Cidades

MEIO AMBIENTE

Onça atropelada tem patas arrancadas

Onça atropelada tem patas arrancadas

VIVIANNE NUNES COM INFORMAÇÕES PMA

08/02/2011 - 08h05
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Uma onça parda adulta foi atropelada na tarde de ontem no quilômetro 92 da rodovia BR-060 em Costa Rica. O animal foi recolhido pela Polícia Militar Ambiental (PMA) depois de um telefonema que indicava que ele ainda estaria vivo mas ao chegar no local foi constatado que ela estava sem as três patas, provavelmente retiradas por alguém que passou no local. Conforme informações da PMA as patas do felino podem ter sido cortadas para “souvernir”.

Policiais Militares Ambientais de Costa Rica receberam informações do Destacamento da Polícia Militar de Paraíso das Águas, ontem à tarde, que haveria uma onça-parda adulta que acabara de ser atropelada, na altura do km 92 da BR 060. As informações eram de que o animal estaria vivo e, portanto, a PMA deslocou-se imediatamente, porém, ao chegar lá os policiais encontraram o animal morto e alguém havia retirado 03 patas da onça.

Diante dos fatos a Polícia Ambiental alerta que ter qualquer produto da fauna sem autorização é crime. As penas são as mesmas de se ter abatido o animal ou seja, tanto faz, a pessoa ser flagrada com uma onça, ou com a pata ou o couro. Ela responderá por crime ambiental. A pena criminal é de 06 meses a um ano e meio e a multa é de R$ 5 mil por animal ou parte dele. A polícia lembra ainda que a onça parda está na lista dos animais em extinção.

Os policiais militares ambientais recolheram o animal, que pesa aproximadamente 40 quilo. Ele será empalhado para utilização em trabalhos de Educação de Educação Ambiental.

CAMPO GRANDE

Idosa é feita refém dentro de casa e suspeito morre após confronto com a PM

Suspeito reagiu e tentou atacar os militares, sendo atingido por disparos, ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos

18/03/2026 09h15

Suspeito reagiu e tentou atacar os militares, sendo atingido por disparos

Suspeito reagiu e tentou atacar os militares, sendo atingido por disparos Batalhão de Choque

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Uma idosa de 80 anos foi mantida refém dentro de casa na noite desta terça-feira (17), no bairro Jardim Tijuca, em Campo Grande. A ocorrência terminou com a morte do suspeito após intervenção policial.

De acordo com as informações, a situação foi inicialmente comunicada como cárcere privado. O neto da vítima acionou as autoridades ao perceber que a avó estava sob ameaça dentro da residência, localizada na Rua Cabo Verde.

O suspeito, identificado como Emilson Rodrigues da Costa, de 55 anos, teria invadido o imóvel por motivos ainda desconhecidos. A relação dele com a idosa não foi informada até o momento.

Durante a ação, o homem esfaqueou o padrasto, que ficou ferido. Não há detalhes atualizados sobre o estado de saúde da vítima.

Equipes policiais foram mobilizadas e realizaram uma incursão tática na casa, com uso de escudo balístico, enquanto outra guarnição fez o isolamento da área para garantir a segurança no entorno.

Até que no momento da abordagem, o suspeito reagiu e tentou atacar os militares, sendo atingido por disparos. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

Ainda conforme a ocorrência, Emilson estava foragido do sistema prisional. O caso segue sob investigação para esclarecer as circunstâncias e a motivação do crime.

Mortes já chegam a 20

Dados da Secretaria de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul apontam que, até às 23h59 desta terça-feira (16), 20 pessoas haviam morrido em decorrência de intervenções de agentes do Estado em 2026. Somente ontem, ao menos quatro novas mortes foram registradas em ocorrências distintas, elevando o total extraoficial para 20 casos em pouco mais de dois meses e meio.

As mortes ocorreram, em sua maioria, durante confrontos entre suspeitos e forças de segurança, geralmente após reações armadas contra abordagens policiais. Esse tipo de registro é classificado oficialmente como “morte por intervenção legal de agente do Estado”, quando há entendimento de que os policiais agiram em legítima defesa ou para conter uma ameaça iminente.

