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Tufão Soudelor chega à China, mata 12 pessoas e causa inundações

Tufão Soudelor chega à China, mata 12 pessoas e causa inundações

FOLHAPRESS

09/08/2015 - 13h00
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O tufão Soudelor deixou ao menos 12 mortos no leste da China, enquanto cinco pessoas estão desaparecidas, em lugares atingidos pelas chuvas mais intensas do último século, informou neste domingo (9) a imprensa oficial.

Mais de 500 voos tiveram de ser cancelados. Imagens de televisão mostraram veículos parcialmente submersos e abandonados em estradas inundadas e soldados pela água em busca de vítimas.

Os fortes ventos e chuva causaram deslizamentos de terra em áreas rurais da província de Zhejiang, no leste, segundo a agência oficial de notícias Xinhua.

De acordo com autoridades locais, as vítimas poderiam ter sido levadas pelas inundações ou soterradas pelos escombros das casas.

O tufão, que começou a varrer a China na noite de sábado (8), afeta cerca de 1,3 milhão de pessoas, de acordo com a agência, e já provocou estragos no valor de 3,8 bilhões de yuans ( US$ 617 milhões).

Mais de dois milhões de casas ficaram sem energia, acrescentou a Xinhua. Neste domingo (9), a eletricidade já havia sido restaurada em parte delas.

As maiores precipitações dos últimos 100 anos atingiram principalmente o condado de Wencheng, que registrou 645 milímetros de chuva em 24 horas.

O tufão, que foi descrito como o mais poderoso do ano em sua passagem por Taiwan, tem se enfraquecido desde então.

De acordo com o Centro Meteorológico Nacional, Soudelor deve ser rebaixado à noite para a categoria de tempestade tropical à medida que progride no continente.

Pelo menos 250 mil pessoas tiveram de deixar suas casas nas províncias de Fujian e Zhejiang, em antecipação à chegada do tufão.

Neste sábado (8), o tufão já havia castigado Taiwan com ventos fortes e chuva torrencial, cortando a eletricidade de 3,62 milhões de casas, deixando seis mortos e mais de 100 feridos, de acordo com autoridades.

LUTO

Ex-jornalista do Correio do Estado, Celso Bejarano, morre aos 63 anos

Ele foi vítima de uma insuficiência cardíaca e teve que ser submetido a uma cirurgia, da qual saiu intubado por complicações pulmonares

04/03/2026 08h05

Jornalista, Celso Bejarano Júnior

Jornalista, Celso Bejarano Júnior Divulgação

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Jornalista, Celso Bejarano Júnior, morreu na madrugada desta quarta-feira (4), no Hospital Cassems, localizado na avenida Mato Grosso, número 5151, em Campo Grande. Ele tinha 63 anos e deixou três filhos.

Ele foi vítima de uma insuficiência cardíaca e teve que ser submetido a uma cirurgia na tarde desta terça-feira (4), da qual saiu intubado por complicações pulmonares.

Em seguida, foi encaminhado a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em estado grave, mas, o quadro clínico se agravou e ele faleceu às 1h da madrugada nesta quarta-feira (4).

Pedido de ajuda financeiro, para custear despesas de hospital e remédio, circularam nos grupos de jornalismo na tarde desta terça-feira (3).

Celso foi repórter de política no Correio do Estado entre 2021-2024 e também na década de 90.

Atuou no Diário da Serra durante sua carreira. Trabalhou como repórter em Brasília (DF) e Cuiabá (MT) na década de 2000. Também foi correspondente de veículos de imprensa nacionais, como Folha de S. Paulo e UOL.

Atualmente, era jornalista investigativo no Jornal Midiamax, de Campo Grande (MS).

Bejarano fazia parte da Comissão de Ética do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul (Sindjor-MS).

Informações sobre velório e sepultamento ainda não foram repassadas pela família.

guerra do petróleo

Ministro de Israel ameaça matar quem for escolhido como líder supremo do Irã

As declarações foram feitas pelo ministro da defesa de Israel, que comandou os ataques que resultaram no morte do líder anterior, no sábado

04/03/2026 07h19

Um dos comandantes das forças militares dos EUA disse que os bombardeios estão somente no começo no Irã

Um dos comandantes das forças militares dos EUA disse que os bombardeios estão somente no começo no Irã

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O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, ameaçou nesta quarta-feira (4) matar o próximo líder supremo do Irã, independentemente de quem seja escolhido para o cargo.

"Qualquer líder nomeado pelo regime terrorista iraniano para dar continuidade e comandar o plano de destruir Israel, ameaçar os Estados Unidos e o mundo livre e os países da região e reprimir o povo iraniano será um alvo para eliminação", disse Katz, em publicação no X.

No sábado, 28, o ataque lançado pelos Estados Unidos e por Israel matou o aiatolá Ali Khamenei, que até então era o líder supremo do Irã. Na terça-feira, 3, as forças israelenses bombardearam um prédio que costuma abrigar reuniões da Assembleia de Especialistas, responsável pela escolha do novo líder supremo.

O regime iraniano informou, no entanto, que o imóvel estava vazio e que a reunião dos 88 aiatolás que fazem parte da Assembleia de Especialistas seria realizada virtualmente. 

SÓ O COMEÇO

Enquanto isso, o almirante Brad Cooper, chefe do Comando Central dos Estados Unidos (Centcom), disse nesta terça-feira que as forças americanas já atingiram quase 2 mil alvos desde o início da ofensiva contra o Irã, no sábado, 28.

Em vídeo publicado no X, Cooper afirmou que os bombardeios "danificaram severamente as defesas aéreas do Irã" e eliminaram centenas de mísseis balísticos, lançadores e drones.

Em retaliação, as forças iranianas lançaram 500 mísseis e mais de 2 mil drones desde o início do conflito, segundo o almirante.

Cooper afirmou ainda que a operação já mobilizou 50 mil soldados, 200 caças e dois porta-aviões e que "mais capacidade está a caminho".

"Nós acabamos de começar", enfatizou o comandante do Centcom. 

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