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BANCO DO BRASIL

Túnel cavado para assalto a banco é fechado com concreto

Polícia ainda investiga envolvimento da quadrilha com o maior roubo a banco da história
26/12/2019 18:01 - ADRIEL MATTOS


 

O túnel de 63 metros escavado por uma quadrilha que pretendia invadir a central do Banco do Brasil, em Campo Grande, foi fechado nesta quinta-feira (26) com concreto. A polícia chegou a revelar a preocupação de que haveria risco de desabamento.

Os criminosos construíram o túnel que começava em uma casa, ao lado de uma oficina mecânica, que fica em frente à gerência regional do Banco do Brasil. É lá que fica o maior cofre bancário de Mato Grosso do Sul, que chega a movimentar até R$ 200 milhões por dia em algumas ocasiões. Os valores depositados nesta central também são distribuídos para outras instituições financeiras.

Se o plano da quadrilha tivesse se concretizado, os policiais da Delegacia Especializada em Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros (Garras) acreditam que a ação poderia ser o maior furto a um cofre bancário do Brasil. A estimativa é de que havia, pelo menos, R$ 200 milhões nos cofres da instituição (conforme os volumes financeiros movimentados nesta época do ano). 

E a Polícia Civil ainda investiga investiga o envolvimento de integrantes do grupo com os criminosos que, em agosto de 2005, furtaram R$ 164 milhões do Banco Central de Fortaleza (CE), conforme noticiou o Correio do Estado na terça-feira (24). Os dois crimes tiveram algumas semelhanças entre si, como, por exemplo, a escavação de um túnel para chegar ao dinheiro, o uso de cal para encobrir impressões digitais e o alto nível de organização.

Também chama atenção a origem dos envolvidos no plano de furtar a central do Banco do Brasil em Campo Grande. Todos vieram de outros estados, do Sudeste e do Nordeste brasileiro.

Felpuda


Falatório e atitude de membro da família acenderam a luz vermelha no “QG” de candidato, pois poderão causar muitos estragos. 

A tropa de choque de defensores do candidato a prefeito já foi colocada em campo e só falta falar que os genes de ambos são diferentes. 

E com relação ao dito-cujo, sabe-se que deverá ser orientado a “baixar a bola” nos próximos dias, mais precisamente até o término da campanha eleitoral.

Afinal...