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Irmãos de 3 anos são encontrados trancados dentro de caixote

Irmãos de 3 anos são encontrados trancados dentro de caixote

G1

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12/07/2018 - 20h48
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Dois irmãos gêmeos de três anos foram encontradas pela polícia dentro de um caixote de madeira em uma casa no distrito de Aparecidinha, zona rural de Santa Teresa, no Noroeste do estado, nesta terça-feira (10). Para a PM, o caso configurava maus-tratos infantil e os pais foram levados para a delegacia.

A Polícia Militar informou que o Conselho Tutelar da cidade recebeu uma denúncia anônima de que essa situação estaria acontecendo no local, e foi solicitado o apoio da PM para verificação.

Ao chegarem à residência, encontraram as duas crianças dentro do caixote, que ainda estava trancado com um cadeado.

Policiais que atenderam a ocorrência contaram ainda que os pais são trabalhadores rurais e que a mãe permitiu a entrada deles na casa sem demonstrar qualquer preocupação.

"Os pais contaram que mantinham as crianças no caixote para conseguirem dar conta dos serviços, de casa e rurais. Mas o espaço era muito pequeno, ainda dividido ao meio para os irmãos não terem contato um com o outro. Sem brinquedos, sem um travesseiro, sem qualquer conforto", contou o capitão Sonimarcos, subcomandante da 8ª Cia Independente da PM.

O capitão explicou, entretanto, que não foram encontrados sinais de agressões físicas nas crianças e elas também não relataram qualquer outra situação de maus-tratos.

Os pais foram detidos e encaminhados à Delegacia Regional. Por causa do horário, a ocorrência acabou sendo registrada em Aracruz. O casal prestou esclarecimentos e foi liberado.

O caso vai seguir sob investigação na delegacia de Santa Teresa e demais informações não serão repassadas, no momento, para não atrapalhar a apuração dos fatos.

Os irmãos foram levados para o Conselho Tutelar de Santa Teresa e estão no Centro de Convivência da cidade. O caso vai ser decidido na Justiça.

Mandado de prisão

Influencer é preso por tráfico de drogas

Conhecido por criticar os buracos nas ruas de Campo Grande e a gestão da Prefeita, caso de influenciador repercute nas redes sociais após condenação de 8 anos e 2 meses

13/03/2026 12h30

Montagem / divulgação / redes sociais

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Na tarde da última quarta-feira (12), policiais civis do Grupo de Operações e Investigações (GOI) cumpriram mandado de prisão definitiva do influencer campo-grandense Alisson Benitez Grance, conhecido como DuMato.

Expedido pela 5ª Vara Criminal da Comarca de Campo Grande, a condenação impôs a pena de 8 anos e 2 meses, pelo crime de tráfico de drogas.

O caso tem repercurtido nas redes sociais devido à declarações de vereadores e pronunciamentos que o influenciador fez antes do cumprimento do mandado de prisão. Anteriormente, o vereador Rafael Tavares (PL) acusou DuMato de violência doméstica, que em seguida se pronunciou em suas redes sociais negando a acusação.

Em seu vídeo, o influenciador aponta ainda que a motivação das acusações é por questões políticas e afirmou que “seus opositores distorcem informações e inventam fatos com o intuito de prejudicar a imagem perante a sociedade”.

Ele afirma que foi condenado por um crime que não cometeu, reforça que “foi absolvido de todas as acusações de primeiro grau” e relata a origem das acusações.

De acordo com o vídeo, em 2021, o influenciador teria um comércio na Rua da Divisão e foi furtado. Os bandidos então levaram dinheiro, alguns itens e fitas adesivas, que posteriormente teriam sido usadas em embalagens de entorpecentes. Com isso, a polícia apreendeu as drogas, analisou as digitais e cruzou dados no sistema até localizar e acusar o influenciador de tráfico.

Ele relata que não tinha dinheiro na época e, por isso a Defensoria Pública o acompanhou, como responsável por sua defesa.

*Saiba

O influencer tem 36,6 mil seguidores e é conhecido por gravar vídeos dentro de buracos das ruas de Campo Grande, com critícas à gestão da Prefeita Adriane Lopes.

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Investimento

Jogos Abertos de MS custarão cerca de R$ 2,8 milhões

Desse montante, R$ 2,6 milhões serão destinados para uma Organização de Sociedade Civil, e outros R$ 200 mil para camisetas, arbitragem e ambulância

13/03/2026 12h15

Com calendário de abril a setembro, JAMS já tem data para acontecer

Com calendário de abril a setembro, JAMS já tem data para acontecer Arquivo/Fundesporte

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Com seis etapas regionais e duração de abril a setembro, os Jogos Abertos de Mato Grosso do Sul (JAMS) tiveram suas cidades-sedes definidas. As cidades selecionadas foram Maracajú, Antônio João, Nova Andradina, Brasilândia, Rochedo e Jardim.

A edição de 2026 contará com um total de 49 municípios que aderiram à competição, resultando na inscrição de 215 equipes, somando atletas e comissão técnica, podendo chegar a aproximadamente 4 mil membros, distribuídos nas seguintes competições: vôlei, basquete, futsal e handebol.

Para a definição das sedes, foi feita uma vistoria e cada uma tinha que cumprir alguns requisitos para serem aceitas. O critério de avaliação foi definido em estrutura física disponibilizada pelos municípios, capacidade de apoio logístico, além do rodízio entre as cidades.

As fases já têm data para acontecer. A divisão foi feita da seguinte maneira: a cidade de Maracajú receberá a primeira fase nos dias 24, 25 e 26 de abril. A segunda fase será sediada em Antônio João e recebe a competição entre os dias 15 e 17 de maio.

Já a terceira fase está prevista para acontecer em Nova Andradina, nos dias 22, 23 e 24 de maio. A quarta etapa será em Brasilândia, entre os dias 29 e 31 de maio. A quinta fase acontecerá em Rochedo, nas datas de 26 a 28 de junho.

Por fim, recebendo a última etapa regional, tem a cidade de Jardim como sede. As disputas vão de 11 a 13 de setembro. Vale ressaltar que cada regional abrange de 13 a 14 cidades em suas sedes.

Em contato com a Fundação de Desporto e Lazer de MS (Fundesporte), foi revelado que serão investidos mais de R$ 2,8 milhões, que serão distribuídos da seguinte forma: uma Organização de Sociedade Civil (OSC) irá receber um apoio financeiro de até R$ 2,6 milhões para realização das fases regionais, finais e paralímpica.

Os outros R$ 200 mil serão custeados pela Fundesporte para compra de camisetas, contratação de arbitragem e custeio da ambulância, totalizando, assim, um investimento de R$ 2,8 milhões.
 

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