Cidades

parques aquícolas

Seca atrasa em 2 anos produção de peixes em tanque-rede

Falta de chuvas na Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira prejudicou projeto

DA REDAÇÃO

05/01/2015 - 00h00
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Falta de chuvas no reservatório da Usina Hidrelétrica de Ilha Solteira, problema que assolou a Região Sudeste em praticamente metade do ano de 2014, deve atrasar em dois anos a produção de 36 mil toneladas de peixe, projetada para os tanques-rede instalados no parque aquícola, na divisa de Mato Grosso do Sul com São Paulo. A análise é do superintendente federal de Pesca e Aquicultura de Mato Grosso do Sul, Luiz David Figueiró.

“Havia previsão de que esse parque produzisse 36 mil toneladas dentro de cinco anos (portanto a partir de 2018), mas as condições climáticas não ajudaram”, comentou. Das sete áreas que compõem o parque aquícola, duas ainda estão em situação considerada crítica, enquanto as demais estão voltando aos níveis normais. “Já há produtores operando, mas não em plena capacidade, porque houve redução dos volumes de água. Faltou ‘pasto’”, concluiu, referindo-se à máxima segundo a qual aquicultura é a agricultura das águas, portanto “tudo que se planta na água dá”. 

“Com a diminuição do volume de Ilha Solteira os produtores não podem colocar muito peixe. Aqueles que tiveram as áreas afetadas fizeram o vazio sanitário”, explicou Figueiró. A expectativa é que só dentro de dois anos essas áreas devem voltar à normalidade. Com isso, a projeção de produção máxima de 36 mil toneladas gerada pelo parque passaria somente para 2020. 

O número de produtores que estariam atuando no momento no Parque de Ilha Solteira não foi informado. De acordo com o superintendente, 70 pescadores ganharam o título para exploração do parque, além de seis produtores que venceram o processo licitatório e compraram o restante das áreas, com direito a exploração pelo prazo de 20 anos.

A reportagem, de Daniella Arruda, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

POLÍCIA

PM morre em confronto com criminosos no interior de MS

O policial militar Marcelo Pimenta foi atingido na cabeça, tórax e braço

01/07/2026 07h50

Marcelo Pimenta ingressou na Polícia Militar em 2025

Marcelo Pimenta ingressou na Polícia Militar em 2025 Reprodução

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Marcelo Pimenta,  policial do 6º Batalhão da Polícia Militar de Corumbá, morreu na noite desta terça-feira (30) após ser atingido por tiros de fuzil, durante uma perseguição no bairro Centro América, em Corumbá.

O policial foi baleado por volta das 19h30, na rua Totico de Medeiros. Os disparos atingiram a cabeça, tórax e braço de Marcelo. No momento do ocorrido, o PM integrava a equipe do Grupamento Especial Tático de Motos (Getam) e tentava abordar um veículo Fiat Argo ocupado por homens armados e encapuzados.

Imagem de uma câmera de segurança mostra o momento em que o policial é atingido e perde o controle da motocicleta, após isso ele cai ao solo e é socorrido por seus companheiros.

Marcelo Pimenta foi encaminhado ao pronto-socorro do município, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu horas após ser atingido. 

Antes do ato

De acordo com informações preliminares apuradas pelo Correio do Estado, o confronto iniciou após os criminosos irem até Ladário e atirarem contra uma residência, próxima à praça do bairro Almirante Tamandaré. Esta casa pertence a um traficante da região, conhecido como "Coelhinho".

Após os disparos, Coelhinho teria ligado para as autoridades, informando sobre o ataque, momento em que os policiais se deslocaram até o local para realizarem a abordagem. 

A Polícia Militar realizou buscas na região para localizar os criminosos. Na fronteira com a Bolívia, agentes da Polícia Federal também reforçam as diligências.

Copa do mundo

Raphinha treina pela 1ª vez desde a lesão e aumenta otimismo da seleção para voltar na Copa

O atleta se machucou no confronto contra o Haiti

30/06/2026 23h00

Rafael Ribeiro/CBF

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O atacante Raphinha treinou no campo nesta terça-feira, 30, pela primeira vez desde a lesão sofrida na Copa do Mundo. O atleta se machucou no confronto contra o Haiti, válido pela segunda rodada da fase de grupos.

O jogador continua avançando no processo de recuperação. Ele teve uma lesão muscular na coxa direita. O treino do Brasil nesta terça aconteceu em Nova Jersey.

A presença de Raphinha no gramado aumentou o otimismo da seleção brasileira em contar com o atacante na sequência da Copa do Mundo.

Ainda assim, ele permanece como dúvida para a partida de oitavas de final, que acontecerá no próximo domingo. A tendência é que ele seja aproveitado em um possível duelo de quartas de final, caso o Brasil se classifique.

Depois de sofrer a lesão, pelas redes sociais, Raphinha tinha se manifestado, mostrando confiança em retornar ao time comandado por Carlo Ancelotti nessa Copa do Mundo.

"Eu amo o futebol, amo o que faço e amo vestir a camisa da seleção brasileira. Quem me conhece sabe o quanto eu me cobro e o quanto trabalho todos os dias para evoluir. E isso nunca vai mudar. Vou fazer tudo o que estiver ao meu alcance para me recuperar e voltar o mais rápido possível", afirmou na ocasião.

"Quero estar ao lado dos meus companheiros, lutar pelos nossos objetivos e seguir dando tudo de mim para honrar essa camisa e levar alegria ao torcedor brasileiro. Sigo firme", completou.

Nesta terça-feira, por outro lado, o Brasil teve uma notícia ruim. Lucas Paquetá teve uma lesão na região posterior da coxa esquerda, sofrida no jogo contra o Japão, e corre o risco de não voltar neste Mundial.

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