Cidades

SEGURANÇA

De acordo com Ministério, polícias apreendem quatro vezes mais droga no mês de setembro

Volume de maconha e cocaína confiscado neste mês disparou quando comparado com mesmo período de 2019

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O volume de drogas apreendidas cresceu 266% no mês de setembro deste ano, se comparado com o mesmo período de 2019. 

De acordo com dados divulgados pelo sistema Vigia, do Ministério da Justiça, enquanto no ano anterior foram apreendidas 9 toneladas de drogas em setembro, em 2020 o número quase quadruplicou: saltou para 35 toneladas.  

O mês de setembro representa justamente o aniversário do programa Vigia em Mato Grosso do Sul. Desde o início do programa, foram apreendidas 426 toneladas de drogas no Estado, e vários recordes nacionais de carregamento de entorpecentes foram quebrados.

O aumento de 266% é relacionado às apreensões que ocorreram entre os dias 1º a 23 de setembro deste ano, o que indica a possibilidade de o número ser ainda maior até o fechamento do balanço.  

Essas apreensões refletem diretamente em outros pontos, como no prejuízo que os criminosos sofreram ao longo do ano. 

De acordo com o Vigia, enquanto em setembro de 2019 as atividades resultaram na perda de R$ 19 milhões para o tráfico, em 2020 esse valor subiu para R$ 62 milhões.

“O programa Vigia reforçou a cooperação entre as polícias, e por meio da constante troca de informações e de valorização do trabalho destes policiais, estamos colhendo os resultados”, disse no ano passado o coordenador-geral de Fronteiras do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Eduardo Bettini.

Até agora, a ação dos policiais na Operação Vigia impôs um prejuízo de aproximadamente R$ 29 milhões aos criminosos neste mês.

VIGIA

As ações do sistema Vigia em Mato Grosso do Sul subsidiam a Operação Hórus, atividade permanente que envolve a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, o Departamento de Operações de Fronteira (DOF), a Polícia Civil e a Polícia Militar. 

Cidades

Homem é preso em SP 19 anos após crime ocorrido em MS

Suspeito foi encontrado a mais de 600 km do local do crime

27/01/2026 17h30

Divulgação/PCMS

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Um crime ocorrido em 8 de setembro de 2007, na cidade de Paranaíba, teve resolução na manhã desta terça-feira (27). Dezenove anos após um roubo à mão armada, o suspeito foi encontrado em Campinas (SP), a uma distância de 620 km do local do crime.

Com o mandado de prisão preventiva ainda vigente mesmo após todo esse tempo, o Setor de Investigações Gerais (SIG) da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul (PCMS) reiniciou as investigações em busca do acusado.

A partir de levantamentos e trabalho de inteligência, o SIG identificou a presença do indivíduo no estado de São Paulo e articulou com a Polícia Civil paulista o cumprimento da ordem judicial em Campinas.

O crime

O crime ocorreu na noite de 8 de setembro de 2007, por volta das 21h, quando o acusado abordou uma vítima na Rua Dr. Rocha Dias, bairro Santo Antônio, e, armado com uma faca, desferiu diversos golpes para roubar uma bicicleta da marca Polimet Mountain Bike, aro 26, de cor verde.

A vítima tentou se defender utilizando a própria bicicleta, mas o autor conseguiu fugir com o objeto.

 

CIDADES

Ar de ônibus que saia de Corumbá quebra na estrada e passageiros sofrem com calor

O veículo da Expresso Mato Grosso do Sul seguia viagem para Campo Grande

27/01/2026 17h20

O veículo teve o ar condicionado quebrado logo no início da viagem

O veículo teve o ar condicionado quebrado logo no início da viagem Reprodução

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Os passageiros de um ônibus da empresa Viação Expresso Mato Grosso, que partia de Corumbá com destino para Campo Grande, sofreram com o calor excessivo durante a tarde desta terça-feira (27). O ar condicionado do veículo quebrou e parou de funcionar, deixando os ocupantes em uma sauna com temperaturas superiores a 40°C.

Segundo um dos passageiros que entrou em contato com o Correio do Estado, a viagem, que começou ao meio-dia, foi marcada por reclamações e pessoas passando mal devido ao calor insuportável.

O veículo teve o ar condicionado quebrado logo no início da viagem
Os passageiros puderam trocar de ônibus apenas quando chegaram em Miranda / Reprodução

Mesmo no início do trajeto, tendo percorrido cerca de 20 quilômetros, o passageiro diz que o motorista se recusou a retornar à Corumbá, alegando falta de ônibus reserva, e seguiu em frente, mesmo com as condições adversas.

Alguma pessoas pensaram em recusar a continuação da viagem. Porém, após 220 km, os passageiros tiveram um pouco de alívio quando chegaram a Miranda, e puderam trocar de ônibus. A situação foi descrita como um "descaso total" e um "sofrimento" pelos passageiros.

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