Do total de vítimas neste ano, 16 são homens e há ao menos quatro casos em que a identificação completa não foi informada. Em relação à faixa etária, os dados indicam dois idosos, nove adultos, cinco jovens e um adolescente entre os mortos, evidenciando que a violência atinge diferentes perfis. As ocorrências se concentram no início do ano, com oito casos registrados em janeiro, cinco em fevereiro e sete somente na primeira quinzena de março.

No mesmo período do ano passado, entre janeiro e março, também foram contabilizadas 20 mortes desse tipo em Mato Grosso do Sul. Os números reforçam o cenário de confrontos recorrentes envolvendo forças policiais e suspeitos, especialmente em ações relacionadas ao combate ao crime organizado e a ocorrências com uso de armas de fogo.

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Descaminho

Camelódromo tem bancas interditadas após operação contra contrabando

Mercadorias foram apreendidas e boxes interditados durante investigação de esquema que pode contar com participação de agentes de segurança pública

18/03/2026 08h44

Crédito: Marcelo Victor / Correio do Estado

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Durante operação contra contrabando que revelou a participação de agentes de segurança pública do Estado, quatro boxes do Camelódromo e uma sala no piso superior foram interditados.

Nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira (18), a Polícia Federal (PF), em parceria com a Receita Federal, interditou o entorno do Camelódromo e iniciou a retirada de produtos oriundos de descaminho.

Em conversa com a reportagem do Correio do Estado, o presidente da Associação dos Vendedores Ambulantes (Camelódromo), Narciso Soares dos Santos, confirmou a interdição dos locais e a retirada de produtos.

“De um box estão recolhendo todos os produtos; de outros dois levaram apenas a maquininha [de cartão] e celulares de uso dos comerciantes. São quatro boxes. [Os policiais] falaram que foi uma operação pontual, fruto de investigação com mandado de busca e apreensão”, informou o presidente.

Após a apreensão dos produtos e a interdição do espaço alvo da operação, as faixas que impediam a circulação foram retiradas e os lojistas puderam entrar novamente. Segundo Narciso, o funcionamento seguirá normalmente durante o dia.

“A ação foi apenas em quatro boxes. O Camelódromo está abrindo normalmente, vamos trabalhar normalmente”, pontuou o presidente.

Ação

A Operação Judas Iscariotes cumpriu mandados de busca e apreensão em residências, em duas delegacias da Polícia Civil e no Camelódromo de Campo Grande, com o objetivo de desarticular um grupo que facilitava a entrada de mercadorias contrabandeadas.

Durante a investigação, foi identificada a participação de agentes de segurança pública de Mato Grosso do Sul, aposentados e da ativa, que agiam em diversas frentes, aproveitando-se da influência dos cargos tanto para vazar informações sigilosas quanto para auxiliar no transporte das mercadorias.

A ação ocorreu simultaneamente a operações em outras unidades da federação. Um dos principais destinos das mercadorias, após atravessarem a fronteira, era o estado de Minas Gerais (MG).

O grupo utilizava veículos modificados para esconder a carga de produtos contrabandeados, em uma tentativa de ludibriar eventuais fiscalizações.

Os nomes dos alvos da operação não foram divulgados.

Com autorização do Ministério Público Federal, a Justiça Federal expediu as seguintes medidas cautelares:

  • 31 mandados de busca e apreensão;
  • 4 mandados de prisão preventiva;
  • 1 mandado de monitoração eletrônica;
  • 2 afastamentos de funções públicas;
  • 6 suspensões de porte ou posse de arma de fogo;
  • indisponibilidade de bens de 12 pessoas físicas e jurídicas, no valor de R$ 40 milhões, incluindo:
  • sequestro de ao menos 10 imóveis;
  • sequestro e apreensão de ao menos 12 veículos;
  • suspensão das atividades de 6 pessoas jurídicas.

Ao todo, foram cumpridas cerca de 90 ordens judiciais, com a mobilização de mais de 200 policiais, nas cidades de Campo Grande (MS), Dourados (MS), Belo Horizonte (MG), Vespasiano (MG) e Montes Claros (MG).

A operação contou, ainda, com o apoio das corregedorias da Polícia Rodoviária Federal, da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul e do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul.

As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros eventuais envolvidos e aprofundar a apuração dos fatos.

 

 

 

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