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Sete menores somem de Casa Abrigo

Sete menores somem de Casa Abrigo

Redação

11/04/2010 - 00h13
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Moscou

O presidente da Polônia, Lech Kaczynski, sua esposa, Maria Kaczynska, e uma delegação de autoridades do alto escalão do governo do país morreram ontem em um trágico acidente de avião na Rússia. A aeronave de fabricação russa Tupolev caiu a cerca de um quilômetro do aeroporto militar Smolensk-Severnuy, após sua quarta tentativa de aterrissar em meio a um intenso nevoeiro.

Segundo o governador da região de Smolensk, Sergei Antufiev, o avião “esbarrou no topo de árvores, bateu e quebrou-se em pedaços”. A agência de notícias oficial da Rússia, RIA-Novosti, disse que as indicações preliminares são de que o acidente foi causado por erro dos pilotos.

O Ministério de Emergência da Rússia informou que 97 pessoas morreram no acidente aéreo, sendo que 88 delas eram membros da delegação polonesa. O Ministério de Relações Exteriores da Polônia disse que a lista de passageiros tinha 89 nomes, mas uma pessoa não apareceu para tomar o voo de quase uma hora, partindo do principal aeroporto de Varsóvia. O grupo participaria das cerimônias em Katyn em memória do massacre de 22 mil poloneses pelos agentes soviéticos há 70 anos.

Os corpos de todas as vítimas da queda do Tupolev chegaram ao aeroporto Domodedovo, em Moscou, no final da noite de ontem, segundo informou um correspondente da AFP.

Militares
Os militares poloneses sofreram as maiores perdas com este acidente. Entre os mortos estão o chefe do Estado-Maior do Exército, general Franciszek Gagor, o comandante-chefe da Marinha, vice-almirante Andrzej Karweta, e os chefes da Força Aérea, general Andrzej Blasik, e das Forças Terrestres, general Tadeusz Buk. Eles iam prestar homenagem aos oficiais poloneses assassinados pela polícia secreta soviética em 1940.

Alguns dos membros da comitiva eram parentes dos oficiais mortos no massacre de Katyn. Também entre as vítimas estava Anna Walentynowicz, cuja demissão em agosto de 1980, do estaleiro Lenin, em Gdansk, desencadeou uma greve de trabalhadores que levou à criação do movimento de liberdade Solidariedade.

“Esta é uma grande tragédia, um grande choque para todos nós”, disse o ex-presidente e líder do movimento Solidariedade Lech Walesa. Na capital da Polônia, dezenas de milhares de pessoas se dirigiram para o centro de Varsóvia ontem, cercando o palácio presidencial e ocupando uma praça ao lado para chorar pelo trágico acidente que matou o presidente Lech Kaczynski.
As televisões mostravam poloneses chorando, bandeiras a meio mastro e janelas com faixas pretas em sinal de luto.

OFERTAS

Leilão do Detran-MS inicia março com 181 veículos para circulação

Os lotes se dividem em 162 motocicletas e 19 carros, além das ofertas de sucatas que podem ter as peças retiradas e vendidas

03/03/2026 16h35

Divulgação

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Nesta segunda-feira (2), o Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul) abriu o leilão de veículos para circulação e sucatas.

Entre os veículos que podem circular, há 181 lotes, os quais 162 são motocicletas e 19 carros. Entre os destaques está um Citroen C4 Pallas 20EPF, ano 2009/2010, que tem lance inicial de R$ 4.518.

Entre as motocicletas, o destaque é uma HONDA/CG 160 START, ano 2025/2025, com o lance inicial de R$ 4.095.

Entre as sucatas, são 66 lotes, sendo 70 motocicletas e 58 automóveis de sucata inservível, ou seja, que podem ter as peças retiradas e vendidas separadamente; e um lote único de 10.313,00 kg de material ferroso, voltado para siderúrgicas.

O leilão ficará aberto até às 15h, do dia 17 de março, realizado pelo portal www.leiloesonlinems.com.br.

Os editais dos leilões estão disponíveis no novo site do Detran-MS. Acesse (https://www.detran.ms.gov.br/informativo/editais-leiloes-e-licitacoes/).

Visitação

No portal é possível conferir os valores e fotos. Os interessados que quiserem avaliar os lotes podem visitar o pátio da PMAX Guincho e Armazenamento de Veículos, na Rua Gigante Adamastor, 16, Jardim Santa Felicidade, em Campo Grande.

Em Dourados, também há possibilidade de visitação, na unidade da PMAX, localizado na Avenida Moacir Djalma Barros, nº 11.355,  BR-163, Km 266. Os dias liberados para visita são 13 e 16 de março, das 08h às 11h e das 13h30 às 16h30.

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Fenômeno

Pescadores encontram diversos peixes mortos no Rio Sucuriú

Segundo a Polícia Militar Ambiental, a mortandade pode ter sido causada devido ao fenômeno natural conhecido por "devoada"

03/03/2026 16h15

Exemplares foram encontrados no trecho em Paraíso das Águas

Exemplares foram encontrados no trecho em Paraíso das Águas Reprodução

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Pescadores encontraram, no último domingo (01), vários peixes mortos boiando nas águas do Rio Sucuriú, no município de Paraíso das Águas, a aproximadamente 210 quilômetros de Campo Grande. 

A maioria dos animais mortos eram da espécie piau, um peixe comum nas bacias do Paraná e do Paraguai. Os registros foram feitos por um casal que praticava pescaria no trecho entre a Ponte do Portinho Municipal e a Ponte de Pedra. 

De acordo com relatos de um dos pescadores, os peixes mortos estavam espalhados em diferentes pontos do rio, o que causou estranhamento e preocupação quanto às possíveis causas do fato. 

O Correio do Estado entrou em contato com a Polícia Militar Ambiental responsável pelo condado. Em nota, a assessoria da PMA de Costa Rica informou que realizou fiscalização pelo rio e em terra durante o dia de ontem (2) para apurar as causas do incidente. 

Em conversa com ribeirinhos e pescadores, a Polícia confirmou que cerca de 15 a 20 exemplares de peixes das espécies Piau, Tubuarana e Tucunaré foram encontrados boiando durante o domingo, mas o fenômeno cessou logo em seguida. 

Por esse motivo, durante a vistoria da PMA, não foi encontrado nenhum peixe morto nas regiões do Curralinho e Ponte de Pedra, nem nas grades de adução da Usina Hidrelétrica Fundãozinho ou propriedades rurais com lavouras às margens do rio. Não foram identificados, também, vestígios de uso indevido de defensivos agrícolas ou qualquer descarte irregular. 

Possíveis causas

A PMA afirmou que a mortandade pode ter sido causada por um fenômeno natural conhecido como "decoada", comum no Pantanal, ocorrendo na cheia (fevereiro a maio), quando águas sobem e inundam áreas secas com matéria orgânica, causando decomposição bacteriana intensa. 

"Imagens registradas no dia da denúncia mostraram um grande acúmulo de resíduos orgânicos e vegetação seca na calha do rio, trazidos pelas fortes chuvas e cheias. Esse material orgânico, ao entrar em decomposição, reduz drasticamente o oxigênio da água, o que pode levar à morte de peixes de forma moderada — fato que também foi registrado na região no mesmo período em 2025", explicou em nota. 

Mesmo com os indícios de causa natural, a Polícia informou que vai manter o monitoramento contínuo do trecho. Além disso, já foi realizado um pedido ao Instituto do Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) para que seja feita a coleta e análise técnica da água. 

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