Polícia

Tráfico de drogas

PF desarticula grupo criminoso e apreende mais de R$ 27 milhões

Durante a operação deflagrada nesta quinta-feira (8) os agentes cumpriram mandados contra quadrilha que promovia tráfico transnacional

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A Polícia Federal cumpriu mandados de prisão e busca e apreensão contra uma quadrilha que cuidava do planejamento da circulação de drogas em Mato Grosso do Sul visando atravessar fronteiras do país. 

A ação ocorreu nesta quinta-feira (8), em Angélica e Ivinhema e apreendeu mais de 27 milhões de reais. 

Durante a operação "Lepidosiren", os agentes cumpriram oito mandados expedidos pela Justiça Federal de Ponta Porã que previa:

  • quebra de sigilo bancário
  • sequestro de bens
  • prisão temporária
  • busca e apreensão

Além disso, a Justiça Federal autorizou o sequestro de mais de R$ 33 milhões do grupo criminoso que sofreu a batida.

Dentro de um armário os agentes localizaram dinheiro guardado em uma caixa de tênis, enquanto trinta reais estavam aparentemente descartados em uma lata de lixo.

Os gentes apreenderam vários veículos como uma SUV, uma motocicleta, dois caminhões e até um trator.

Inteligência

O trabalho de investigação teve início no dia 8 de julho, após prisão em flagrante e apreensão de 3,4 toneladas de maconha em Ponta Porã.

Durante o levantamento, os agentes identificaram a atuação de um grupo criminoso que era responsável por traçar a rota de transporte do tráfico de drogas que passava pelo Estado.

Balanço


Detidos:

  • 2 pessoas detidas
  • 1 pessoa em busca

 

Valores:

  • 103 mil reais envolvidos
  • Imóveis:
  • 8 imóveis urbanos apreendidos
  • Ordem de Bloqueio:
  • Total de bloqueio: 27 milhões de reais

"O nome da Operação "Lepidosiren" foi escolhido devido à referência em latim ao "peixe-cobra", um apelido dado ao principal integrante da associação criminosa"

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SOB NOVA DIREÇÃO

Após caso Vanessa e "queda" de delegadas, DEAM ganha nova titular

Nomeação ocorre após a saída da delegada titular, Elaine Cristina Ishiki Benicasa e delegadas Riccelly Maria Albuquerque Donha e Lucélia Constantino de Oliveira, que atenderam Vanessa Ricarte horas antes de ser assassinada

28/03/2025 10h20

Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) localizada na Casa da Mulher Brasileira

Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) localizada na Casa da Mulher Brasileira GERSON OLIVEIRA

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Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) está sob novo comando: Fernanda Barros Piovano é a mais nova delegada titular. Ela já fazia parte da delegacia, mas como delegada adjunta.

A decisão foi publicada nesta sexta-feira (28), no Diário Oficial Eletrônico (DOE-MS), por meio da Portaria “P” DGPC/MS Nº 304 e assinada pelo delegado geral de Polícia Civil, Lupérsio Degerone Lúcio.

A nomeação ocorre após a saída da delegada titular, Elaine Cristina Ishiki Benicasa. Ela foi para a Diretoria Geral da Polícia Civil (DGPC).

Outras delegadas, Riccelly Maria Albuquerque Donha e Lucélia Constantino de Oliveira, que atenderam Vanessa Ricarte horas antes de ser assassinada, também foram dispensadas da DEAM. Ambas foram a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário de Campo Grande (DEPAC-CG).

As delegadas Cynthia Karoline Bezerra Gomes Tapias e Laís Mendonça Alves, que estavam na DEPAC, vão substituir as que saíram e, a partir de agora, vão atuar na DEAM.

