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Marcas em milharal geram polêmica sobre visita de ovnis em cidade do Estado

Fenômeno é conhecido como Crop Circles e já foi registrado em todo o mundo

Danielle Valentim

15/07/2015 - 11h53
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Um vídeo gravado em Sidrolândia, município a 70 quilômetros da Capital, circula na internet e gera polêmica sobre um misterioso fenômeno ocorrido em um milharal do município. O ufólogo Lúcio Valério Barbosa, que já escreveu três livros sobre assunto, foi quem registrou as imagens e garantiu que as marcas na lavoura não foram feitas por ventos, nem por humanos.

Lúcio disse ao Portal Correio do Estado que as tiras do milharal foram dobradas para a direita, fileira sim e outra não. O esmagamento na plantação da propriedade formou desenhos assimétricos e o escritor arrisca dizer que o desenho no milharal pode ser o Crop Circles - os círculos ingleses -  formados supostamente por naves extraterrestres.

O professor detalha que as fileiras esmagadas para o mesmo lado, sem destruir as hastes, são as mesmas características dos Círculos da Inglaterra. "Não pode ter sido feito por humanos, pois são muitos quilômetros de plantação. A única explicação são os círculos ingleses, feitos por naves. As imagens foram feitas e serão analisadas", diz o professor.

Confira abaixo o vídeo:

 

Milharar quebrado formando figuras geométricas entre Sidrolândia e campo grande M S

Posted by Lúcio Valério Barbosa on Terça, 14 de julho de 2015

 

FENÔMENO

O fenômeno Crop Circles (Círculo nasa Colheitas ou Círculos Ingleses) já apareceu em plantações do mundo todo, mas a cidade de Warminster, em Wiltshire, na Inglaterra é conhecida como a capital dos objetos voadores não identificados (OVNIs).

Os círculos nas plantações são criados através do esmagamento de certas áreas das plantações, enquanto outras são deixadas intactas. A extremidade é tão perfeita que parece ter sido feita com uma máquina e mesmo tendo sido curvadas, as hastes não são danificadas.

Na maioria das vezes, a plantação continua a se desenvolver normalmente. Às vezes, os desenhos são círculos simples. Em outras ocasiões, são desenhos elaborados com várias formas geométricas interconectadas e até de equações matemáticas.

Fazendeiros de várias partes do mundo relatam encontrar círculos estranhos em seus campos há séculos. O relato mais antigo de um círculo na plantação data do ano 1500. 

TEORIA CIENTÍFICA

A teoria mais científica diz que os círculos nas plantações são criados por pequenas correntes de redemoinhos chamadas vórtices ou redemoinhos. Segundo essa teoria, as colunas giratórias forçam lufadas de ar para o solo, esmagando as plantações. Os vórtices são comuns em áreas montanhosas como as do sul da Inglaterra.

A Organização de Pesquisa do Tornado e da Tempestade em Wiltshire, Inglaterra, diz que os vórtices que criam os círculos nas plantações são carregados com energia (sua idéia é chamada de Teoria do Vórtice de Plasma).

Quando as partículas de pó são carregadas pelos redemoinhos, pode parecer que elas brilham, o que poderia explicar as luzes brilhantes que muitas testemunhas de círculos de plantações disseram ser alienígenas.

Mas a dúvida continua: como alguns segundos de ar em movimento giratório podem criar tais círculos tão perfeitamente definidos e complexos?

caiu em fevereiro

Exército aguarda aval do governo para instalar ponte de guerra em Rio Negro

Agesul disse que pedido para a ponte provisória está sendo avaliado "com urgência" e que estrutura metálica não comprometerá obras da ponte de concreto

02/03/2026 17h30

Ponte caiu durante travessia de carreta em 22 de fevereiro

Ponte caiu durante travessia de carreta em 22 de fevereiro Foto: Idest

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A instalação de uma ponte provisória na MS-080, em Rio Negro, depende de autorização da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul (Agesul), que informou que já recebeu o pedido e que ele está sendo processado "com urgência".

A ponte sobre o Rio do Peixe caiu no dia 22 de fevereiro devido ao grande volume de chuva na cidade, provocando a queda de um caminhão que fazia a travessia. O governo atribuiu o acidente ao caminhão que estava com excesso de peso.

De acordo com o General de Brigada de Exército, Marcelo Zanon Harnisch, já foi feito um reconhecimento especializado no local, junto ao Batalhão de Engenharia e Combate de Aquidauana, e o Exército aguarda o aval do governo para iniciar a montagem da estrutura.

"Levantamos algumas possibilidades para serem feitas para possibilitar o restabelecimento do acesso das pessoas e estamos conversando com o governo do Estado para saber qual decisão vai ser feita, estamos prontos para apoiar tanto o governo do Estado quanto o município de Rio Negro. O reconhecimento foi feito, estamos só aguardando o posicionamento oficial", disse o general.

Conforme noticiou o Correio do Estado, no dia 26 de fevereiro, o Exército Brasileiro esteve em Rio Negro, juntamente com equipe da Agesul, para avaliar a situação da ponte e elaborar um relatório para a montagem de uma estrutura metálica, geralmente utilizada em calamidades públicas, reconstruções e operações militares, conhecida como “ponte de guerra”. 

