet;
  • Serviço de call center;
  • Abastecimento de água;
  • Esgoto e resíduos;
  • Geração, transmissão e distribuição de energia elétrica;
  • Produção, transporte e distribuição de gás natural;
  • Iluminação pública;
  • Indústria e comércio de produtos de saúde, higiene, alimentos e bebidas;
  • Serviços funerários;
  • Atividades com substâncias radioativas e materiais nucleares;
  • Vigilância e certificações sanitárias e fitossanitárias;
  • Prevenção, controle e erradicação de pragas dos vegetais e de doença dos animais;
  • Inspeção de alimentos, produtos e derivados de origem animal e vegetal;
  • Vigilância agropecuária;
  • Controle e fiscalização de tráfego aéreo, aquático ou terrestre;
  • Serviços de pagamento, de crédito e de saque e aporte prestados;
  • Tecnologia da informação e data center para suporte das atividades essenciais;
  • Fiscalização tributária e aduaneira;
  • 1Transporte de numerários;
  • Mercado de capitais e seguros;
  • Fiscalização ambiental;
  • Produção, distribuição e comercialização de combustíveis e derivados;
  • Monitoramento de construções e barragens;
  • Geologia (alerta de riscos naturais e de cheias e inundações);
  • Atividades agropecuárias, incluindo serviços de produção pecuária e cultivos lavouras temporárias e permanentes;
  • Serviços mecânicos em geral;
  • Comércio de peças para veículos de toda natureza;
  • Serviços editoriais, jornalísticos, publicitários e de comunicação em geral;
  • Centrais de abastecimentos de alimentos;
  • Manutenção, instalação e reparos de máquinas, equipamentos, aparelhos e objetos de atividades essenciais e de baixo risco;
  • Serviços de entrega de alimentos, produtos de higiene e medicamentos;
  • Construção civil, montagens metálicas e serviços de infraestrutura em geral;
  • Serviços delivery em geral;
  • Drive Thru para alimentos e medicamentos;
  • Frigoríficos, curtumes, produção de artefatos de couro;
  • Extração mineral;
  • Indústria têxtil e confecções;
  • Serrarias, marcenarias, produção de papel e celulose;
  • Industrialização e distribuição de produtos à base de petróleo;
  • Indústrias do segmento de plástico e embalagens;
  • Produção de cimento, cerâmica, artefatos de concreto;
  • Indústria metalúrgica;
  • Indústria química;
  • Consultorias, serviços contábeis e advocatícios, imobiliária e corretagem em geral;
  • Serviços de engenharia, agronomia e atividades científicas e técnicas;
  • Usinas e destilarias de álcool e açúcar;
  • Serviços cartoriais;
  • Atividades da Justiça Eleitoral, incluídas a preparação e a realização dos pleitos;
  • Serviços de higienização, sanitização, lavanderia e dedetização;
  • Educação dos níveis fundamentais e médio, em formato presencial;
  • Educação de nível superior e pós-graduação, em formato presencial;
  • Parques públicos.

CAMPO GRANDE

Aena encerra contrato com empresa de transporte que copiava táxi no aeroporto

CGR Campo Grande usava veículos visualmente parecidos com táxi e estacionava automóveis em locais proibidos

15/10/2026 11h00

áxis voltaram a ocupar vagas que lhe pertenciam

áxis voltaram a ocupar vagas que lhe pertenciam MARCELO VICTOR

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Aena, concessionária que administra o Aeroporto Internacional de Campo Grande, encerrou definitivamente o contrato com a empresa de transporte personalizado CGR Campo Grande, que atuava no terminal de desembarque de passeiros.

A empresa copiava o serviço de táxi: veículos visualmente parecidos com táxi, automóveis estacionados em locais proibidos (vagas de táxi) e abordagem de passageiros que saíam do desembarque.

A situação provocava confusão e prejudicava o direito do usuário a informações claras e à livre escolha de transporte.

A concessionária formalizou o término do vínculo com a prestadora e comunicou oficialmente ao Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) a extinção definitiva do contrato.

O MPMS foi até o local vistoriar se a empresa ainda estava em operação e comprovou que os veículos realmente deixaram de ocupar o espaço.

