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Mulher engorda por namorado e emagrece ao descobrir traições

Mulher engorda por namorado e emagrece ao descobrir traições

TERRA

03/11/2013 - 17h45
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Cassie Payne engordou 44 quilos em quatro anos depois de descobrir que seu namorado preferia as mulheres mais cheinhas. Mas todo o esforço foi em vão quando ela descobriu que ele a traiu com, pelo menos, oito mulheres diferentes - e nenhuma delas tinha sobrepeso. As informações são do Daily Mail. "Fiquei chocada por ele ter sido infiel, mas a pior decepção foi saber que todas as mulheres com quem ele me traiu eram magras", contou. "Eu esperava que elas fossem todas gordinhas porque pensei que fosse seu tipo. Quando ele admitiu que preferia as mais magras e que tinha cansado das mais cheinhas, fiquei mortificada. Eu fiquei gorda porque pensei que ele gostava", completou. Cassie pesava pouco mais de 60 quilos quando conheceu o ex-namorado por meio de amigos. O casal consumia comidas para viagem quatro vezes por semana e, quando começou a engordar, Cassie expressou sua preocupação, mas o ex disse que ela não precisava se importar com o peso. "Ele sempre dizia que os homens odiavam as mulheres muito magras e amavam as curvas reais. Quando ganhei peso, ele me disse que eu estava mais sexy, então tive a impressão de que quanto maior, melhor", disse.

Após quatro anos de relacionamento, Cassie chegou aos 107 quilos. "Eu sabia que estava obesa, mas dizia para mim mesma que, enquanto meu parceiro me admirasse, não haveria problema. Nós estávamos felizes e eu não precisava me preocupar com o que outras pessoas pensavam", contou. A felicidade de Cassie, no entanto, durou até o dia em que uma amiga ligou e a alertou de que o namorado a estava traindo. "Eu o confrontei e ele disse que era besteira. Eu acreditei nele e disse para minha amiga não me ligar de novo", relembrou. Mas, com o tempo, Cassie começou a suspeitar de que a amiga estava certa e investigou o celular e o Facebook do ex. "Encontrei uma foto do meu namorado marcada como 'meu querido' por uma mulher que eu não conhecia".

Cassie comentou na foto e, seguida, recebeu uma mensagem privada da mulher, que perguntava de onde ela o conhecia. Chocada, Cassie explicou que era a namorada dele, mas a outra mulher disse que também mantinha um relacionamento fixo com o homem. Depois, Cassie recebeu mensagens de oito mulheres diferentes, todas dizendo que eram namoradas dele. O choque apenas aumentou quando ela percebeu que todas as outras eram mais magras do que ela. "Eu queria saber por que ele me traiu. Eu esperava que elas fossem grandes como eu, porque este era o tipo dele. Mas elas eram todas magrinhas. Não fazia sentido", relembrou.  "Eu estava brava com ele, mas estava brava comigo também. Eu me deixei levar e prometi que perderia peso", contou Cassie. Em seguida, ela começou a fazer exercícios físicos e dieta e usou a sede de vingança como combustível para chegar aos 57 quilos. "Minha confiança começou a crescer. Notei que outros homens pareciam interessados em mim e parei de pensar tanto no meu ex", contou. 

Justiça

Homem é retirado do STF após tentar entrar dizendo ser "imperador"

Ele proferia frases desconexas e não chegou a ser preso

08/10/2026 21h00

Foto: Divulgação / STF

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Um homem foi contido nesta quinta-feira (8) pela equipe de segurança do Supremo Tribunal Federal (STF) após tentar entrar no edifício-sede da Corte, onde está localizado o plenário.

O episódio ocorreu após ele se aproximar da marquise do prédio e começar a proferir frases desconexas. O homem se identificou como "imperador das Forças Armadas do Brasil".

Segundo o STF, ele não chegou a ser preso e foi conduzido para a parte externa do tribunal.

Na semana passada, o Supremo registrou uma tentativa de invasão. Um homem foi preso pela Polícia Judiciária, que realiza a segurança interna do STF, ao tentar pular as grades que fazem a proteção do edifício-sede.

O esquadrão antibomba da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) precisou ser chamado após o homem jogar uma mochila em uma parada de ônibus localizada em frente ao Supremo.

Após a realização do trabalho de varredura, a PM descartou a presença de explosivos.

Justiça

Moraes determina emissão de mandado de prisão contra Eduardo Bolsonaro

Pena foi definida no processo do tarifaço contra exportações do Brasil

08/10/2026 20h00

Ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes

Ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes Divulgação/STF

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (8) a expedição de um mandado de prisão contra o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos.

A medida foi determinada após o ministro mandar executar a condenação de Eduardo a quatro anos e dois meses de prisão pelo crime de coação no curso do processo. A pena foi definida no processo que trata do tarifaço do governo de Donald Trump contra as exportações brasileiras.

Moraes também determinou o cancelamento dos passaportes do ex-parlamentar.

Na prática, Eduardo não deve cumprir a pena enquanto estiver no exterior. O ex-deputado é aliado de Trump, e um eventual pedido de extradição dificilmente será cumprido pelo governo norte-americano.

Ao determinar as medidas, Moraes decretou o trânsito em julgado da ação penal em que Eduardo foi condenado pelo STF, ou seja, o fim da possibilidade de apresentação de recursos.

No mês passado, a Primeira Turma do Supremo rejeitou o recurso protocolado pela Defensoria Pública da União (DPU) para anular a condenação.

O ex-deputado não apresentou defesa particular e foi defendido pelo órgão.

Em junho deste ano, o colegiado concordou com a acusação apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e entendeu que há provas para concluir que o ex-deputado articulou o tarifaço dos Estados Unidos contra as exportações brasileiras para tentar evitar a condenação de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, no processo da trama golpista.

Além disso, outras medidas, como a revogação dos vistos de ministros da Corte e do governo federal e a aplicação das sanções econômicas da Lei Magnitsky, também tiveram o mesmo objetivo, conforme o entendimento da Corte. 

Desde o ano passado, Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos e perdeu o mandato de parlamentar por faltar às sessões da Câmara dos Deputados.

Abandono e perda do cargo de escrivão 

Em setembro deste ano, o Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição de 21 de setembro do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.
 

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