Cidades

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Pneus de trator recheados de maconha e cocaína

Pneus de trator recheados de maconha e cocaína

Redação

07/05/2010 - 06h49
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Thiago Gomes

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 1,5 tonelada de maconha e 37 quilos de cocaína que estavam escondidos em pneus de trator e num estepe de caminhão. O fato se deu na manhã de ontem, na BR-262, altura do quilômetro 21, em Campo Grande.

Os agentes da PRF, em fiscalização de rotina, abordaram um caminhão Mercedes-Benz com placa de Mato Grosso do Sul, transportando na carroceria um trator. O motorista C.C.A.C., de 43 anos, demonstrou nervosismo durante a fiscalização. Ele disse que pegou o veículo em Água Clara (MS), com a incumbência de levá-lo até São Paulo.

Durante a vistoria no veículo, a equipe da Polícia Rodoviária encontrou dentro dos pneus do trator cerca de 1,5 tonelada de maconha e 37 quilos de cocaína no estepe do caminhão. O motorista disse que pelo transporte ganharia o caminhão como pagamento. Ele foi encaminhado para a Polícia Federal.

Coca em ônibus
Por outro lado, a PRF  também interceptou uma remessa de cinco quilos de cocaína pura. A apreensão aconteceu  na noite de quarta-feira, durante trabalho de fiscalização realizado em conjunto com a Receita Federal, na BR- 262, altura do km 600, no município de Miranda. O entorpecente estava em uma sacola, dentro do bagageiro interno do ônibus que fazia a linha Corumbá/Campo Grande.

Ainda de acordo com a PRF, L.A.I.M., de 37 anos, sem profissão definida, foi apontado como sendo o responsável pela cocaína, de alto teor de pureza. O detido afirmou que fazia o trabalho de “mula” (transporte) e recebeu a droga de uma pessoa do sexo masculino, nas imediações da estação rodoviária de Corumbá, sendo orientado de como proceder para embarcar com o produto.

L.A.I.M., também revelou que deveria desembarcar defronte do Aeroporto Internacional de Campo Grande, onde seria abordado por outra pessoa, provável proprietário da droga. Disse que receberia uma certa quantia pelo “serviço” de transporte do entorpecente.

OFERTAS

Leilão do Detran-MS inicia março com 181 veículos para circulação

Os lotes se dividem em 162 motocicletas e 19 carros, além das ofertas de sucatas que podem ter as peças retiradas e vendidas

03/03/2026 16h35

Divulgação

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Nesta segunda-feira (2), o Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul) abriu o leilão de veículos para circulação e sucatas.

Entre os veículos que podem circular, há 181 lotes, os quais 162 são motocicletas e 19 carros. Entre os destaques está um Citroen C4 Pallas 20EPF, ano 2009/2010, que tem lance inicial de R$ 4.518.

Entre as motocicletas, o destaque é uma HONDA/CG 160 START, ano 2025/2025, com o lance inicial de R$ 4.095.

Entre as sucatas, são 66 lotes, sendo 70 motocicletas e 58 automóveis de sucata inservível, ou seja, que podem ter as peças retiradas e vendidas separadamente; e um lote único de 10.313,00 kg de material ferroso, voltado para siderúrgicas.

O leilão ficará aberto até às 15h, do dia 17 de março, realizado pelo portal www.leiloesonlinems.com.br.

Os editais dos leilões estão disponíveis no novo site do Detran-MS. Acesse (https://www.detran.ms.gov.br/informativo/editais-leiloes-e-licitacoes/).

Visitação

No portal é possível conferir os valores e fotos. Os interessados que quiserem avaliar os lotes podem visitar o pátio da PMAX Guincho e Armazenamento de Veículos, na Rua Gigante Adamastor, 16, Jardim Santa Felicidade, em Campo Grande.

Em Dourados, também há possibilidade de visitação, na unidade da PMAX, localizado na Avenida Moacir Djalma Barros, nº 11.355,  BR-163, Km 266. Os dias liberados para visita são 13 e 16 de março, das 08h às 11h e das 13h30 às 16h30.

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Fenômeno

Pescadores encontram diversos peixes mortos no Rio Sucuriú

Segundo a Polícia Militar Ambiental, a mortandade pode ter sido causada devido ao fenômeno natural conhecido por "devoada"

03/03/2026 16h15

Exemplares foram encontrados no trecho em Paraíso das Águas

Exemplares foram encontrados no trecho em Paraíso das Águas Reprodução

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Pescadores encontraram, no último domingo (01), vários peixes mortos boiando nas águas do Rio Sucuriú, no município de Paraíso das Águas, a aproximadamente 210 quilômetros de Campo Grande. 

A maioria dos animais mortos eram da espécie piau, um peixe comum nas bacias do Paraná e do Paraguai. Os registros foram feitos por um casal que praticava pescaria no trecho entre a Ponte do Portinho Municipal e a Ponte de Pedra. 

De acordo com relatos de um dos pescadores, os peixes mortos estavam espalhados em diferentes pontos do rio, o que causou estranhamento e preocupação quanto às possíveis causas do fato. 

O Correio do Estado entrou em contato com a Polícia Militar Ambiental responsável pelo condado. Em nota, a assessoria da PMA de Costa Rica informou que realizou fiscalização pelo rio e em terra durante o dia de ontem (2) para apurar as causas do incidente. 

Em conversa com ribeirinhos e pescadores, a Polícia confirmou que cerca de 15 a 20 exemplares de peixes das espécies Piau, Tubuarana e Tucunaré foram encontrados boiando durante o domingo, mas o fenômeno cessou logo em seguida. 

Por esse motivo, durante a vistoria da PMA, não foi encontrado nenhum peixe morto nas regiões do Curralinho e Ponte de Pedra, nem nas grades de adução da Usina Hidrelétrica Fundãozinho ou propriedades rurais com lavouras às margens do rio. Não foram identificados, também, vestígios de uso indevido de defensivos agrícolas ou qualquer descarte irregular. 

Possíveis causas

A PMA afirmou que a mortandade pode ter sido causada por um fenômeno natural conhecido como "decoada", comum no Pantanal, ocorrendo na cheia (fevereiro a maio), quando águas sobem e inundam áreas secas com matéria orgânica, causando decomposição bacteriana intensa. 

"Imagens registradas no dia da denúncia mostraram um grande acúmulo de resíduos orgânicos e vegetação seca na calha do rio, trazidos pelas fortes chuvas e cheias. Esse material orgânico, ao entrar em decomposição, reduz drasticamente o oxigênio da água, o que pode levar à morte de peixes de forma moderada — fato que também foi registrado na região no mesmo período em 2025", explicou em nota. 

Mesmo com os indícios de causa natural, a Polícia informou que vai manter o monitoramento contínuo do trecho. Além disso, já foi realizado um pedido ao Instituto do Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) para que seja feita a coleta e análise técnica da água. 

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