Cidades

BENESSES

JBS ganha quase R$ 1 bilhão de incentivos do governo Azambuja

Grupo investirá R$ 1,2 bi na construção de quatro frigoríficos e investimentos na produção

DA REDAÇÃO

02/12/2015 - 00h00
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Os incentivos concedidos para o grupo JBS ampliar a produção em Mato Grosso do Sul deve custar quase R$ 1 bilhão aos cofres do Estado ao longo de 12 anos. Ontem, em Dourados, durante coletiva à imprensa, o governador Reinaldo Azambuja estimou que a arrecadação com o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestações de Serviços (ICMS), originada dos novos empreendimentos do grupo em quatro municípios sul-mato-grossenses, totaliza R$ 17 milhões por ano. Sem os benefícios fiscais, a receita tributária seria próxima de R$ 100 milhões. São cerca de R$ 83 milhões de renúncia fiscal anualmente, somando até 2028, quando se encerram os incentivos, R$ 996 milhões.

“A previsão de arrecadação na totalidade dos investimentos é de praticamente de R$ 17 milhões de ICMS por ano, que seria o complemento adicional dessas novas unidades que vão começar a operar os produtos industrializados”, afirmou Azambuja. Ele reconheceu que o montante é modesto. “Se considerarmos o tamanho do empreendimento, o retorno do ICMS é muito baixo”, disse.

No entanto, conforme defende o governador, é preciso considerar, nesta contabilidade, outras formas de retorno. “O mais importante é o fortalecimento da atividade econômica”, defendeu. E argumentou: “Quando você gera emprego, quando consome mais milho, há mais pessoas trabalhando no campo, você está fortalecendo a cadeia produtiva como um todo. Assim, o ganho é muito maior que o valor [da renúncia] do ICMS”.

(*) A reportagem, de Osvaldo Júnior, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

 

VAREJO

Casas Bahia: sindicato diz que tomará medidas após demissões e fechamento de lojas

A varejista teria fechado 298 lojas e demitido cerca de 2 mil pessoas, de acordo com o Valor Econômico

15/08/2026 21h00

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O Sindicato dos Empregados no Comércio de Osasco e Região (Secor) manifestou preocupação com o fechamento de unidades da Casas Bahia e disse que tomará as medidas necessárias para garantir os direitos dos trabalhadores.

A varejista teria fechado 298 lojas e demitido cerca de 2 mil pessoas, de acordo com o Valor Econômico. Funcionários relataram que foram pegos de surpresa com a interrupção das operações em algumas lojas.

O Secor disse se preocupar com a maneira como o processo está sendo conduzido. Segundo relatos recebidos pelo sindicato, muitos trabalhadores ainda aguardam informações detalhadas sobre os procedimentos de desligamento, pagamento das verbas rescisórias, liberação do FGTS, seguro-desemprego e demais direitos previstos na legislação trabalhista e na convenção coletiva da categoria. A entidade disse estar monitorando a situação e prestando atendimento aos trabalhadores afetados.

"O Sindicato está acompanhando de perto essa situação e tomará todas as medidas necessárias para garantir que os direitos dos trabalhadores sejam respeitados. Os comerciários não podem arcar com prejuízos decorrentes de decisões empresariais tomadas sem o devido diálogo e transparência", disse o presidente do Secor, Luciano Pereira Leite, em nota.

Balanço

A Casas Bahia, que registrou prejuízo de R$ 3 bilhões em 2025, adiou a divulgação do balanço do segundo trimestre de 12 para 14 de agosto, com teleconferência no dia 17, para concluir um plano que prevê demissões e mais fechamento de lojas, segundo fontes. Mas até a manhã deste sábado, a empresa ainda não havia divulgado seus números.

De acordo com o Valor, a rede teria planejado, neste mês, cortar 30% do quadro e vem adiando pagamentos a lojistas do marketplace e buscando estender prazos com a indústria para melhorar o ciclo financeiro.

BRIGA

Discussão em bairro de Campo Grande termina com mulher esfaqueada

Vítima foi encaminhada para Santa Casa e apresentava lesões na parte superior da cabeça, orelha e bochecha

15/08/2026 15h30

Caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário da Cepol

Caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário da Cepol Divulgação/PCMS

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Uma discussão entre duas mulheres, na manhã deste sábado (15), por volta das 9h30, no bairro Vila Manoel Taveira, em Campo Grande, terminou com uma esfaqueada e a outra presa. A vítima teve um corte na região superior da cabeça e foi encaminhada para Santa Casa.

De acordo com os relatos colhidos no local, o fato começou com uma discussão em outro ponto do bairro. Em certo momento, as duas passaram a trocar golpes pela rua, ocasião em que a autora, de 43 anos, teria utilizado uma faca para atingir a outra, de 46.

Após ser ferida, a vítima se dirigiu até uma padaria nas proximidades, onde permaneceu aguardando atendimento médico. Aos policiais da 5ª Companhia Independente da Polícia Mílitar (CIPM), ela informou o sentido por onde a autora teria fugido. Diante disso, a equipe realizou rondas nas imediações e localizou a suspeita.

De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima apresentava corte na região superior da cabeça, outro ferimento próximo à orelha e uma lesão na bochecha. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) realizou o atendimento e encaminhou a mulher à Santa Casa de Campo Grande.

A Polícia Militar isolou o local para poder realizar os trabalhos periciais. Uma faca de aproximadamente 20 centímetros foi apreendida, mas os policiais não confirmaram se o objeto foi utilizado como arma do crime.

A conduzida foi presa e encaminhada a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário da Cepol. A vítima permaneceu sob atendimento médico na Santa Casa. O caso foi registrado como tentativa de homicídio.

 

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