Em nota, a Agesul informou, nesta segunda-feira, que o pedido formal da instalação da ponte já foi feito e está em fase de processamento.

"Na última sexta-feira (27), equipe técnica realizou vistoria no local, confirmando a viabilidade da instalação sem interferência na futura obra de reconstrução da ponte", diz a nota.

"A inspeção também permitiu definir os parâmetros técnicos para o anteprojeto da nova estrutura e para a remoção da ponte colapsada. A contratação para reconstrução está sendo tratada em caráter emergencial e deve ser formalizada nos próximos dias", acrescentou a Agesul.

Ainda segundo a agência, as especificações técnicas da ponte provisória serão fornecidas pelo Exército, responsável pelo dispositivo e sua instalação.

Já a Agesul, coube apenas a definição do ponto de instalação, garantindo que a estrutura provisória não comprometa a execução da nova ponte.

O Correio do Estado questionou o valor da obra e pediu mais detalhes sobre qual a estrutura temporária será usada, se flutuante ou fixa, se será de mão dupla, quanto peso suporta, entre outros, mas não recebeu resposta até a publicação desta reportagem.

Atualmente, a travessia de pedestres está sendo feita por barcos no rio, com apoio do Exército na cidade.

A via está interditada e motoristas devem pegar outras rodovias, como a BR-163 (indo por São Gabriel do Oeste) e BR-419 (indo para Corumbá).

Por enquanto, foram abertas duas rotas alternativas para carros pequenos, impedindo a passagem de caminhões. As alternativas são o Corredor do Girotto, passando pela ponte de concreto, sentido Córrego do Café. E a outra pela estrada do Laticínio, sentido Fazenda Finado Álvaro Rigonatto e com saída em frente à Fazenda Rancho Grande, na MS-419.

Ponte de guerra

O modelo de ponte LSB (Ponte de Acesso Logístico) é uma estrutura desenvolvida durante a segunda guerra mundial. Ela é usada essencialmente em rotas de abastecimento, modernizada para tráfegos pesados, substituição de pontes civis estragadas e pontes provisórias. 

Além do Brasil, seu projeto tem sido utilizado em diversos países do mundo, como a Alemanha, África do Sul, Irlanda, Filipinas, Camarões, Paquistão, Escócia, Reino Unido, Nova Guiné, Madagascar, País de Gales, Trinidad e Tobago e República do Congo. 

Por ser feita com materiais leves e modernos, sua montagem pode ser feita à mão ou com o uso de equipamentos leves, podendo ser desmontada e guardada. Ela tem suporte para aguentar a passagem de tanques de guerras e é facilmente transportada.

campo grande

Grávida de 9 meses é confundida com criminosa e presa por engano

Mulher foi abordada na rua e apontada como outra que havia fugido do presídio, em Campo Grande

02/03/2026 17h00

Gestante foi confundida com criminosa e encaminhada ao presídio

Gestante foi confundida com criminosa e encaminhada ao presídio Foto: Reprodução

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Uma mulher, identificada como Mayara, gestante de nove meses, foi presa ilegalmente após ser confundida com uma criminosa que havia fugido do presídio, em Campo Grande. 

De acordo com o defensor público Humberto Bernardino Sena, da 4ª Defensoria Pública de Execução Penal, a mulher foi abordada durante rondas da Polícia Militar nas imediações da antiga rodoviária.

“Mesmo apresentando seu nome correto, foi presa sob a alegação de ser ‘muito conhecida pela equipe policial’, sendo apontada como uma outra mulher que era sentenciada e havia empreendido fuga do regime semiaberto feminino local”, disse o defensor.

A mulher vivia em situação de rua e estava no fim da gestação, sendo encaminhada ao Estabelecimento Penal Feminino Irmã Irma Zorzi, mesmo afirmando que não era a criminosa em questão.

A família buscou auxílio da Defensoria Pública, que realizou atendimento da mulher e garantiu que ela fosse solta.

O defensor público constatou que se tratava de cumprimento de mandado de prisão contra pessoa diversa.

 

“Na manifestação apresentada ao juízo, demonstramos que Mayara não era a pessoa indicada no processo, juntando certidão de nascimento, RG, CPF e carteira de trabalho, além de destacar que as características físicas e sinais particulares registrados no sistema prisional não correspondiam à mulher presa”, pontua o defensor.

“A prisão de uma pessoa por erro de identificação representa grave violação de direitos, especialmente quando envolve uma mulher em situação de vulnerabilidade e em final de gestação", acrescentou.

Ainda conforme o defensor, “a própria decisão judicial reconheceu haver indícios seguros de que a pessoa presa não é a sentenciada”.

Desta forma, com a comprovação de que se tratavam de pessoas distintas e que não havia nada contra a gestante, o juízo da 2ª Vara de Execução Penal determinou a expedição de alvará de soltura em favor de Mayara para que fosse imediatamente colocada em liberdade.

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