Veja o trecho redigido no Diário Oficial:

Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) localizada na Casa da Mulher Brasileira

Com isso, a partir de agora, as novas delegadas da DEAM são:

  • Fernanda Barros Piovano
  • Stella Paris Senatore
  • Analu Lacerda Ferraz
  • Larissa Franco Serpa
  • Karolina Souza Pereira
  • Marianne Cristine de Souza
  • Karen Viana de Queiroz
  • Rafaela Brito Sayao Lobato
  • Cynthia Karoline Bezerra Gomes Tapias
  • Laís Mendonça Alves

O secretário Antônio Carlos Videira, da Justiça e Segurança Pública, admitiu, nesta quinta-feira (27) durante coletiva de imprensa, que as trocas na DEAM foram resultado da comoção gerada pelo assassinato de Vanessa e por conta de uma série de outras reclamações sobre o atendimento no local.

CASO VANESSA RICARTE

Jornalista, Vanessa Ricarte, de 42 anos, morreu esfaqueada pelo noivo, Caio Nascimento, de 35 anos, em 12 de fevereiro de 2025, no bairro São Bento, em Campo Grande.

Eles namoravam há 4 meses e moravam juntos. Caio é músico, pianista e aparenta ser um "homem de Deus" nas redes sociais, tocando e cantando músicas evangélicas. 

Ele tem passagens pela polícia por roubo, tentativa de suicídio, ameaça e violência doméstica contra a mãe, irmã e outras namoradas.

A jornalista morreu quatro dias antes de seu aniversário. Ela era assessora de imprensa do Ministério Público do Trabalho (MPT) e se formou em jornalismo pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

Ela foi socorrida e encaminhada ao Hospital Santa Casa, passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu. 

Horas antes de morrer, Vanessa solicitou medida protetiva contra o autor na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM). Em seguida, voltou para casa e foi morta com golpes de faca.

De acordo com o Ministério das Mulheres, o percurso de Vanessa até sua casa não poderia ter ocorrido sem a escolta da Patrulha Maria da Penha, segundo o protocolo de avaliação de risco para mulheres em situação de violência e que orienta o atendimento na Casa da Mulher Brasileira.

O feminicídio escancara uma série de falhas do poder público de Mato Grosso do Sul no enfrentamento da violência contra mulher, mostrando que medidas precisam ser tomadas e o modelo de atendimento à mulher vítima de violência precisa ser reformulado.

Polícia

Polícia fecha depósito com contrabando do Paraguai, avaliado em R$ 1,3 milhão

Durante uma campana, a Polícia Civil flagrou carros imundos acessando um cortiço em Nova Alvorada do Sul, recheado de muamba

27/03/2025 16h33

Divulgação PCMS

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Após um trabalho de vigilância, a Polícia Civil registrou a movimentação de um veículo entrando e saindo de um cortiço que dava acesso a um depósito onde mercadorias contrabandeadas do Paraguai eram armazenadas.

Ao confirmar a ação, a Delegacia de Polícia Civil realizou a batida na noite de terça-feira (25), no local situado na Rua Camilo Félix, no bairro Maria de Lourdes, em Nova Alvorada do Sul.

Durante a ação, os agentes se depararam com um depósito utilizado para armazenar a mercadoria contrabandeada.

No total, foram apreendidos 146 fardos de óculos falsificados, avaliados em aproximadamente R$ 1,3 milhão.

Campana


Durante a vigilância, os policiais registraram a entrada de um veículo extremamente sujo de barro.

O carro acessou o cortiço, permaneceu por alguns minutos, saiu e estacionou ao lado do imóvel que estava sendo monitorado. Alguns instantes depois, outro veículo, igualmente sujo, fez o mesmo percurso.

Um terceiro veículo acessou o cortiço. Um detalhe que chamou atenção foi que, embora não estivesse transportando mercadorias, os bancos traseiros haviam sido removidos.

Essa é uma característica comum em automóveis utilizados para o transporte de cargas contrabandeadas.

Cortiço do crime


Assim que ocorreu a abordagem, o responsável pelo depósito foi localizado na última casa da vila. Ao perceber a aproximação dos policiais, pulou o muro e conseguiu fugir.

Dentro do imóvel, a equipe encontrou diversos documentos e papéis, que permitiram a identificação do suspeito, que será indiciado por contrabando e descaminho.

O material apreendido foi encaminhado à delegacia, onde o boletim de ocorrência foi registrado e o inquérito policial instaurado para investigação do crime.

 

 

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