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UFMS vai oferecer 1,7 mil vagas nos 125 cursos pelo SISU

Sistema de Seleção Unificada estará aberto a partir do dia 17 de janeiro

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A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) está oferecendo mais de 1,7 mil vagas em 125 cursos de graduação para o ano letivo de 2025 através do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). As inscrições para o Sisu 2025 estarão abertas de 17 a 21 de janeiro de 2025, e são gratuitas.

A primeira chamada do Sisu está prevista para 26 de janeiro de 2025. Os candidatos não selecionados nesta chamada poderão manifestar interesse em participar da lista de espera entre 26 e 31 de janeiro, através do Portal Acesso Único.

A UFMS também oferece outras formas de ingresso, como o Vestibular UFMS e o Programa de Avaliação Seriada Seletiva (PASSE).

Requisitos

Para participar do Sisu 2025, os candidatos devem atender aos seguintes requisitos:

  • Ter concluído o ensino médio
  • Ter participado do Enem 2024
  • Não ter zerado a prova de redação

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas exclusivamente pela internet, através do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. É importante ressaltar que estudantes que participaram do Enem 2024 como "treineiros" não poderão se inscrever no Sisu 2025.

Cronograma

O Sisu 2025 terá apenas uma edição, com inscrições abertas para vagas em todo o ano letivo de 2025. O cronograma oficial inclui as seguintes datas importantes:

  • Inscrições: 17 a 21 de janeiro de 2025
  • Resultado da chamada regular: 26 de janeiro de 2025
  • Matrículas: 27 a 31 de janeiro de 2025
  • Manifestação de interesse na lista de espera: 26 a 31 de janeiro de 2025

Seleção

Os candidatos serão classificados com base em seu desempenho no Enem 2024, primeiramente na modalidade de ampla concorrência. Em seguida, será aplicada a reserva de vagas prevista pela Lei de Cotas.

A distribuição das vagas reservadas considerará a proporção de estudantes de escolas públicas, pessoas de baixa renda, indivíduos com deficiência, além de pretos, pardos, indígenas e quilombolas. Os percentuais serão baseados nos dados atualizados do Censo 2022, realizado pelo IBGE.

Os candidatos não selecionados na chamada regular poderão manifestar interesse em participar da lista de espera entre os dias 26 e 31 de janeiro de 2025. A lista de espera poderá ser utilizada pelas instituições participantes ao longo de todo o ano de 2025 para preencher vagas remanescentes.

*Colaborou Alanis Netto

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Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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TCU aponta problemas na prestação de contas da Cultura e da Ancine, com passivo de R$ 22 bi

São 26.583 projetos que dependem de uma análise final no trâmite formal de prestação de costas

25/03/2026 21h00

Crédito: Valter Campanato / Agência Brasil

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O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou falhas que classificou como graves na gestão de recursos transferidos a projetos culturais do Ministério da Cultura e da Agência Nacional do Cinema (Ancine) de 2019 a 2024. O montante alcança cerca de R$ 22,1 bilhões, segundo relatório da Corte. São 26.583 projetos que dependem de uma análise final no trâmite formal de prestação de costas. Além dos atrasos nas análises, há "elevado" risco de prescrição de processos.

O montante resulta da soma de R$ 17,73 bilhões em 19.191 projetos incentivados (renúncia fiscal) e R$ 4,36 bilhões em 7 392 projetos não incentivados (recurso direto do governo). De acordo com a fiscalização, o passivo de projetos nessa situação é crescente, o que fragiliza o controle sobre o uso de recursos públicos.

No caso do Ministério, o TCU apontou um cenário com acúmulo de processos pendentes e ausência de mecanismos eficazes de controle de prazos. A demora na análise, que pode ultrapassar anos, eleva o risco de perda do direito de cobrança de valores eventualmente devidos ao erário, segundo a Corte.

A Ancine também apresentou atrasos relevantes, embora o Tribunal tenha destacado iniciativas tecnológicas em curso para aprimorar a análise de prestações de contas, incluindo o uso de ferramentas automatizadas.

"O acompanhamento permite detectar omissões, atrasos e inconsistências na análise das prestações de contas", afirmou o relator do processo, ministro Augusto Nardes.

Diante dos achados, o tribunal determinou a adoção de medidas para priorizar processos com risco iminente de prescrição, implementar sistemas de monitoramento de prazos e revisar procedimentos internos, com o objetivo de reduzir o passivo e fortalecer a fiscalização.
 

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