Com o fim do contrato, táxis voltaram a ocupar as vagas que lhe pertenciam.

Ezenilda Barbosa dos Santos é taxista há 14 anos no aeroporto e disse que a empresa atrapalhava suas corridas.

“Eles atrapalhavam a gente. Atrapalhava por isso que eles abordavam com enganação. Trabalhavam com o nosso nome para enganar os passageiros. Falavam que era táxi. Eu lembro os taxistas ficavam nervosos e nós não abordávamos o passageiro. Mas por causa deles, a gente tinha que estar junto com eles, porque eles enganavam o passageiro”, disse.

Ela também contou que o movimento melhorou após saída da empresa de transporte.

“O movimento melhorou, mas, ainda é altos e baixos. Época de feriado não presta. Dia de semana e dia de trabalho são bons. Eu trabalho das 8h às 19h. Aqui tem 14 voos por dia”, explicou.

A reportagem do Correio do Estado foi até o o estacionamento do aeroporto, na manhã desta quinta-feira (15), e verificou que as vagas existentes no local são destinadas a táxi, transporte por aplicativo (embarque e desembarque), transporte público e ônibus.

GUERRA NO AEROPORTO

Taxistas do aeroporto declararam “guerra” a empresa CGR Campo Grande no ano passado.

Em julho de 2025, quando a empresa começou a atuar no local, taxistas protestaram e chegaram a interromper o tráfego em frente ao terminal de embarque e desembarque.

Com isso, a Aena acionou autoridades públicas para desobstruir as vias de acesso. A partir de então, a empresa começou a operar normalmente no aeroporto.

CGR Campo Grande foi cadastrada na prefeitura como Operadora de Tecnologia de Transporte (OTT) e criada em dezembro de 2021. Sua sede, até julho de 2025, era na rua Tókio, número 750, vila Palmira.

Começou a operar em julho de 2025 e encerrou atividades em meados de julho de 2026 no aeroporto. Ao todo, atuou por cerca de um ano. A empresa tinha 27 motoristas cadastrados.

Conforme apurado pela reportagem, a empresa pagava um aluguel de R$ 28 mil a concessionária aeroportuária.

INFRAESTRUTURA

Ponte sobre o Rio Taquari será reconstruída por R$ 7,3 milhões

Contratação emergencial ocorre dois meses após o desabamento que matou um caminhoneiro

15/10/2026 10h17

Reprodução

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O Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos, a Agesul, firmou um contrato no valor de R$ 7,3 milhões, com a empresa Ecopontes - Sistemas Estruturais Sustentáveis Ltda, para reconstruir a ponte sobre o Rio Taquari, na rodovia MS-168, em Corumbá, que desabou em 13 de agosto. 

A contratação prevê tanto a elaboração do projeto de engenharia quanto a execução da nova ponte, que deverá ter 36 metros de extensão. De acordo com o contrato, os trabalhos deverão ser concluídos em até 180 dias, contados de acordo com o cronograma apresentado pela empresa.

O contrato foi firmado em caráter emergencial, a medida foi autorizada após o Governo do Estado declarar situação de emergência nos municípios de Corumbá, Ladário e Coxim, em razão do colapso da ponte João Wenceslau Leite de Barros, na MS-168.

O ACIDENTE 

A reconstrução da ponte ocorre após o desabamento que ocorreu em 13 de agosto deste ano. Na ocasião, uma carreta que transportava lingotes de concreto, caiu no Rio Taquari enquanto atravessava, na região da Serra da Alegria, entre Corumbá e Coxim. O motorista do caminhão, Alexandre de Freitas, de 49 anos, ficou preso na cabine submersa e morreu. 

As causas do colapso foram encaminhadas para investigação, e, inicialmente, não havia conclusão sobre o motivo que levou a estrutura a ceder.

A ponte fazia a ligação entre as regiões pantaneiras do Paiaguás e da Nhecolândia, conectando as rodovias MS-423 e MS-214 por meio da MS-168. Construída entre 2008 e 2009, a estrutura ficou parcialmente destruída após o acidente.

A nova contratação busca restabelecer a ligação viária na região, mas o extrato publicado no Diário Oficial não detalha o projeto executivo, as etapas da obra ou a data prevista para o início dos trabalhos.
 

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