Cidades

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Polícia prende 4 pela morte de garota de 22 anos

Polícia prende 4 pela morte de garota de 22 anos

Redação

12/03/2010 - 06h35
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A costureira Natália Wenz Ajala, 22 anos, foi encontrada morta no início da noite de ontem, em um matagal da Vila Popular, cinco dias após ser vista pela família pela última vez. Ela foi assassinada com um tiro na cabeça disparado pelo namorado, Esteferson Roy Souza da Silva, 21 anos, que está preso junto com outras três pessoas. De acordo com o rapaz, o revólver calibre 38 utilizado no crime é do tio dele, que seria desembargador. O padrasto de Natália, o açougueiro Gerson Gomes Pereira, 34 anos, disse que Natália namorava Esteferson há três semanas e que no sábado, quando foi vista pela última vez, o jovem a buscou em casa, em uma motocicleta, por volta das 17 horas. A versão confirmada pelo rapaz, que levou Natália para um bar localizado na Rua Japecanga, Bairro Silvia Regina. No local, ele atirou na cabeça dela, já quase na madrugada de domingo. Esteferson diz que o tiro foi acidental. “Tirei duas balas e pensei que não tivesse mais. Aí atirei”. De acordo com a investigadora da 7ª Delegacia de Polícia Civil, Maria Campos, pouco antes da meia-noite, uma amiga de Natália ligou no celular dela e a questionou se ela iria em uma festa de aniversário. A jovem teria respondido que provavelmente não, porque Esteferson estaria dificultando. A ligação está registrada no celular da amiga da vítima. Esse foi o último contato da costureira com a amiga. Sobre a festa, o autor diz que já havia dito para Natália que ela poderia ir, mas, ele não iria. Após matar Natália na frente do dono do bar e da esposa dele, Esteferson e um amigo, um soldado do Exército Brasileiro, colocaram o corpo em uma motocicleta e o abandonaram em um matagal, às margens de uma via sem pavimentação, na Vila Popular. O comerciante e a esposa se mudaram para o Jardim Noroeste no dia seguinte e agora estão presos, assim como Esteferson e o amigo militar. Esteferson, que não trabalha nem estuda, diz que está arrependido e que não conseguiu dormir nestes dias. A família de Natália passou o dia na 7ª Delegacia, cujos policiais conseguiram desvendar o caso.

OFERTAS

Leilão do Detran-MS inicia março com 181 veículos para circulação

Os lotes se dividem em 162 motocicletas e 19 carros, além das ofertas de sucatas que podem ter as peças retiradas e vendidas

03/03/2026 16h35

Divulgação

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Nesta segunda-feira (2), o Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul) abriu o leilão de veículos para circulação e sucatas.

Entre os veículos que podem circular, há 181 lotes, os quais 162 são motocicletas e 19 carros. Entre os destaques está um Citroen C4 Pallas 20EPF, ano 2009/2010, que tem lance inicial de R$ 4.518.

Entre as motocicletas, o destaque é uma HONDA/CG 160 START, ano 2025/2025, com o lance inicial de R$ 4.095.

Entre as sucatas, são 66 lotes, sendo 70 motocicletas e 58 automóveis de sucata inservível, ou seja, que podem ter as peças retiradas e vendidas separadamente; e um lote único de 10.313,00 kg de material ferroso, voltado para siderúrgicas.

O leilão ficará aberto até às 15h, do dia 17 de março, realizado pelo portal www.leiloesonlinems.com.br.

Os editais dos leilões estão disponíveis no novo site do Detran-MS. Acesse (https://www.detran.ms.gov.br/informativo/editais-leiloes-e-licitacoes/).

Visitação

No portal é possível conferir os valores e fotos. Os interessados que quiserem avaliar os lotes podem visitar o pátio da PMAX Guincho e Armazenamento de Veículos, na Rua Gigante Adamastor, 16, Jardim Santa Felicidade, em Campo Grande.

Em Dourados, também há possibilidade de visitação, na unidade da PMAX, localizado na Avenida Moacir Djalma Barros, nº 11.355,  BR-163, Km 266. Os dias liberados para visita são 13 e 16 de março, das 08h às 11h e das 13h30 às 16h30.

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Fenômeno

Pescadores encontram diversos peixes mortos no Rio Sucuriú

Segundo a Polícia Militar Ambiental, a mortandade pode ter sido causada devido ao fenômeno natural conhecido por "devoada"

03/03/2026 16h15

Exemplares foram encontrados no trecho em Paraíso das Águas

Exemplares foram encontrados no trecho em Paraíso das Águas Reprodução

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Pescadores encontraram, no último domingo (01), vários peixes mortos boiando nas águas do Rio Sucuriú, no município de Paraíso das Águas, a aproximadamente 210 quilômetros de Campo Grande. 

A maioria dos animais mortos eram da espécie piau, um peixe comum nas bacias do Paraná e do Paraguai. Os registros foram feitos por um casal que praticava pescaria no trecho entre a Ponte do Portinho Municipal e a Ponte de Pedra. 

De acordo com relatos de um dos pescadores, os peixes mortos estavam espalhados em diferentes pontos do rio, o que causou estranhamento e preocupação quanto às possíveis causas do fato. 

O Correio do Estado entrou em contato com a Polícia Militar Ambiental responsável pelo condado. Em nota, a assessoria da PMA de Costa Rica informou que realizou fiscalização pelo rio e em terra durante o dia de ontem (2) para apurar as causas do incidente. 

Em conversa com ribeirinhos e pescadores, a Polícia confirmou que cerca de 15 a 20 exemplares de peixes das espécies Piau, Tubuarana e Tucunaré foram encontrados boiando durante o domingo, mas o fenômeno cessou logo em seguida. 

Por esse motivo, durante a vistoria da PMA, não foi encontrado nenhum peixe morto nas regiões do Curralinho e Ponte de Pedra, nem nas grades de adução da Usina Hidrelétrica Fundãozinho ou propriedades rurais com lavouras às margens do rio. Não foram identificados, também, vestígios de uso indevido de defensivos agrícolas ou qualquer descarte irregular. 

Possíveis causas

A PMA afirmou que a mortandade pode ter sido causada por um fenômeno natural conhecido como "decoada", comum no Pantanal, ocorrendo na cheia (fevereiro a maio), quando águas sobem e inundam áreas secas com matéria orgânica, causando decomposição bacteriana intensa. 

"Imagens registradas no dia da denúncia mostraram um grande acúmulo de resíduos orgânicos e vegetação seca na calha do rio, trazidos pelas fortes chuvas e cheias. Esse material orgânico, ao entrar em decomposição, reduz drasticamente o oxigênio da água, o que pode levar à morte de peixes de forma moderada — fato que também foi registrado na região no mesmo período em 2025", explicou em nota. 

Mesmo com os indícios de causa natural, a Polícia informou que vai manter o monitoramento contínuo do trecho. Além disso, já foi realizado um pedido ao Instituto do Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) para que seja feita a coleta e análise técnica da água. 

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