Cidades

Cidades

Sai crédito para a compra de gado que foge da cheia do Pantanal

Sai crédito para a compra de gado que foge da cheia do Pantanal

Redação

19/04/2010 - 08h39
Continue lendo...

Em função do ciclo de cheias e secas no Pantanal, os pecuaristas pantaneiros - a pecuária é a principal exploração econômica na região - são obrigados a movimentar os rebanhos, retirando-os das regiões mais baixas e providenciando pastos para apascentamento temporário em áreas não sujeitas a inundações. Depois, passada a fase mais crítica, precisam retornar o gado até suas propriedades.
Essa movimentação, essas providências, que são maiores ou menores, dependendo do nível da cheia a cada ano, têm custos para o produtor. Só para que se tenha uma ideia, sem falar no transporte de milhares de cabeças, o aluguel temporário de um pasto custa hoje de 10 a 15 por cento do preço da arroba bovina por mês e por cabeça de gado.
Muitas vezes, por conta de todas as dificuldades, o pecuarista pantaneiro não consegue fazer a retirada do gado e acaba sendo obrigado a vender o rebanho por preço muito abaixo das cotações de mercado, amargando prejuízos.
Frente a essa realidade, de dias difíceis, com o produtor tendo dificuldades de caixa pela baixa remuneração paga pelo gado a vários meses, o Governo do Estado, por meio da Secretaria da Produção, procurou parceria com o Banco do Brasil com vistas a minimizar esses problemas dos produtores, assegurando crédito, pelo menos, para a comercialização. Quem quiser adquirir o gado procedente das regiões alagadas terá financiamento do Banco do Brasil. Dessa forma, o pecuarista pode ter mais tranquilidade e venderá o gado por um preço mais justo.
Condições de crédito
Conforme informações da superintendência do Banco do Brasil, o financiamento será concedido a juros de 6,75% ao ano, e o teto por benefício é de R$ 200 mil. Vai ser dada prioridade àqueles até R$ 100 mil. O limite financiado será de 80% do orçamento a ser apresentado pelo tomador do crédito. E o prazo para pagamento é de dois anos, mas terá que ser pago em apenas uma parcela. (MH)

OFERTAS

Leilão do Detran-MS inicia março com 181 veículos para circulação

Os lotes se dividem em 162 motocicletas e 19 carros, além das ofertas de sucatas que podem ter as peças retiradas e vendidas

03/03/2026 16h35

Divulgação

Continue Lendo...

Nesta segunda-feira (2), o Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul) abriu o leilão de veículos para circulação e sucatas.

Entre os veículos que podem circular, há 181 lotes, os quais 162 são motocicletas e 19 carros. Entre os destaques está um Citroen C4 Pallas 20EPF, ano 2009/2010, que tem lance inicial de R$ 4.518.

Entre as motocicletas, o destaque é uma HONDA/CG 160 START, ano 2025/2025, com o lance inicial de R$ 4.095.

Entre as sucatas, são 66 lotes, sendo 70 motocicletas e 58 automóveis de sucata inservível, ou seja, que podem ter as peças retiradas e vendidas separadamente; e um lote único de 10.313,00 kg de material ferroso, voltado para siderúrgicas.

O leilão ficará aberto até às 15h, do dia 17 de março, realizado pelo portal www.leiloesonlinems.com.br.

Os editais dos leilões estão disponíveis no novo site do Detran-MS. Acesse (https://www.detran.ms.gov.br/informativo/editais-leiloes-e-licitacoes/).

Visitação

No portal é possível conferir os valores e fotos. Os interessados que quiserem avaliar os lotes podem visitar o pátio da PMAX Guincho e Armazenamento de Veículos, na Rua Gigante Adamastor, 16, Jardim Santa Felicidade, em Campo Grande.

Em Dourados, também há possibilidade de visitação, na unidade da PMAX, localizado na Avenida Moacir Djalma Barros, nº 11.355,  BR-163, Km 266. Os dias liberados para visita são 13 e 16 de março, das 08h às 11h e das 13h30 às 16h30.

Assine o Correio do Estado

Fenômeno

Pescadores encontram diversos peixes mortos no Rio Sucuriú

Segundo a Polícia Militar Ambiental, a mortandade pode ter sido causada devido ao fenômeno natural conhecido por "devoada"

03/03/2026 16h15

Exemplares foram encontrados no trecho em Paraíso das Águas

Exemplares foram encontrados no trecho em Paraíso das Águas Reprodução

Continue Lendo...

Pescadores encontraram, no último domingo (01), vários peixes mortos boiando nas águas do Rio Sucuriú, no município de Paraíso das Águas, a aproximadamente 210 quilômetros de Campo Grande. 

A maioria dos animais mortos eram da espécie piau, um peixe comum nas bacias do Paraná e do Paraguai. Os registros foram feitos por um casal que praticava pescaria no trecho entre a Ponte do Portinho Municipal e a Ponte de Pedra. 

De acordo com relatos de um dos pescadores, os peixes mortos estavam espalhados em diferentes pontos do rio, o que causou estranhamento e preocupação quanto às possíveis causas do fato. 

O Correio do Estado entrou em contato com a Polícia Militar Ambiental responsável pelo condado. Em nota, a assessoria da PMA de Costa Rica informou que realizou fiscalização pelo rio e em terra durante o dia de ontem (2) para apurar as causas do incidente. 

Em conversa com ribeirinhos e pescadores, a Polícia confirmou que cerca de 15 a 20 exemplares de peixes das espécies Piau, Tubuarana e Tucunaré foram encontrados boiando durante o domingo, mas o fenômeno cessou logo em seguida. 

Por esse motivo, durante a vistoria da PMA, não foi encontrado nenhum peixe morto nas regiões do Curralinho e Ponte de Pedra, nem nas grades de adução da Usina Hidrelétrica Fundãozinho ou propriedades rurais com lavouras às margens do rio. Não foram identificados, também, vestígios de uso indevido de defensivos agrícolas ou qualquer descarte irregular. 

Possíveis causas

A PMA afirmou que a mortandade pode ter sido causada por um fenômeno natural conhecido como "decoada", comum no Pantanal, ocorrendo na cheia (fevereiro a maio), quando águas sobem e inundam áreas secas com matéria orgânica, causando decomposição bacteriana intensa. 

"Imagens registradas no dia da denúncia mostraram um grande acúmulo de resíduos orgânicos e vegetação seca na calha do rio, trazidos pelas fortes chuvas e cheias. Esse material orgânico, ao entrar em decomposição, reduz drasticamente o oxigênio da água, o que pode levar à morte de peixes de forma moderada — fato que também foi registrado na região no mesmo período em 2025", explicou em nota. 

Mesmo com os indícios de causa natural, a Polícia informou que vai manter o monitoramento contínuo do trecho. Além disso, já foi realizado um pedido ao Instituto do Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) para que seja feita a coleta e análise técnica da água. 

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).