Cidades

CASO COAF

Justiça do Rio julga hoje habeas de Flávio Bolsonaro contra quebra de sigilo

Justiça do Rio julga hoje habeas de Flávio Bolsonaro contra quebra de sigilo

Continue lendo...

A Justiça do Rio julga nesta terça-feira, 16, o habeas corpus apresentado pela defesa do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), que considera ilegal a quebra dos sigilos bancário e fiscal do parlamentar no âmbito do caso Coaf.

O Ministério Público estadual pediu em abril a quebra de sigilo, autorizada no mesmo mês por um juiz fluminense, a fim de investigar a suposta prática dos crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa no gabinete do ex-deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Além de Flávio, 85 pessoas e nove empresas ligadas a ele foram afetadas pela medida.

O julgamento será na 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), composta por cinco desembargadores. Um deles é o relator do caso, Antônio Carlos Nascimento Amado. No final do mês passado, Amado rejeitou liminar apresentada pelos advogados do senador, que dizem que a quebra de sigilo é uma forma de disfarçar "medidas arbitrárias" que estariam sendo adotadas contra o parlamentar. Foi a primeira derrota do criminalista paulistano Frederick Wassef à frente do caso - ele assumiu a defesa do filho do presidente da República no início de junho.

Em abril, Amado também negara outro pedido feito por Flávio, alegando que não houve fornecimento de dados sigilosos antes da autorização judicial. A defesa do senador já havia sofrido derrota no início de fevereiro no Supremo Tribunal Federal (STF), quando o ministro Marco Aurélio Mello não permitiu que as investigações do MP-RJ fossem suspensas. Relator do caso na Corte, ele foi contrário à decisão do ministro Luiz Fux, que havia suspendido provisoriamente a investigação no recesso do Judiciário.

'Rachadinha'

O Ministério Público estadual alega que havia um esquema de "rachadinha" no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj entre 2007 e 2018, período abarcado pela quebra de sigilo. Foi nesse intervalo de tempo que o policial militar Fabrício Queiroz, acusado de ser o operador do suposto esquema, esteve lotado no escritório do filho do presidente.

A tese do MP é a de que assessores "fantasmas" devolviam parte dos próprios salários - e Queiroz seria o responsável pelo gerenciamento. O caso, revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo em dezembro do ano passado, teve como origem relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que apontaram movimentações consideradas atípicas nas contas do policial militar: R$ 1,2 milhão no período de um ano, o que seria incompatível com seus rendimentos.

A sessão desta terça não julgará ainda o habeas corpus impetrado pela defesa de Queiroz. A defesa dele, representada pelo advogado Paulo Klein, ainda aguarda que o pedido seja pautado. No final de maio, o desembargador Antônio Amado negou a liminar apresentada pelos advogados. A defesa de Queiroz alega que o inquérito do MP-RJ foi "contaminado por diversas e insanáveis ilegalidades", como o "cruzamento" e o "vazamento" de dados.

Oportunidades

Funsat oferece mais de 1.400 vagas de emprego pré feriado

São mais de mil vagas que não necessitam de experiência e cinco reservada para Pessoas com Deficiência (PCD)

30/04/2026 09h10

Funsat oferece 1.403 vagas de empregos nesta quinta-feira (30)

Funsat oferece 1.403 vagas de empregos nesta quinta-feira (30) Divulgação / FUNSAT

Continue Lendo...

Às vésperas do feriado do dia do trabalhador, a Fundação Social do Trabalho (Funsat), abriu esta quinta-feira (30) 1.403 oportunidades de emprego para quem busca o primeiro trabalho ou está a procura de voltar para o mercado. Ao todo são 118 funções disponíveis. 

Entre as funções disponíveis o principal destaque vai para operador de caixa, que tem 357 vagas para serem preenchidas. 

Também há outros serviços à disposição como, auxiliar de limpeza (219), auxiliar de padeiro (71), atendente de lojas e mercados (62), auxiliar de linha de produção (58), repositor de mercadorias (53) e ajudante de carga e descarga (48). 

Ainda há oportunidades nas áreas administrativas como em comércios, indústrias e construção civil. 

Para quem busca o primeiro emprego e não possui experiência no mercado de trabalho, a Funsat oferta 1.101 vagas dispostas em diferentes setores como operador de caixa (355), auxiliar de limpeza (181), auxiliar de padeiro (71), atendente de lojas e mercados (62), repositor de mercadorias (53) e auxiliar de linha de produção (44), além de diversas outras funções operacionais e de atendimento.

Para Pessoas com Deficiência (PCD) estão sendo oferecidas cinco vagas, sendo duas para auxiliar de limpeza, para a função de empacotador também tem duas vagas abertas, enquanto para ajudante de carga e descarga uma. Ainda tem a disposição uma vaga temporária de cozinheiro geral. 

Aos candidatos interessados devem se apresentar na sede da Funsat para realizar ou atualizar o cadastro. O atendimento ocorre na Rua 14 de Julho, 992, Vila Glória, das 7h às 16h. Já no Polo Moreninhas o funcionamento segue até as 13h.

Assine o Correio do Estado

TRAGÉDIA

Menino de 7 anos morre atropelado por ônibus ao descer de transporte escolar em MS

Criança tentava atravessar a MS-280, quando foi atingida por outro coletivo; caso é investigado

30/04/2026 09h00

Criança de 7 anos morreu após ser atropelada por ônibus ao tentar atravessar rodovia em aldeia de Caarapó

Criança de 7 anos morreu após ser atropelada por ônibus ao tentar atravessar rodovia em aldeia de Caarapó Divulgação

Continue Lendo...

Uma criança indígena de 7 anos morreu no fim da tarde desta quarta-feira (29), após ser atropelada por um ônibus na Aldeia Te’yikue, localizada no município de Caarapó, em Mato Grosso do Sul.

De acordo com o portal Caarapó News, o menino, identificado como Wendri Cavalheiro, havia acabado de descer de um ônibus escolar por volta das 17h e, ao tentar atravessar a rodovia MS-280, foi atingido por outro coletivo que seguia logo atrás, no mesmo sentido da via.

Com o impacto, a vítima ficou presa sob uma das rodas do veículo e não resistiu aos ferimentos, morrendo ainda no local antes da chegada do socorro.

Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas, mas apenas puderam constatar o óbito. A ocorrência mobilizou também a Polícia Militar, a Polícia Civil e a Perícia Científica, que iniciaram os levantamentos para apurar as circunstâncias do acidente.

As autoridades devem investigar a dinâmica da colisão e se houve falha ou responsabilidade por parte dos envolvidos.

A morte da criança gerou forte comoção entre moradores da comunidade indígena. O caso segue em apuração.

Assine o Correio do Estado

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).