Um homem de 60 anos, identificado como Antônio Viana, morreu atropelado na noite desse sábado (29), na rodovia MS-386, entre os municípios de Amambai e Ponta Porã.
De acordo com informações do site A Gazeta News, o acidente aconteceu no trecho que corta a comunidade indígena Aldeia Amambai, a cerca de 5 km da zona urbana.
Apesar do local do atropelamento, o idoso não era indígena, mas trabalhava em uma propriedade rural na região.
Na ocasião do acidente, ele andava pelas margens da rodovia junto a um amigo indígena que reside na aldeia, quando foi atingido por um veículo Gol, segundo testemunhas. Com o impacto, a vítima chegou a ser arremessada por alguns metros.
Após o atropelamento, o motorista do veículo não parou e fugiu sem prestar socorro. Ele não foi identificado até a publicação desta reportagem.
O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas quando chegou ao local Antônio já estava sem vida e foi apenas constatado o óbito.
Equipes da perícia e da Polícia Civil também estiveram no local.
O caso foi registrado na Delegacia Civil de Amambai como homicídio culposo na direção de veículo automotor e a investigação segue para identificar o motorista do veículo.

Atropelamento de pedestre
Na semana passada, o padre Solimário Lacerda dos Santos, pároco da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, foi atropelado em Campo Grande e teve fraturas no braço esquerdo.
Ainda não há informações de como ocorreu o acidente, apenas de que ele foi atendido no local e encaminhado ao Prontomed.
Na ocasião, no dia 21 de março, a Arquidiocese de Campo Grande fez uma postagem relatando que o padre estava “bem disposto, alegre como sempre" e aguardava cirurgia.
Padre Solimário, nasceu em Pedro Gomes (MS), no dia 5 de fevereiro de 1958, e é o único sacerdote de uma família de cinco irmãos. Trabalhou em um laboratório de análises clínicas, antes de ingressar no seminário aos 20 anos. Foi ordenado sacerdote no dia 7 de fevereiro de 1987, completando neste mês 28 anos de ordenação sacerdotal.
Desde 2002, o Padre Solimário Lacerda é Vigário Geral da Arquidiocese de Campo Grande, responsável por exercer as tarefas atribuídas ao Bispo, quando ele estiver ausente ou impedido.