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PANDEMIA

Hospital Regional tem apenas 6 leitos de UTI vagos

Diretora ressalta que existem 24 leitos no setor semi-intensivo, onde também há respiradores
23/06/2020 16:56 - Daiany Albuquerque


 

O Hospital Regional de Mato Grosso do Sul tem apenas seis leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) disponíveis para internação. Das 59 vagas disponíveis, 53 são ocupadas por pacientes, o que representa 89,8% de ocupação no setor.

Os dados foram divulgados pela própria unidade hospitalar, na tarde desta terça-feira (23). De acordo com o boletim epidemiológico, dos 53 internados em UTI, 19 são de pacientes com confirmação de Covid-19. Porém, o hospital não divulga a quantidade de casos suspeitos que estão internados no setor, apenas que são 34 pacientes ao todo.

A diretora-geral do Hospital, Rosana Leite, salientou que, apesar de as UTIs estarem escassas, todas as 24 vagas no setor de semi intensivo, onde também há respiradores, estão disponíveis para internação. O equipamento é essencial no tratamento de pacientes mais graves do novo coronavírus.

De acordo com a médica, por conta da queda no número de leitos, amanhã o Hospital de Campanha, montado em frente a unidade hospitalar, será ativado “no decorrer da manhã”.

O hospital já tratou 99 pacientes confirmados de Covid-19, sendo que 32 ainda estão internados. Além dos enfermos que ocupam vagas da UTI, há 11 pessoas na enfermaria e outras duas que já estão curadas do novo coronavírus, mas que continuam no centro médico.

Do total de casos da doença que o HR já tratou até hoje, sete eram de servidores e 56 receberam alta. A unidade teve, até agora quatro óbitos por conta da doença.

Em Campo Grande, em números globais, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) contabiliza 212 leitos de UTI pelo Sistema Único de Saúde (SUS), sendo que 71% estavam ocupados, conforme dados mais recentes da pasta, fechados até as 19h de segunda-feira. A Capital tem 1.338 episódios da doença, com oito mortes.

 

Felpuda


Lideranças de alguns partidos estão fazendo esforço da-que-les para fechar chapa com o número exigido por lei de 30% do total de vagas para as mulheres. Uma dessas legendas, por exemplo, tenta mostrar a “felicidade” das suas pré-candidatas, mas teme o fracasso, tendo em vista que o “chefe maior” é aquele que já mandou mulheres calarem a boca e disse também que a importância da sua então esposa na campanha eleitoral era porque apenas “dormia com ele”. Ô louco!